Ideia
Gosto de fugir do comum
Odeio essa ideia de que tudo tem que ser feito de acordo com as regras,ninguém chega ao topo seguindo os padrões,e sim inovando.
Primeiro, obrigada amiga Adriana Machado.
Só a ideia de manipular já me deixa perplexo, mas saber que desde 1930 e a chegada de uma tardia industrialização, chegava às terras tupiniquins o verdadeiro, ou melhor, o genuíno sistema Liberal.
Desde 1930 com a chegada de Getulio ao poder duas forças antagônicas, porém de um mesmo modelo pacificador, manipulador e controlador, luta pelo poder em nosso país. Os tenentes de 1930, que se tornaram os generais de 1964 e colocaram em cada estado nordestino um interventor como José Sarney, que tem nome de batismo de RIBAMAR, porém quem votaria em uma pessoa chamada Ribamar? Manipulação senhoras e senhores. Quando falamos da pseudo-hegemonia do PT ou PSDB, estamos colocando na pauta os partidos que tem em seus quadros filhos desta estrutura criada para os dias atuais. E pasmem querer ficar falando só do Brasil, não sejam ridículos, em Londres o grupo que detinha o poder na década de 1960 estava muito preocupado com os jovens pela tal onde revolucionária da primavera. Daí resolveram através de um produtor musical criar um grupo de jovens almofadinhas de nome: Beatles, sucesso, porém ainda existia um resto radical que viam neles só almofadinhas, daí o mesmo produtor criou os Rolling Stones, assim manipulado 80% das alternativas da juventude Britânica e na Europa em geral. E assim fez Walt Disney quando usou o FUSCA para homenagear Hitler e não um carro da Ford. Com as organizações Globo o esquema se constrói no Brasil, nascida em plena ditadura militar, nos anos de 1965, patrocinada por empresas americanas, têm em seus quadros de analistas e escritores permanentes, grupos elitistas que criam estórias e manipulam tão facilmente a mídia como um todo que é naturalmente acostumada em nossos lares.
Sou historiador e professor de história, não consigo ser construídor só de minha matéria, preciso esta em pleno estudo constantemente, desde que sair da faculdade, são faculdades atrás de faculdades, só para me especializar, desenvolver, assimilar e continuar aprendendo o curso que lutei e sonhei para estar. Agora vem uma pessoa que nunca, repito nunca, teve que ser pai, mãe, tio, ginecologista, terapeuta em um colégio público, antes de ser professor, isso sem contar a higiene pessoal, os alunos não sabem o que é isso e o senhor professor e assalariado das organizações globo ainda acredita que posso ser professor de matemática, nossa matemática, se falar em macumba em qualquer colégio público os Evangélicos que controlam as bolsas assistência em geral tiram a professora ou o professora de sala de aula. Enquanto a globo colocar fora do ar, Andre Marques por ser gordo, obeso, mal feito, bolão e aplaudir o cheirador de cocaína, amigo de traficante, que o recebia em casa Fábio Assunção, além de agressor de mulher, nosso Kadu Moliterno, e os dois últimos, serem artistas de primeira linha, o próprio Fábio já foi ao Fantástico para expor sua experiência como bom pai. Só vem ratificar que devemos ler o que essas pessoas
escrevem para nos colocar diante de uma luta eterna, mostrar para os nossos alunos que estudar não é importante, é a única maneira de derrubar essa ordem vigente, que consegue nos colocar como crápulas e precursores de desgraças e as organizações globo nos ensinando que ser gordo é um mal e cheira e bater em mulher, não tem nada, foi só um errinho. E ai pergunto o tal professor... Você já deu aula mesmo? Já deitou de bala perdida? Já viu seu aluno portando uma 380? Sabe discernir?
Usar o que a sociedade mais conhece e com ele passar uma ideia contrária. Um presente grego intelectual.
Não gosto da ideia de não poder controlar minha própria vida. Isso certamente me faz abominar o conceito de "destino".
