Homenagem para meu Irmao de Sangue
''Sois feito de sangue, vontade e desejo. Desejo que cega o ego e o elo suicida dos fracos... Fracos que se cansam de poucas vitórias e incontáveis derrotas.''
Se for pra mim cair,que seja aos pés de JESUS
Se for pra mim chorar,que seja pelo sangue que foi derramado na CRUZ
Se for pra mim se arrepender,que seja por não tem entregado logo a minha vida ao meu Senhor e Salvador!
E se for pra viver sem ter provado,nem sentido a presença de Deus na minha vida,se fosse retirado de mim o seu espirito Senhor eu nada seria!
#QUEROTELOUVAR
#QUEROTEADORAR
#MEUSENHORESALVADOR
ofereci
em lágrimas da profusão
o sangue derramado
e aqueles que vi
o desejo derrotado
desejo tal
que os concilia em desilusão
por um povo que clama
com força animal
sua raça em extinção
por que guerrilhas então?
se sofres
agora é tarde
morreis
e teus corpos enterreis
com espíritos iluminados
com os quais seus desejos
com eles se foram
com força de coração
com choros e rebeldia
num deserto de agonia
se a vingança paira
seus vultos visíveis
todos,um a um
sem detalhes nem falhas
assisti,
a um breve momento
o sangue derramado
a aqueles que vi
o triunfo bem aventurado
de um retorno
Desde os primórdios que, os fracos e omissos, colhem os frutos das lutas, do sangue e suor dos fortes e ditos loucos.
A poesia pulsa no sangue
A poesia pulsa na alma
A poesia pulsa no coração
A poesia é calmante
A poesia é doce e sal
A poesia é o sol é a lua
A poesia dança, ama
A poesia faz amor em muita cama
A poesia se apaixona e odeia.
Ela mata, ela fere
A poesia é o mar envolto
A poesia é a areia na praia
A poesia é o ser humano
A poesia é a criança
A poesia é o sol nascendo e si pondo
A poesia é alegria, tristeza, politica, safadeza.
A poesia é delicadeza.
A poesia é imensidão, infinita, universal
A poesia é o nascimento é a morte
A poesia é a noite é o dia
A poesia é vida.
Esse poema está a minha segunda antologia, publicada pelo Beco dos Poetas
"Tem eu e tem a inimiga da história, você iria para o lado banhado de sangue? Ou o lado banhado de sangue de anjos?"
Cidadãos de bem com sede de sangue, clamando por perseguição militar, implorando o retorno das torturas do DOI-CODI, pranteando por uma moralização que vem pela força da arma, do cassetete e da censura. Se esses são os cidadãos de bem, D'us nos livre dos cidadãos do mal!
É A SOLIDÃO
A solidão é ouvir o ranger dos dentes
No próprio sangue entre a carne crua
É ouvir o som quente a correr nas veias
A solidão é sentir o vento no rosto
O seu perfume no ar acariciar a pele
Como se o ópio penetra-se no corpo
A solidão é sentir a carne já devoluta
Num deserto sem pudor, rasgar a pele
Sem, sem nome, sem carne, sem sangue
É a solidão que toma emprestado o corpo.
Calmo como o sangue
Enxuto como um cálice
O que sofro nem volume
Tem, utilidade ou afago
De fruta no mercado
Calmo à meia semana afora
Calmo o mosto eu suposto
Guerreiro do fogo-fátuo
Aquele que pra luz precisa
Ir depressa e correndo
De espada e lume
Calmo como areia ou saque
Em rescaldo de combate
É o meu nome secreto/salmo
Compraz-me a vida
E um século-meio a esperar
Algo de quem não me acusa
Enxuto como um cálice
Calmo como sangue
O que sofro tem o volume
Que cabe na minha tranquila
Vontade à justa e no cálice
Da dita breve, difusa vida,
A palma...
