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Histórias Bonitas

Cerca de 6276 frases e pensamentos: Histórias Bonitas

⁠Ficção
Ainda que demore
as histórias acabam
eternizarem-se
é ilusão
um dia nasce
o outro nem sempre
a crença é
silenciosa,
mas o fato foge
da ficção.

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Histórias de uma atendente

O homem acompanhado da mulher, chegou e eu como sempre:
- Bom dia, em que posso ajudar!
- Ah precisamos renovar documento.
- Ah sim preciso dos seguintes documentos com cópias.
- Poxa, cópias? Onde tem isso?
- Ali na frente!
- Posso vir direto e te procurar.
- Claro que sim!
Eles viraram as costas e minhas colegas:
- Você é doida, esse é o fulano, ator da novela das 8!
- E mesmo! Sei nem quem é, e chamei o próximo!
Minutos depois o casal retornou, sorriso largo e me chamando pelo nome.
Então falei:
- A mulherada tá tudo louca aqui, porque você é famoso, desculpa eu não conhecer.
- Adoramos quando isso acontece!
Quando foi embora depois do atendimento, passou pra dar tchau! Hahaha
Minhas colegas suspirando!
Fim

Inserida por Marieci

⁠Aprendi há muito tempo que as histórias não são totalmente verdadeiras ou falsas porque são alimentadas por meias-verdades, por mentiras bem contadas ou lembranças distorcidas.

Como Água para Chocolate (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

⁠As histórias são a arma mais poderosa que um líder pode ostentar – são a moeda corrente da humanidade. Aqueles que as contam de um jeito cativante, inspirador e emocionante dominam o mundo.

Steven Bartlett
O diário de um CEO. Rio de Janeiro: Sextante, 2024.
Inserida por pensador

⁠”De todas às viagens que já fiz; a mais longa, duradoura e encantadora, foi em um livro que eu li”

Inserida por brunna_lilian

"Em casa, no bar ou no mar, uma taça de bom vinho em boa companhia faz o tempo voar; entre risos e sorrisos, uma nova história está prestes a começar. Cheers!"

Inserida por TiagoOliveira

⁠Dia 2

Olho para os lados,
‎A falta que tua voz faz,
‎É quase que ensurdecedora,

‎Temporário, sei,
‎Estamos em processo de cura, sei,
‎Interno,
‎Externo.

‎Às vezes é difícil compreender,
‎Disso também sei, e como sei!
‎Mas, o Universo sempre tem um propósito,
‎Não é mesmo?
‎Nada, nem ninguém passa vazio,

‎Somos sombras,
‎Arrepios,
‎Um acumulado de histórias,
‎Não para nos tornarmos prisão,
‎Mas, para que aprendamos fazer do presente,
‎Realmente um presente.

‎Uma releitura melhor do que já vivemos,
‎Uma edição corrigida e estendida,
‎Daquilo que ainda não havíamos compreendido,



Inserida por LeticiaDelRio1987

⁠O tempo é o cenário invisível onde a vida desenha suas histórias, sempre em movimento, sem nunca olhar para trás.

Inserida por adrianamatos_psi

⁠Dois mundos, um universo

O amor é quando duas histórias se encontram e, sem precisar abrir mão do próprio enredo, se entrelaçam em um novo universo. Somos duas metades inteiras, que se escolheram não para se completar, mas para transbordar.

Inserida por darcicley

⁠Não basta uma projeção, é preciso sustentação — sem estrutura, até a maior visão desmorona.
Ruínas também contam histórias, mas apenas dos vestígios de sonhos que não souberam se manter de pé.

Inserida por evermondo

⁠O legado dos grandes líderes é um compêndio de histórias. Marcados pela dor, pela alegria e pelo ecoar das vozes ao lerem cada página.

José Guaracir

Inserida por Jguaraci16

⁠Histórias para dormir são sussurros de encanto que embalam a mente e preparam o coração para sonhar.

Inserida por LeticiaButterfield

⁠Talvez não tenha nada a ver com o momento errado, e é por isso que o universo nunca permitirá que nos alinhemos. Não importa quão forte seja a atração da alma, algumas histórias simplesmente não estão destinadas a serem nossas.

Inserida por viviane_1

⁠Sentado junto ao fogão
cúmplice da lenha que arde
assisto ao pé do fogo
os brotos infindáveis.

Observo chamas saltadas.
Sorvo delas um líquido boreal
derramado para cima.
As brasas me contam histórias
que logo esqueço.

