Homem Poeta
PENAS E GUERRAS
O homem em busca de paz
Escolhe armas para lutar
O poeta em busca de mais
Recolhe as penas que os escreve poemas
Transforma em asas
Para voar.
Ocaráter e aconquista
'Antes do poeta vem o homem,
antes da poesia o caráter',
antes da conquista vem o objetivo,
antes da palavra o pensamento,
antes da emoção vem o sentimento,
antes do amor o desejo de amar,
antes do prazer vem o compromisso,
antes do relacionamento o respeito,
antes da indiferença vem o diálogo,
antes da separação a reconciliação,
antes do abandono bastava a amizade.
Arte é tudo que o homem pode criar.
E a maior arte do mundo é a arte de amar...
By: Poeta Rogério Dantas!
POETA
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Deus,
na verdade,
é o poeta...
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O homem,
é apenas o ator escolhido por Ele,
para escrever a poesia em versos e prosa.
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E assim,
o homem por intermédio
Dele expressa todos os enigmas da vida
com plena felicidade.
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O homem que não souber o labor que tem o ódio para ser um bom poeta não saberá amar , porém se amarmos o ódio ele deixa de ser ódio e vira Amor
Faço versos por ser sensível.
Não tenho nada de poeta.
Sou tão somente um homem que chora
e que se afoga na inocência da poesia.
Matar uma andorinha é pecado disse o poeta,
matar um homem é
crime disse o zuiz,
deichar alguém morrer
de saudade e injusto digo eu.
Sou poeta , não sou doutor
Sou homem romântico
Sou servo do Senhor
Procuro uma mulher bela
Que seja fiel e sincera
Farei tudo de bom para ela
Não sou bonito fisicamente
Sou um escritor inteligente
Rapaz humilde e persistente
Eis aqui o meu grande talento
Tenho inúmeros defeitos
Somente Deus o Criador é perfeito
Todo ser humano é imperfeito
Mas somos dignos de respeito
Por você vivo de outro jeito
Quero alguém que me aceite
Te farei feliz , eu prometo
Minha vida é feita tristezas
A saúde é uma das maiores riquezas
O mundo nos pega de surpresa
Quem está são, pode entrar em depressão
O que importa é o amor no coração
O preconceito é maldição
A tolerância gera união
Poeta Zé Pereira.
Um homem de qualidade
que andou na linha reta
que fez da simplicidade
a sua rima mais seleta
na terra fica a saudade
dos versos desse poeta.
O velho sábio avisou para o poeta, que o um homem superaria um profeta.
Vários profetas e poetas em alertas e mentiras contando, enquanto o simples homem vivia filosofando.
No monte em que o sol nasceu, o mesmo escureceu, no rosto pardo de uma mãe a lágrima desceu, quando o simples homem esclareceu, que não queria o mundo, mas o que tinha nele ja era seu.
Autor: M.Cauã❤️
O homem que ama uma mulher nunca cansa dela, a mulher para o homem é igual um poema para o poeta, desperta sentimentos, felicidades, cuidados e etc.
Autor: M.Cauã❤
Ser Poeta
É estar apaixonado
Não por uma mulher,
Nem por um homem
Mas sim pelos seus sentimentos
Poder perceber a mais simples beleza
E admira-la como tal
Simplória e despercebida
Fazer a poesia
Não para ser entendida
Mas sentida pelos que a lêem
Admirar um poeta
É admirar sua capacidade de escrever o que sente
Sendo único e especial
Sendo algo confuso
E lógico
Equilibrando a poesia
Em perfeita sintonia
Sou um poeta compositor, sou um músico escritor...
Prefiro ser apenas um homem, homem esse que te entrega o amor!
COMO EU GOSTO DE SER POETA
Ai, como eu gosto de ser poeta.
E ser o homem de andar reto,
Ter um caminho limpo à frente e atrás.
