Ignorar
E agora é pra valer
Excluir atitudes, esquecer promessas, ignorar pessoas, fingir o conhecido, abrir espaço pro novo e certamente abandonar tudo que não te faz bem e que não acrescenta.
Que assim seja...
Esse é o bom remédio!
Ah, se eu soubesse como te ignorar
faria tudo para não me importar,
Mas eu não sei te olhar e não te chamar,
Te ver e não te querer...
Ah, talvez se eu soubesse o que pensa
poderia fazer o que espera de mim,
Só que fala pouco demais de ti
E não se permite estar aqui...
Ignorar é preciso, e se é preciso, eu farei. Sem remorsos, sem pena, sem dó. Farei por mim. Farei porque é bom ver quem você gosta sentindo raiva por não ter sua atenção. Farei pela sensação de poder. Farei para me sentir no controle da situação.
Sei que te decepcionei, mas me ignorar depois de tantas promessas e discursos de nunca se afastar já é outro nível!
Em uma relação não existem mocinhos e vilões, eleger um culpado absoluto é ignorar que nenhuma engrenagem se movimenta sem atuação mútua das partes.
Se ser “moderno” é ignorar ou mesmo infringir um modelo padrão tradicional e ser “ultrapassado” é seguir o modelo familiar judaico-cristão; então prefiro seguir o arcaico e ser chamado de quadrado! Pelo menos não trairei minha consciência lógica e isso mostrar-se-á que não tenho uma mente cauterizada!
Ignorar…
Eis uma das opções, que em nós tão temos;
Em tantos momentos da nossa vida;
Que pena, haver tanta injustiça havida;
Quando dele: um bom usar, não fazemos!
Porque, pra todos nós, bom se tornar;
Devido a em tal haver: mal, escondido;
Devemos bem, ver tido em tal havido;
Para então, esse do tal, eliminar!
Usemos tal conjugar, com bom senso;
Pra que em todo o nosso fazer, tão fique;
Um somente, do mal nos retirar!...
Pra que haja em tal, tão só o que aqui penso;
Que é, nada mais que: sempre se abdique;
Do tal, se a alguém cá for; prejudicar.
Com prudência;
Brasil, um povo embriagado na ignorância e na ganância.
Não podemos ignorar toda construção de um determinado padrão, um exército singular, refinarias e mineradoras, navios, aviões e na construção civil belas obras admiradoras, porém os mecanismos são entorpecente na desgraça de um povo de uma gente, embora muito socorro existe, a miséria ainda consiste, a natureza do pensar, agir e conduzir a sociedade, a arquitetura das famílias de pura vaidade, filhos como ninhadas de rato, são fêmeas parecendo cadelas, no meu íntimo elevo meu pedido de perdão se alguém venho a magoar, mas está disseminado a destruição do lar.
A elite que se empanturra no dinheiro, no embaraço da indiferença e preconceito, na compostura ilegal, os dois elos existentes, encima e embaixo, o teatro do desencaixo que não se aproxima de uma construção eficaz, até cansa falar de tanta lambança, Brasil, um povo embriagado na ignorância e na ganância.
Giovane Silva Santos
Quem humilha um sem-abrigo está a desprezar um Ser humano e a ignorar o facto de que o mesmo destino poderia ter-lhe acontecido.
Só quero que você saiba, estou de olho em tudo...
Posso ignorar as vezes, mas ainda sim continuo ciente de cada coisa que acontece!
