Hoje o Tempo Voa Amor
Levou um tempo
até que eu descobrisse
que meu lar,
pode ser em qualquer lugar
basta eu saber onde você vai estar.
O tempo é uma ilusão que foi traduzido como sendo uma duração, um período ou uma sensação de duração ou de movimento psicológico.
O tempo é o melhor aliado:
Ele cicatriza feridas;
Cura dores;
Acalma a tempestade;
Transforma saudade em boas lembranças;
Abre os olhos para o que realmente importa;
Ensina que a prioridade da vida deve ser tudo que faz bem, toca a alma e faz feliz!
@elidajeronimo
Foi uma noite daquelas, daquelas que eu gosto, barraco pra variar!
Nessa vida não podemos ser bobos, pois nada vêm de graça, tudo que conquistamos surge através de muito trabalho.
A palavra "trabalho" para muitos que conheço é algo horrível, o que não falta é vadio, vadio que ainda quer se encostar nas costas do outro para ficar no sossego.
Só que nas minhas costas ninguém se encosta.Quando precisar brigar por algo que tenho razão, irei brigar com todas as forças! Lamento por ter pessoas que são tão fáceis de serem manipuladas e que acabam fazendo o que a outra quer, exemplos não me faltam basta eu olhar para minha frente que verei.
É o jeito é deixar que "quebrem a cara", para que possam ver o que disse, e que eu estava certo e que o lado que escolheram não é um dos melhores!
Digo boa sorte, não penso no pouco, só penso no muito, um sentimento de pena para pessoas que tem pensamentos e atitudes tão básicas? Quem responderá essa pergunta é o tempo, que é um grande aliado de uma verdade.
O senhor
Seja breve
Caro andante
Apressa-te!
Amanhã
Caro lépido
Grande vertiginoso
Depois e depois
Fugaz catatônico
Súbita morte
E tu?
Caro indolente
Apressa-te!
Como ousas?
Volte ao labor
Caro senhor.
Tudo que pertence ao ontem eu deixei às margens do passado para que a correnteza da vida arraste para a eternidade; só trouxe comigo para o hoje a chave mestra do tempo que abre a porta do dia.
Com o tempo aprendi, que o Mundo é multicolor e que essa visão apenas depende de cada um de nós. Aprendi que ... todos os dias apenas precisamos de olhar o Outro com afecto. Aprendi que existem pessoas que nos açambarcam a alma e o coração em gestos. Estou grata a TODOS que me lêem, que recebem as minhas palavras e as embrulham em ternura e esperança e de novo as lançam ao mundo numa sementeira de AFECTOS!
O tempo não espera
De repente são 18 horas .
e já sexta feira,e o o mês chegou ao final,
Já era 31 de dezembro ano e o ano findou.
Mau fizemos 18 anos de idade e chegou os 60 .
Adeus todos os dias um amigo nos deixa, e parti para um outro plano, será que um dia nos encontraremos novamente?
Quem é o bola da vez, eu ou a companheira de tantos anos?
O que deixamos de fazer para economizar, valeu a pena?
Os filhos já não são mais nossos. e passamos a ser parentes dos genros, noras, netos e bisnetos.
Colecionamos “depois”:
ligo,faço,falo,mudo, penso, tudo depois.
Ate que enfim tudo, depois se resolve.
Afinal depois a gente ate esquece que deixamos para depois.
Eu vivo o meu hoje, hoje.
Amanhã pode ser tarde e as pessoas só vão lembrar que você prometeu.
Não discuto, politica, religião,futebol, razão ou opinião. Cada um tem a sua.
A MINHA É SER FELIZ DENTRO DA MEDIDA DO POSSÍVEL, TENTE SE PUDER SER HOJE E REFLITA SE É MELHOR DEIXAR PRA DEPOIS.
Eu fui embora de casa, embora do meu relacionamento de 6 anos, que era quase perfeito, embora da família dele, que basicamente me adotou, embora da nossa gatinha, dos abraços que me abrigaram... Eu fui embora do mais próximo da estabilidade que já estive.
Eu me arrisquei e risquei o vidro intacto, rachando-o, para parecer mais comigo, para ainda sentir que sou eu por mim e que sempre serei sozinha, e joguei tudo para cima, como quem vira a mesa ou uma dose de tequila. Eu estou andando na estrada escura rumo ao infinito, ao incerto, ao acaso, ora cambaleando, ora cantando, e continuo viva.