Poder dizer o que sinto, como verdades
Sem ferir, fazendo valer o lirismo
Como didática a que todos aprendam
Que a vida é boa, e é um ofício
Que a vida é para viver não para matar.
Ai, se meus filhos fossem como eu
Sonhadores, que perdem ou acham tempo
Brincando com as nuvens
Contando estrelas, arrepiados ao ver uma rosa
Valorizando os espinhos que a protegem.
Ai, como doeria ser outra coisa
Ter outra vida que não esta...
Ter a vida em festa quando um velório passa,
Porque se assenta em minha cara
Que aquela alma não está perdida
Encontrou-se afinal, lá no édem
Nos confins dos céus, ao lado de Deus
Onde pulsa a verve do cantador
Do inventor dos sonhos.
Amo a poesia como amo o melhor de tudo...
O que se expõe aos meus ouvidos quando
Duvidosa, ela nos agasalha em seu regaço
Ai vida bela assim, ai ventura sem fim!
Ai, agora uma mulher dentro de mim.
O homem se faz de escolhas
A palavra por observar
A criatividade por imaginar
E o poeta? Se as palavras o escolhem, a imaginação o ilude e os sentimentos o traem?
Diz o poeta que o “tempo é a maior riqueza de que o homem pode dispor ao longo de toda a sua vida”, portanto, há que se pensar que, todo ser que possui existência física e material, na sempre árdua tentativa de celebrar com eficiência e plenitude a possibilidade finita e condicionada de existir que lhe é conferida a partir do momento do seu nascimento ou concepção, deve, em algum momento, num exercício auto-reflexivo, delinear os aspectos que possa considerar como sendo aqueles os de maior importância enquanto indivíduo, ou seja, a lógica ou dinâmica funcional a partir da qual pretende reproduzir o seu modo de vida e, tendo definido esses aspectos, planejá-los de modo que as perdas temporais ocorram de maneiras irrisórias, diminutas.
O binômio do curto e longo prazos, inerente à qualquer espécie de análise reflexiva que se pretenda ensejar sobre o assunto tempo é, sem dúvida, aquilo que define e torna as escolhas e decisões de nossas vidas difíceis. Fossemos todos nós imortais ou mesmo o tempo passível de retroação, o peso de nossas escolhas equivocadas poderiam recair sobre nosso futuro de maneira menos destrutiva, já que teríamos sempre como voltar atrás em relação às nossas atitudes e optar por seguir novos caminhos. Contudo, a nossa finitude biológica e o caráter irrevogável do tempo exigem a definição correta do que pretendemos ser, fazer, enquanto vivos.
O desejo aparentemente irresponsável pela celebração irrestrita do presente parece irromper e destruir a figura imaginada do amanhã seguro, assim como algumas expectativas e premissas avarentas e absurdas acerca do futuro podem depreciar sensivelmente a qualidade das experiências e aspirações às quais, eventualmente, podemos ser expostos no presente; grosso modo, parece convencer a máxima de que tudo o que for bastante será triste, pois do exercício excessivo das virtudes criar-se-á o indesejado vício.
Difícil se torna sempre decidir, porque a paixão humana nem sempre é instrumento óptico confiável, mas irresoluto, já que o mundo e a vida giram a partir do eixo das incertezas temporais e existenciais, o que faz com que a realidade muitas vezes admita um caráter confuso e distorcido. Num mundo de concepções puramente capitalistas, mais do que nunca, existem aqueles que não titubeiam ao se entregar aos mais diversos prazeres do consumo fomentado pelo bombardeio das mídias, desprovidos de qualquer preocupação em relação ao que há-de vir, o que se contrapõe ao comportamento rígido e à “disciplina espartana” ou “puritana” daqueles que fecham à apreciação de alguns valores com autocontrole e zelo excessivos, o que pode, com o passar dos anos, simplesmente consistir em frustração e arrependimento pela falta de explendor do que não se sentiu.