Se a vida estivesse pré determinada, e se baseasse apenas nas mãos de tal "destino", perderíamos a maior arte que um dia foi posta nas mãos de um ser chamado "humano", a "arte de viver!"
"Destino" sempre levando a culpa pelos "erros e acertos". Responsável por "unir e desunir", decidindo por "acontecer ou não acontecer", por "ser e não ser".
"Destino" que tapa buracos, enterra erros, e que de certa forma, enaltece egos.
Com o "destino" não existem "erros", não existem "perdas", Apenas, "destino"!
"Viver" é arte oposta, escolhas, erros, acertos!?. O "acaso" assume o papel de coadjuvante no espetáculo, seguindo passos dados e caminhos traçados pelo protagonista.
Para alguns "destino' talvez seja questão de crença, para outros de fé. Mas a única crença que desejo levar comigo, é a de que "O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído"
Quem quer ser criativo tem, obrigatoriamente, que se permitir o erro. O que diferencia a ideia genial da absolutamente equivocada é, muitas vezes, um detalhe. O raciocínio lógico e de senso comum é menos fadado ao erro. O criativo arrisca mais, inventa, testa, ousa… com isso paga seu preço: erra bem mais. Fugir do óbvio leva a territórios mais perigosos mas também muito mais férteis.
E a ideia de suicídio me vinha a cabeça, pensava em como receberiam a notícia se cometesse tal ato , iriam chorar? ou ao menos se importar? sentiriam a minha falta?… Cheguei a conclusão de que pouco se importariam, não chorariam, nem ao menos sentiriam a minha falta… Se eu mesma não me importara consigo mesma quem dirá os outros comigo… Pensei também em como cometeria o tal do suicídio, me jogando de um prédio, cortando minhas veias, ou quem sabe de overdose , mas daí me veio uma pergunta a mente, como me mataria se já havia morrido faz tempo? O que restara seria apenas um corpo frágil, cheio de cicatrizes de guerra… Tenho andado por ai como um robô sem alma, sentimentos, essência, torcendo para que alguém sinta falta do que eu era, do que eu fui… E sabe o que é o mais trágico? como já havia dito morri faz tempo, fazem anos e veja só, ninguém nunca reparou.
Verdade é o resultado de uma ideia brilhante fruto de reconciliação, verdade é o sorriso de satisfação após reconciliação, verdade é entender sobretudo o significado de reconciliação.
Estou apenas expressando minha opinião. Minha ideia não é mudar a mente de ninguém. Não tenho esse poder, nem quero ter. Acho que cada um deve pensar por si próprio.
Quero ler sua mente!
Ah! nem tente...
você não tem ideia do que vai encontrar.
São labirintos sem fim,
cantos escuros, obscuros...
curvas sinuosas, perigosas,
arame farpado por todo lado!
Você só vai se arranhar.
Mantenha distância...
nem tente se aventurar.
Asseguro:
não sou nenhum porto seguro.
Minha mente: abismo profundo..., no fundo,
impossível decifrar!
Pus-me em cima duma coagulada faca p’la ideia de
colher a verdade p’ra lá da aberta janela em que
a voragem colhe comigo os mimos dum fatal paraíso
tropical.
Nem
sequer
me
ocorre
a
ideia
de
cerrar
os
olhos
e
não
rodopiar
veemente
com
a
INFELICIDADE.
Talvez
depois
de
ontem
salude
a
bela
FELICIDADE.
É...Definitivamente você sabe o que eu sinto por você.
Ainda não me acostumei com a ideia de você tudo a respeito dos meus sentimentos.
Mas agora não tem como voltar atrás.
Foi o melhor a fazer a dúvida estava corroendo-me por dentro. Agora só cabe a você decidir.
Se for pra ser será...
Não há com o que eu me preocupar...
Não faça tudo ao contrário com a ideia tola de querer ser diferente do que és ou de querer ser como não és.