Joel Matos 01/2016
http://joel-matos.blogspot.com
Só é poeta,
aquele que trás no sangue
o pó e a cor da sua terra,
aquele que tem orgulho da sua terra,
e traz na memória os sons,a língua
e o modo de ser da sua gente- Léo Poeta (Direitos Reservados)
Eu sei que você me quer
Liberte-se do seu orgulho e venha
Eu sei que o seu sangue ferve ao me ver
Eu sinto o mesmo por você
Você me olha quando eu já estou a te admirar
Os nossos corações pulsam por igual
Meu sexto sentido me persegue
E me diz pra eu não desistir
Pois eu sei que você me quer
Liberte-se do seu orgulho e venha
Eu sinto o mesmo por você!
o coração palpita em cada segundo, para bombear o sangue em todas as partes do nosso corpo.
e a mente produz em cada segundo pensamentos que servem de bússola para a orientação da nossa consciência.
A eterna glória de viver vai depender muito de um divinal querer. Quem não quer ter amor no sangue, só o veneno vai ter.
Amor em mim
Não carrego amor
apenas no coração,
carrego no sangue, na pele, por isso
ele transborda em mim e torna-se visível
no doce do olhar, na delicadeza dos gestos,
nas palavras de carinho, no aconchego do abraço,
na firmeza das atitudes, na voz que silencia pra não
machucar, na lágrima que corre pra lavar a alma,
no rabisco que toma forma de poema pra te
homenagear, no meu jeito simples
de menina que ama simplesmente por amar,
por que o amor compõe a minha essência
e habita todos os cômodos da minha alma.
O apontador de metralhadoras
Deleite em sangue e dor e lágrimas que caem e são sopradas pelo vento
para longe, para bem longe de qualquer sentimento minimamente humanizado.
Com rígidas metas a seguir, o apontador segue em auxílio à barbárie
a metralhadora arguida pelo furor de sua própria ira interna
embrutecida na contramão da vida, orienta seu caminho.
A alça de mira em 'colundria' com a massa de mira,
ambas corrompidas pelo gatilho ligeiro da expertise militar
que dá vida aos projéteis lançados lentamente ao ar, feito plumas ao vento
higieniza toda a humanidade existente naquele lugar,
'desaprisionando' o grito aprisionado no peito
que o enche de adrenalina para guerrear
e também o comove, o entristece e o faz chorar.
Depois dos gritos de medo e pedidos de clemência, o tiro de misericórdia.
Os olhos se fecham e o brilho latente da retina se encerra
assim como se encerra a luminescência dentro de uma lâmpada,
quando se queima.
Faz-se um breve silêncio entre o instante imediatamente posterior ao disparo fatal
e o instante em que já sem vida,
o corpo percorre o trajeto da queda de sua própria altura
e encontra o chão duro e ressecado pelo sol forte que o castiga diariamente.
O som ensurdecedor do silêncio que se propaga após a queda do corpo no chão à sua frente
o faz perceber que a guerra que luta agora, nunca foi a sua própria guerra
foi sempre a guerra de outros,
justificada por motivos que ele jamais soube explicar.
E que os sujeitos por ele subjugados são na verdade,
tão inocentes quanto ele próprio.
E em meio a tantas agruras,
ele percebe que a criança que ergue as mãos em sinal de rendimento
o faz por não ter escolha,
por não ter também uma metralhadora, ou um fuzil
com mira a lazer e pente de munição letal reserva,
como a que traz consigo pendurada no ombro esquerdo
em um coldre de couro desbotado e sujo de sangue.
O que ele não percebe é o quanto essa batalha lhe faz mal
o quanto cada corpo caído no chão, sujo de sangue e de terra vai pesar em sua consciência
quando enfim parar de puxar o gatilho sem pensar no porque o faz.
- Relacionados
- Poemas sobre irmão
- Feliz aniversário, meu amor: frases para uma surpresa inesquecível
- Amor de irmão: frases e textos sobre o vínculo fraternal
- Textos em homenagem às mães para expressar carinho, amor e gratidão
- Mensagens para todas as mães (homenagens emocionantes)
- Poesias para Irmão
- Depoimentos Amo Meu Amor
