Histórias com Moral da História
O mundo contemporâneo, é um momento histórico da quebra do bem e do bom, baseados filosoficamente em antigos valores, fundamentos pela razão e dos questionamentos existenciais. Da mesma forma aliena se o papel individual de cada um para melhoria do todo na sociedade. Vive se a perda gradativa hegemônica dos tradicionais princípios liberais naturais, colocando a força politica não representativa na manipulação de resultados e a movimentação social baseadas muito mais no lucro, mesmo que imoral de todo o poder financeiro, afastando se por completo do que nos tornaria ter melhores índices de humanidade, diversidade e liberdade.
A criminalização de qualquer preconceito é uma forma beligerante e burra de atestar para toda sociedade, o pouco investimento na cultura e na educação.
A arte como plataforma de uma militância politica radical é um equivoco, é uma deformidade de um individuo, que por razoes conflitantes internas tenta aprisionar a liberdade, suprimir a ética, a moral e a estética por profunda confusão anti-social e mental.
Sem a caridade não existe salvação para a grande fraternidade humana, seja ela física dando o pão ou seja ela moral, alimentando o próximo que está a seu lado e necessita silenciosamente de um sorriso amoroso para atenuar suas dores do espirito e da alma e por esperança, seguir em frente.
"Fora da caridade não há salvação" é uma frase atribuída a Allan Kardec, codificador do espiritismo. No entanto no mundo contemporâneo de hoje, nos tempos de imensos abismos sociais em que vivemos, de miséria e fome, ruinas de conflitos bélicos que assolam o nosso planeta, este mandamento ultrapassa o caráter meramente religioso como uma síntese da moral cristã e é sim um dever de humanidade, um comprometimento com a vida e ativa cidadania planetária, o respeito do ser humano perante sua própria espécie.
A partir do dia que eu encerrei o meu serviço ativo nas fileiras do glorioso Exército, eu perdi a minha autoridade funcional.
Porém, a minha autoridade moral, em nada mudou, continua intacta ad aeternum.
Indiferente da instrução educacional, o primeiro ajuizamento social é sempre o padrão estético corporal humano.
A consciência é a nossa bússola natural, e infalível, para nos mostrar se estamos “indo na direção moral certa”.
É fácil culpar quem explode em gritos, mas quem destila seu veneno em silêncio quase sempre passa por inocente. Assim como a cobra, que não avisa antes de atacar.
Existem pessoas tão autoritárias que inventam regras absurdas e ainda querem que os outros as obedeçam como se fossem regras naturais, racionais e logicamente perfeitas.
No momento em que todos apontarão os dedos até o demônio aproveita para se tornar também o pior moralista!
A polícia é reflexo da sociedade.
Se a sociedadevai mal, a polícia
vai mal. A jubilada matéria de Moral
e Cívica (com ênfase em Direitos Humanos para este século) deveria voltar para auxiliar na lapidação dos nossos cidadãos desde as séries iniciais.
Um terapeuta, a meu ver, não é aquele que busca as patologias ou os problemas, mas sim aquele que se coloca como "investigador" das histórias de vida, arquiteto de um diálogo transformador e, por fim, é humilde, o suficiente, para compreender que ele fez parte do processo, mas não é o dono da história!
Se somos nós que escrevemos nossa história, também somos nós que escolhemos os personagens desta história.
A história nos mostra que todos aqueles que brandaram na política em nome de DEUS, o final foi trágico. Não porque Deus deixou de ser Deus, mas porque o homem deixou de ser homem para ser Deus.
