Histórias com Moral da História
Cadência Imaginária
Movimentos,
palavras e ausências.
E a melhor parte da história
é o que não se fala.
No ritmo do irreal,
a imaginação exala.
Perder-se entre o céu e o chão.
mera tribulação
sem caminhar pelo óbvio,
da profecia ou tradução.
Nessas parcas cronologias
e interrupções temporais,
o anacrônico vira harmonia
de encontros surreais.
Ascurra Poética
Nascida de uma História
de glória para reverenciar
outra glória esta cidade
gentil sempre faz História.
Ascurra adorável vizinha,
de lindas vinhas e do arroz
saboroso que eu encho
com todo o gosto o prato.
Eu, poetisa desta Rodeio,
sem cruzar as fronteiras,
saúdo a Ascurra poética
e suas linhas pioneiras.
Ascurra poética e terna,
a tua gente simpática
sempre me ganha fácil,
e quem te visita se encanta.
Ascurra, minha adorada,
não precisa ser feriado
para dizer o quanto
por mim és inteira amada.
Eu, poetisa desta Rodeio,
te levo no peito por ser
quem és e o teu povo ordeiro,
és a catedral de escudos cristalinos.
Uma história de amor
No silêncio dos olhares
Sem perceber sua força
O amor de mansinho
Se aninhava...
Nada impediria de acontecer
Aquele momento já destinado
Dentro do peito florescendo
O sentimento mais belo.
Brotavam novas sensações
E a vida se fez colorida
Estreitando os caminhos
Unindo eu e você...
O vento sussurrava
Que o amor acontecia
Na sutileza das emoções
O encontro das almas.
Me deixei levar
Na plenitude de amar
Encontrei minha felicidade
No momento que te amei.
Como um sonho lindo
Se tornava minha realidade
Mil e uma noites de amor
Com você eu vivi...
Uma história de amor
Deixou tatuadas na alma
Marcas que o tempo não apaga
E viverá eternamente em nós!
Foi proibida de sair
do país assim denunciou
a autoproclamada;
Dessa história ninguém
aguenta mais nada.
O mundo parece
que empacou nessa
história amalucada.
O Uruguay se retirou
porque não reconheceu
o autoproclamado,
Dessa história dá
vontade de cruzar
o oceano a nado.
O bloqueio só fez
o andamento do
país ser prejudicado.
Há dois meses
o General está
incomunicado,
E o maltrato vem
se repetindo com
quem também
não deveria ter
sido aprisionado.
Não faço parte
da história,
Reconheço
abertamente,
E por não
fazer parte,
Não preciso
angariar
a simpatia
de quem quer
que seja,
simplesmente.
É solstício
de inverno,
escrevo sobre
a primavera
para aliviar
o inferno
de quem
não tem
como falar.
Nem prova
de que
o General
está vivo
não há,
E doa a
quem doer:
mesmo
de longe
alguém
tem que gritar.
O General está
desaparecido,
e liderar
quaisquer
dos dois
movimentos
ou qualquer
outro que vier:
Condições
evidentes
não há;
Porque preso
creio que
deve estar,
Se vivo está,
E vítima de
uma macabra
trama está
na cara que ele é.
Eles não estão só na história da nossa cultura, estão no sangue de grande parte da população brasileira.
Sabe essa história de amor verdadeiro? Que quando você o encontra nada mais importa? Que não vai existir nunca mais nenhum questionamento? Então.. é verdade! Mas para isso acontecer você não deve ficar aí, esperando por ele,vivendo só pra que isso aconteça.Ele está por aí em algum lugar! vivendo a vida sem esperar nada. Então faça isso também, esqueça se esse for seu foco porque o amor não é feito, não é forçado e muito mas muito menos escolhido. Se você tiver que encontrá-lo você encontrará, mas esteja preparado! Esteja de coração aberto para tudo porque quando ele chegar...ah você vai saber e se for ele mesmo você não terá nenhuma dúvida..e nem ele.
A sede de poder
alheia é uma coisa
que me preocupa,
E olha que não
faço parte
dessa história,
Gente que faz
o quê faz
só vê o lado
que interessa,
e só o próprio
umbigo enxerga.