Envelope em bolhas de silêncio.

Inserida por viviane_1

⁠Mergulhe no espetáculo visual e sonoro de 'Skyfall', onde cada cena e cada nota ecoam com uma intensidade que toca a alma e define a identidade de quem assiste. Por isso, os filmes são também ferramentas de transformação pessoal, convidando-nos a refletir sobre nossas próprias vidas e escolhas através das histórias que contam e dos personagens que retratam.

Inserida por evermondo

É uma necessidade humana contar histórias. Quanto mais somos governados por idiotas e não temos controle sobre os nossos destinos, mais precisamos contar histórias uns aos outros sobre quem somos, por que somos, de onde viemos e o que pode ser possível.

Inserida por julianemaciel

O Relojoeiro e o Tempo
Numa vila onde o tempo parecia ter se aposentado, as casas de pedra desgastadas pelo sol e pela chuva contavam histórias de séculos passados. As ruas, estreitas e sinuosas, eram ladeadas por lampiões que, ao cair da noite, lançavam um brilho dourado sobre os paralelepípedos, criando sombras dançantes que pareciam sussurrar segredos antigos.

No coração dessa vila, quase oculta pela cortina de trepadeiras e flores silvestres, estava a loja do relojoeiro Seu Antônio. Era um santuário de memórias, onde cada relógio pendurado nas paredes era um guardião do tempo, cada carrilhão uma ode ao passado. O ar ali dentro cheirava a óleo de máquina e madeira antiga, e o som dos relógios em uníssono criava uma melodia que falava de um tempo que não voltaria mais.

Seu Antônio, um homem de cabelos prateados e rugas que mapeavam sua vida, era o maestro dessa orquestra silenciosa. Ele passava seus dias inclinado sobre sua bancada de trabalho, os olhos atentos espiando através da lupa, as mãos trêmulas com a precisão de um artista. Para ele, cada relógio que consertava era uma vida que ele tocava, um coração que ele fazia bater novamente.

O relojoeiro não era apenas um artesão de engrenagens e ponteiros; ele era um tecelão de segundos e minutos, um escultor de horas. Em sua loja, que mais parecia uma cápsula do tempo, ele dava vida nova a relógios antigos, cada um com sua história para contar, cada um com seus segredos guardados.

As paredes da loja eram revestidas com relógios de todos os tipos: de bolso, de parede, de cuco, alguns tão antigos que pareciam ter testemunhado a fundação da própria vila. E no meio deles, Seu Antônio, com sua barba por fazer e olhar penetrante, movia-se como um fantasma entre os vivos, um anacronismo ambulante.

Ele não falava muito, mas quando falava, suas palavras tinham o peso da sabedoria. “O tempo”, ele costumava dizer, “é o mais sábio dos conselheiros e o mais cruel dos juízes.” E assim, enquanto consertava os relógios, ele também consertava as almas daqueles que vinham a ele com seus corações partidos, suas esperanças despedaçadas.

Numa dessas tardes em que o sol se punha preguiçosamente, tingindo o céu de laranja e rosa, uma figura desconhecida adentrou a vila. Vestia um manto negro que parecia absorver a luz ao redor, e seu andar era leve, quase como se flutuasse sobre os paralelepípedos. Seu nome era Helena, e ela trazia consigo uma aura de mistério que não passou despercebida pelos moradores da vila.

Helena procurava por Seu Antônio, movida por uma necessidade que ela mesma não conseguia explicar. Quando finalmente chegou à loja do relojoeiro, ela hesitou na porta, como se o limiar entre o interior e o exterior fosse uma fronteira entre dois mundos. Com um suspiro, ela entrou.

O relojoeiro a olhou com curiosidade, mas sem surpresa, como se de alguma forma esperasse por sua visita. “Posso ajudá-la?” perguntou ele, com sua voz que parecia um eco de tempos idos.

Helena aproximou-se da bancada, retirando do bolso um relógio de bolso antigo, com a tampa gravada com símbolos que Seu Antônio nunca vira antes. “Este relógio parou”, disse ela, “no exato momento em que meu avô faleceu. Eu gostaria que o senhor o consertasse, não para que ele marque o tempo novamente, mas para que ele me ajude a entender por que nos apegamos tanto a ele, mesmo sabendo que é finito.”