O Conto de Alice
Ele provavelmente não fazia à menor ideia de que, há algum tempo, eu havia passado por seis longos anos de aulas de dança, muito menos que em algum momento nos meus oito anos, jurei que seria a melhor professora do mundo. Ele me conhecia há tão pouco tempo, apenas sabia a cor dos meus olhos, se é que sabia. Porque eu o encarava – mesmo que inconscientemente – e via refletindo no mar cor de bronze a minha vida toda. Via um passado movediço, um futuro tão borrado quanto o presente incerto. Eu cobiçava a vontade de ser dele, de ser uma bailarina, uma professora. Eu só cobiçava. Queria abraçar o mundo num sufoco só, sem me dar conta que de ele estava me mudando e não ao contrário. E nas vezes que pensei em desistir do teu sorriso, lembrava das tantas outras vezes em que tu sussurrava meu nome no escuro como se conseguisse a proeza de fazer carinho nele. A mim me encantava a nossa poesia silenciosa, descompasso bonito de se admirar. E do dia para a noite eu não era apenas Alice, eu era a Alice do menino dos olhos cor de bronze e, sinceramente, eu nem me importava. Comparava a presença dele com uma manhã fria acompanhada de raios solares efêmeros, e num abraço, sentia a calmaria de uma noite de Natal. Acho que a felicidade tem exatamente o contorno da sua alma – de alguma forma -, acho também que nunca me imaginei feliz, mas se caso assim fosse, o imaginava do meu lado. Achava os nossos horizontes desproporcionais, nossas sinas tão distintas quanto. Não o queria pra sempre, apenas o queria por aqui, por perto. Porque descobri através dos dias sem notícia alguma que um lugar bom mesmo é aquele onde ele está. Nas horas a fio, procurando um antídoto para a falta de sossego, um equilíbrio entre o pensamento e o corpo, nas horas sem sentido, nos minutos sem ele, sem sentir o perfume tão presente na ausência, eu entrava em combate com o controle das minhas ações e o encontrava nelas também. Tinha urgência dos teus instintos persuadindo os meus, queria ouvir teus passos num rumo que você sequer cogitou conhecer. Acho que as estrelas não serão mais as mesmas sem o teu semblante, assim como as nuvens tão cinzas sem o teu disfarce. Eu nunca serei tão eu sem a parte de mim que foi embora. Num beijo salgado que nunca mais irei sentir, no desconforto das palavras que estão cansadas e querem repousar também. Eu devo ter te perdido a cada frase que nunca disse. A cada mudança de estação. Pegava-me desconsertada, olhando uma xícara quente e me perguntando o porquê de você não sentir a dor que eu sentia a cada gole que, a mim, vinha acompanhado do teu gosto. Encontrava-me desnorteada, perdendo tempo sentindo inveja de quem tu conheceste antes de mim, sentia ciúme do teu passado, das outras bocas, dos outros abraços. Desejava que você tivesse me conduzido as aulas de dança naqueles seis anos, que me incentivasse a ser a melhor professora do mundo. Desejava que você me conhecesse tempo suficiente para que já soubesse de cor os nuances dos meus olhos. Sabe, tive que me costurar na tua pele para descobrir que o teu avesso te revela muito mais, que os teus poros têm a necessidade que uma respiração desregulada que por infortúnio não é a minha. Nunca imaginei que o nosso final seria assim, uma roleta russa sem balas. Numa guerra silenciosa, sem escoriações visíveis. Eu só queria ter tido tempo de dizer que de todos os meus desamores,b’shert, você foi o mais bonito. Que a sorte te acompanhe, já que nem isso mais eu posso fazer.
A história tão bonita de fim trágico fez a menina mudar de nome, mudar de tom.
E tudo virou um amontoado de recordações. Um amontoado de causas perdidas.
Tudo virou apenas mais um conto de Alice.
Que chorou, chorou, conseguiu recolher seus pedaços e foi embora.
Inveja de Alice.