Coloquem os pés
na realidade,
O General está
preso inocente
e sofrendo
na pele a crueldade,
Sabe-se que ele
está doente,
e nada mais se sabe.
Enquanto o clamor
pela vida e liberdade
deveria preceder
a qualquer
sonho de poder,
Só não chamo
atenção para
não gerar
ainda mais
incompatibilidade;
Não há mais
notícias do General,
E sei que ele
se encontra
em estado
de fragilidade.
Onde se sabe que
os Direitos Humanos
e o devido processo
legal todos os dias
andam sendo violados,
O sofrimento
não é degrau social
para mim,
para você
e nem para ninguém.
Das leituras
da História,
das páginas
dos jornais
e de impressões
sensoriais,
me apavoro
como se
estivesse
presa com
a tropa,
como epopeia
que não
descansa,
e nem se
contenta,
porque mais
um dia
é sempre
menos um dia,
valsa a agonia
porque é
grande
a covardia:
o General está
fisicamente
mais abatido
a cada dia.
Dizem que
plantaram
provas
na cela
do General,
mas não
falam quais,
prelúdio
de uma noite
ainda mais
dura e dias
anormais.
Grassa
pelos ares
do continente
que os mais
críticos
dos militares
estão sendo
perseguidos;
ficar fingindo
que não li
sobre realmente
não consigo,
o meu
pensamento
ocupa o céu,
o inferno
e a minha
sala aos giros.
Há muita história
para contar além
de cada poema,
No ar respiro
o aroma da cattleya,
e sigo contando
a história de honra,
luta e a glória
que hão de ser
recuperadas por
toda Venezuela.
Canto porque sinto
que vitória está
a caminho porque
há quem se encontra
buscando e não
desiste de seguir
na vida sonhando.
Os sete bravos
viraram estrelas
do crepúsculo
sem fronteiras,
e assim eles
escreveram
pémones as
suas bravuras
no livro da vida.
Canto porque sinto
com a reverência
do General
na despedida,
ele se encontra
preso por causa
de uma absurda
e grave mentira,
e é de justiça
que a inocência
que o pertence
seja por todos
reconhecida.
Que história é essa: a pandemia ceifa dois milhões de almas no mundo e os que apelaram para Deus caem no carnaval brasileiro, onde a morte espiritual pela condenação da carne ceifará dez vezes mais.
Eu me pergunto, qual vai ser o final dessa história, LN e MR vai dar certo vai continuar uma quimica? Ou isso será apenas lembranças. MR não quer apenas lembranças
Se você acredita na história que tem se contado não carecerá de confirmação dos outros!
A(s) resposta(s) ser(á)(ão) sua(s)!
Em idílica jornada
escrita na parede
A Historia não mente:
Estás preso inocente.
As minhas letras
são feitas da tinta
Do clamor do amor
do teu povo,
Padecendo de agonia.
De joelhos, coração
e mãos reunidas
Em profunda oração:
sou pedido de justiça
E convicta teimosia.
Não me calo e não deixo
ninguém calar,
Permaneço irredutível
até o pesadelo passar.
Do Império não
prevejo o melhor,
porque essa história
eu bem conheço,
sei que não dá para
abrir mão do receio.
No relógio da vida
eis o giro do tempo,
que não venha mais
nenhum tormento.
Porque da trincheira
sou o último soldado,
ideologia poética,
aceno total de paz
e oração de devota:
implorando a liberdade
do General e da tropa.
Cada um conta
a História que quer,
e em nome do poder
acha que pode fazer
tudo o quê quer.
Quase não se
aceita a História,
porque não se
aceita a vida
como ela é,
e se negocia a fé.
Longe de ser
arremedo para
espalhar tal vazio,
quero é varrer
todo o receio.
Quase não se
respeita o arbítrio,
e o tempo de cada
um de aprender,
com partido ou
sem nenhum,
esse é o tal perigo.
Porque Escola
com opinião é
risco de Governo
com bom senso,
e isso mete medo.
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