Eu deixei todos sem palavras, troquei o certo pelo duvidoso, perdi o ar de tanto chorar, mas peguei minha vida nas costas e fui andando com o coração pesado e os pés cansados do passado, mas que há 6 anos se acostumaram a ser fixos e massageados.
Eu pichei um quadro do Picasso, rasurei uma obra-prima, um romance aclamado, dei um fim ao que seria um final feliz, e agora sou alguém que viveu o amor e não que o deixou escapar pelas mãos, mas que encheu as mãos e a alma e depois o jogou de volta nas correntezas do destino para ser inteiro antes de dar o que não tem.
Eu sinto frio ao dormir sozinha, sinto as mãos geladas sem as mãos dele nas minhas, sinto falta do sorriso dele aquecendo meu peito e daquele olhar de admiração que corava meu rosto quando me via arrumada, da sensação de me sentir linda ao acordar mesmo com a cara amassada e, ainda assim, sigo com a minha decisão de ser sozinha.
Quando se namora dos 15 aos 21 e vocês se casam, você desaprende a não ser amado e tudo depois disso é raso, como observar a superfície de um oceano e não mergulhar. Estar com outra pessoa quase soa errado, é como se você ainda pertencesse a ele, e você toma banhos demorados, como se pudessem te limpar dos toques sem paixão que ainda estão no seu corpo.
Quando se tem uma infância/adolescência complicada e aparece o príncipe encantado suprindo todas as suas necessidades, você se sente sortuda e se torna eternamente grata, você cria raízes e se vê florir, se enchendo de vida e transbordando sorrisos que nunca soube dar, aprende a ser feliz como nunca havia sido e, de repente, quando tudo está sereno há tanto tempo, vem o caos que habita em você e te afasta, te isola do mundo mágico, porque aquilo ali não é você, não é para você. Toda aquela realidade aparentemente plena é surreal e muitas vezes injusta, você se sente um estranho no ninho e não se encaixa mais, mas você continua tentando e tentando, e, de tanto fazer força, vai destruindo o que está em volta, aqueles que te fizeram tão bem, perde o encanto e já é hora de ir embora para não estragar a história. Dói e vai continuar doendo, mas você precisa ir.
É hora de começar um novo livro, aceitar que você não é um romance e aprender a ser autoajuda, mistério e superação, seu guia de bolso, sua Bíblia. Hora de aprender a ser sua casa, sua melhor amiga, sua família e sua própria fé, ser a mulher da sua vida, a autora da sua história e a personagem principal – um pouco mocinha e um pouco vilã. Hora de amadurecer, dentro do seu próprio tempo, sintonizar na estação do agora, errar, se decepcionar consigo mesma, se perdoar e voltar a sorrir. Hora de entender Nietzsche, tomar bastante café e, enfim, tornar-se o que é e, ainda assim, ser metamorfose, se desconstruindo e reconstruindo quantas vezes forem necessárias até se tornar a melhor versão de si mesma.
Somos um mosaico complicado de todos os nossos tempos. Somos feitos do que foi, daquilo que está sendo e do que ainda será. Por isso é comum sofrermos tanto por coisas aparentemente pequenas, supostamente banais, por situações que não vivemos, perdas que não aconteceram, amores que não conhecemos. As coisas que não vivemos são os arrependimentos mais dolorosos, são as cicatrizes mais marcantes, as feridas mais profundas, são as dores mais intensas. O arrependimento pelo que não foi cava um abismo na alma que engole toda vida que o rodeia, como um solo árido vai desertificando o coração, sobrepondo-se à natureza bonita que ali havia. As emoções sufocadas mais cedo ou mais tarde explodem e o estrago costuma ser grande e os remendos doloridos. A dor do que não vivemos é tão grande que é comum esquecermos de ser gratos pelos momentos bons vividos, pelas conquistas, por todas as emoções inenarráveis sentidas. Por isso, seja grato a tudo, até ao que não aconteceu. Abrace o instante com força, agarre firme os seus desejos e por nada permita que lhe escapem. A vida é um touro selvagem e, às vezes, é necessário que o seguremos pelo chifre. Olhe-o nos olhos com firmeza, se demore nos detalhes, nas nuances, nos sabores, nos olores, nas notas, nas texturas. Corteje o instante com paixão e em momento algum se envergonhe: tenha um caso de amor com vida.
A "falta de tempo" é sempre uma desculpa para quem tem outras prioridades. A boa notícia é que as prioridades oscilam, mudam com o tempo...
CNV — Comunicação Não Violenta