Seu Antônio pegou o relógio com mãos trêmulas, sentindo o peso da responsabilidade que lhe fora confiada. Enquanto trabalhava no conserto, ele refletia sobre as palavras de Helena. A vila, com sua eterna aparência de outrora, e os relógios, com seus tic-tacs incessantes, eram símbolos da ilusão humana de permanência. Mas Helena, com seu relógio silencioso, era um lembrete da inevitável verdade: tudo tem um fim.

Os dias passaram, e a presença de Helena na vila trouxe uma nova perspectiva aos moradores. Ela falava sobre a importância de viver o presente, de valorizar cada segundo como se fosse o último, pois, de fato, um dia seria. As pessoas começaram a ver a vida não como uma série de amanhãs garantidos, mas como um presente precioso e fugaz.

Quando Seu Antônio finalmente terminou o conserto, ele entregou o relógio a Helena, que o abriu e viu que os ponteiros ainda estavam imóveis. “Ele está consertado?” perguntou ela.

“Sim”, respondeu Seu Antônio, “mas não da maneira que você esperava. Ele não vai mais medir o tempo, mas servirá como um compasso para o seu coração. Cada vez que você olhar para ele, lembre-se de que o tempo é um mestre que nos ensina a valorizar cada momento, pois cada tic-tac é um passo em direção ao nosso último suspiro.”

Helena sorriu, compreendendo que o relojoeiro lhe dera algo muito mais valioso do que o conserto de um relógio: ele lhe dera uma lição sobre a vida.
E assim, a vila onde o tempo parecia ter se aposentado ganhou uma nova história para contar. Uma história sobre uma estranha que veio de longe para aprender sobre o tempo e acabou ensinando a todos sobre a vida. E Seu Antônio, o relojoeiro, tornou-se mais do que um consertador de relógios: tornou-se um consertador de almas, um guia para aqueles que buscavam entender o verdadeiro valor do agora.

Inserida por Marcelocorreia

Conte histórias, mas, antes de tudo faça história para que ela seja contada pelos outros.⁠

Inserida por AnilyaAtsoc

⁠Pare de contar histórias e comece a contar dinheiro. Mude seu foco das desculpas para a criatividade e lucratividade. Permita que suas ideias se expressem em resultados e ações concretas, transformando seu potencial em prosperidade real.

Inserida por evermondo

⁠● A Ilusão da Permanência e o Chamado à Essência

Quantas vezes confundimos o brilho do ouro com o valor da vida? Nos prendemos ao tangível, ao material, como se isso pudesse definir quem somos ou quanto valemos. Mas será que os muros das nossas conquistas físicas não escondem o vazio de uma existência sem propósito?

O que são os títulos, as posses, as honrarias, diante da brevidade de nossa passagem por este mundo? Cada diploma, cada bem acumulado, é apenas um lembrete do que o tempo pode consumir e do que ele não poupa. O homem que busca sentido no poder e no status encontra, ao final, a solidão de uma narrativa incompleta.

A sabedoria não é medida por linhas em um currículo, mas pela profundidade com que tocamos as vidas ao nosso redor. A verdadeira inteligência não está na acumulação de conhecimento, mas na capacidade de utilizá-lo para criar pontes, aliviar dores e semear esperança, mesmo entre aqueles que nunca saberão nosso nome. O que é mais nobre: ostentar aquilo que o tempo destrói ou viver de forma que o legado de amor, respeito e transformação desafie a própria mortalidade?

A vida é agora. Não é uma promessa, não é uma espera. É o pulsar de cada segundo, o som silencioso do coração que bate e o instante que escorre como água por entre os dedos. E quando olharmos para trás, o que queremos encontrar? Um inventário de bens perecíveis ou uma história de significado e impacto?

Tudo aquilo que acumulas - carros, casas, títulos; tornar-se-á poeira. Mas aquilo que semeias em gestos de compaixão, sabedoria e amor, isso, sim, atravessará gerações. Acorda! O agora que tens em mãos é tudo o que te foi dado. Não o desperdice com o ilusório, com o passageiro. Respeita o próximo, ama-te a ti mesmo e faz da tua existência um reflexo de tudo o que é eterno.

Porque, no final, a única coisa que deixamos neste mundo não é o que possuímos, mas o que somos para os outros.

Tu és efêmero, mas tua essência pode ser imortal. A escolha é tua: viver pela aparência ou viver pelo impacto. Que farás com o instante que tens agora?

#Viva Direitinho
Aniz

Inserida por Aniz