É coerente dizer que aquele que suplanta o seu próprio hoje, não está incutindo de enormes garantias o seu amanhã; contrariamente, o submete a elevado risco. Porque a vida não obedece simplesmente à razão de nossas necessidades e metas, trata-se de uma complexa função matemática com milhares de variáveis atuantes em níveis distintos.
Deve-se entender que “rico não é o ser que coleciona e que se pesa um amontoado de moedas, nem o tolo devasso que estende suas mãos e braços em terras largas, as quais não consegue, sequer, abraçar. Rico é o ser que aprendeu piedoso e humilde a conviver com o tempo, entendendo a vertente do seu curso”.
A consciência sobre a passagem do tempo pesa e, por isso, numa ação contra a loucura, o homem deve, de tempos em tempos, aliviar suas tensões e o cansaço em relação ao mundo, sem que, para isso, abandone ou deseje abolir por completo a consciência da chegada do futuro numa espécie de obtusão interminável. É fato que aquele que se entrega de maneira exorbitante e impensada aos costumes da despoupança, cria condições de insustentabilidade do seu próprio modo de vida pela escassez dos recursos em outrora não auferidos e não garante o seu futuro e nem seu presente, ou seja, despotencializa sua subsistência até mesmo na esfera do curto prazo (portanto, seria sábio supor essa equivocada rotina autofágica como sendo de deleitação do hoje, posto que, quando se entrega aos devaneios, também o corpo perde, se desfaz?). Um dia a conta chega. Nobre o começo, amargo o fim.
Tempo é tempo e dinheiro é dinheiro, nada mais do que isso. Não há tempo que se consiga comprar ou poupar, fazendo estoques.
Pautado em escolhas inteligentes o Homem deve direcionar a sua vida no sentido de buscar o equilíbrio entre as suas necessidades de poupança e de utilização, satisfação, vislumbrando um alcance maior de tempo, da vida. Para isto, não deve se desesperar, fazer grandes alardes, morrer de preocupações, pois quando mais nos aproximamos das formalidades excessivas e imperdoáveis, mais nos distanciamos daquilo pelo que realmente pede a alma – o espelho que reflete quem realmente somos! - a qual se vê sorrindo, se do esquecimento do tempo, das horas, quando em companhia de quem amamos, no lazer, no exercício de nossas paixões etc. Celebremos a vida e o amor. Na hora certa, esqueçamos os compromissos. A imortalidade não nos fora conferida. É mister paciência na tentativa de encontrar o ponto de equilíbrio da vida, chegando a um gradiente adequado de quantidade e grau de nossas inalienáveis aspirações. Vivamos um dia, a cada dia. “Quem souber com acerto a medida de vagar ou de espera que se deve pôr nas coisas, não corre nunca o risco, ao buscar por elas, de defrontar-se com o que não há. Só a justa medida do tempo dá a justa natureza das coisas”.
Ai, como eu gosto de ser poeta. E ser homem, andar reto, ter um caminho limpo à frente e atrás. Poder dizer o que sinto, como verdades, sem ferir, fazendo valer o lirismo como didática a que todos aprendam que a vida é boa, que a vida é um ofício, que a vida é para viver não para matar.
Ai, se meus filhos fossem como eu, sonhadores, que perdem ou acham tempo, brincando com as nuvens, contando estrelas, se arrepiando ao ver uma rosa, valorizando os espinhos que a protegem.
Ai, como doeria ser outra coisa, ter outra vida que não esta... Ter a vida em festa quando um velório passa, porque se assenta em minha cara que aquela alma não está perdida. Encontrou-se afinal, lá no édem, nos confins dos céus, ao lado de Deus, onde ferve a verve do cantador, do inventor dos sonhos, do sonho, do sono acordado, da vida pesada leve.
Amo a poesia como amo o melhor de tudo... o que se expõe aos nossos ouvidos quando, duvidosa, ela nos agasalha em seu regaço.Ai vida bela assim, ai ventura sem fim! Ai, agora uma mulher dentro de mim.
