História Verdadeira
A concepção é o início do fim de uma nova história, porém a morte é o início de um novo ciclo de vida.
Ai! Eu não quero contar o meu lado da história, eu não estou a fim,eu não preciso,me dá preguiça. Pensem o que quiserem. Eu quero é pagar minhas contas,fazer minhas unhas,meus cabelos,ler meus livros, escrever meus textos,ter uma pontuação excelente no ENEM,fazer minhas orações,meu devocional ninguém me dá nada,AFF!!
Toda mulher é um poema .. suas história estão gravadas nas entrelinhas das suas curvas .... as estrias da sua pele contam histórias... apenas poucos homens nasceram com o dom do braile...Com a sensibilidade de uma boa leitura ...nem todos os homens possuem almas de poeta ...
Sou empreendedora do meu próprio destino
Dia a dia escrevo as minhas histórias
O que não me serve mais rasgo tudo e jogo fora
Sem medo
Vou galgando meu caminho
Vencendo barreiras que antes pareciam intransponíveis
E é vivendo, fazendo, construindo pouco a pouco
Vou descobrindo que sou capaz do que não sabia
Sei que muito das minhas raízes me definem
Foram grandes as influências
Não tem pra onde fugir
Todavia, isso não me impede de criar algo novo
De viver e levar a minha história do jeito que eu sempre quis
De tentar buscar e terminar com um final feliz
Carrego a minha cruz
De forma que sei que sou eu
Jamais como Jesus
Não como Joaquim ou Maria
Vivo meus momentos de sofrimento sabendo cultivar e aproveitar bem os momentos de calmaria e de luz
Vou transpondo aquilo que seria impossível atravessar
Carrego comigo as minhas dores
Já sou especialista na arte de recomeçar
Sonho alto com medo de tentar
Isso me acompanha sempre todos os dias
O medo, o tormento, a angústia e a insegurança
O maior dos males:
A preguiça - falta de disciplina
Não fará que você chegue a nenhum lugar
Traço um plano que me direciona
É a bússola da minha rota
Mas não vivo presa ao que é metódico
Isso não me aprisiona
É só o farol que me guia em direção ao que desejo alcançar
Empreendo o meu próprio destino
Pois isso é o que me faz sentir viva
Saber que posso deixar marcas na história
Não pela recompensa, mas pelos frutos que irei deixar
Isso transforma profundamente o mundo
O universo agradece e abençoa cada passo intencionado que você dá
Um pouco de história
As lutas, crises econômicas e políticas sociais parecem uma disputa para ver quem pode mais.
O Capitalismo atinge a todos os irmãos, tendo bom ou mau coração, pois nesse antagonismo imposto, o que importa mesmo é a produção.
É um sistema que muitos querem explicar, como é, foi e ou se dá! Marx, Durkheim e Foucault, todos querem dilucidar, eles por estudos, outros a conjecturar.
Gerado pelo ser humano, sempre cresce na produção, mas é pobre quando todos têm, fomenta o obsoleto, alimenta o vai e não vem.
Foi na década de trinta, alcançou a superprodução, o povo passando fome e o poder dizendo não.
O povo sem dinheiro, barato não podia comprar, e ninguém imaginava o que fazer pra isso mudar.
O governo Vargas, eleito em nome de Deus, agiu como filho do cão, comprou o excesso produzido e pagou tudo ao patrão.
Toneladas de café mandou queimar, e a conta disso tudo, mandou pro povo pagar.
Quando a crise chega, sobram homens e máquinas. A fome ganha espaço, vira tudo uma tristeza. É esse o justo momento que aumenta a tal pobreza.
Calma e sai de baixo
Lá vem a recessão, a inflação, o monopólio, o oligopólio, aumentou a especulação. É o rico se protegendo, o governo tudo vendo, mas é o povo que está morrendo com a tal desnutrição.
Suicídios, homicídios, doenças físicas e mentais, enquanto a informalidade aumenta mais e mais.
Os governos pra o patrão agradar, começam obras públicas: ruas, escolas, redes de esgotos e outros, mas era contrato de emergência, aquilo não podia durar, pois em setores lucrativos os governos não podem atuar.
Na terra do tio Sam, também na mesma época, dizia que o desemprego era vício, era preguiça, dos que gostavam de vagabundear, mas o moço Roosevelt procurou o discurso mudar. Inventou o seguro desemprego, um plano de aposentadoria, para os mais velhos sustentar. O que na verdade não podia era o povo nas praças a reclamar.
Enquanto isso nas terras Brasilis...
A igreja católica sempre pelo trabalhador, proposta aqui e ali, levantes também, sim senhor, apenas registrava o tamanho daquela dor.
Tudo no capitalismo beira o obsoletismo, o petróleo que era salvação contribuiu com o abismo.
Os preços subiram, a dívida externa aumentou, se alguém estava rindo, nesse momento chorou.
O sonho agora é exportar tudo que produzir, achatar o salário já baixo, só pro rico voltar a sorrir.
O governo da época dizia querer o trabalhador organizado, mas antes daquele aumento, já estava desempregado, e o governo como sempre, na mão do empresariado.
O trabalhador já tinha CAPs, Iaps, INPS, mas cada vez menos dinheiro entrava, foi aí que se descobriu de onde o governo o dinheiro tirava.
Na recessão, o empregador se protege, volta o olhar pra exportação e aumenta a repressão, diminui gastos com saúde, emprego, previdência e também com educação. Isso em 77 e 82 e também agora, décadas depois.
Como ontem, hoje, existem os neoliberais, estão sempre debatendo contra as medidas sociais.
Pensam em devolver aposentados aos seus setores, mas substituem o trabalho humano pelos sábios computadores.
Mais uma coisa que nunca muda, meu interesse nunca é o seu. A briga não é do rico contra rico, mas do plebeu contra plebeu. Pois, podemos notar pobre capacho de rico e inimigo dos seus.
Quem pode mudar tudo isso, só Deus, só!!
TUDO COMO ANTES!
Nunca na história da humanidade se leu tanto através das lentes. Que as pessoas tenham sensibilidade para repassar essa leitura por gestos e carícias aos que não vêem.
A História revela não os fatos como aconteceram, mas sim como querem que você pense que aconteceu. A verdadeira história acaba sendo aquela que não foi contada.
..."Os nossos amigos são documentos vivo de nossa história. O amigo é um cúmplice de qualquer história e em muitas vezes, o ator principal dela. Se você não teve um amigo, você apenas existiu, mas se teve acredite, você viveu." ... Ricardo Fischer.
Aprendi no caminhar para meus 60 anos que definitivamente é impossível sorrir verdadeiramente com quem te fez chorar!!
Donos da história
Alegoria, vidas de tempos.
Vidas de eras, vidas de outrora.
São tantos que se intitulam donos.
Ciúmes, crivo de cobiça.
O que diz a história.
Oh, quão lindo e puro.
Majestoso, pleno e seguro.
Que o arcaico construiu.
O paraíso, a criação, beleza milenar.
Sim, o que o homem não entendeu.
Cobiçou, padeceu.
Do paraíso saiu.
Não, não.
Sinceramente, o éden surgiu.
O éden reagiu.
Jesus, o paraíso que sempre existiu.
Digo sim, eu esse pequeninho.
Dores, prantos, sangramentos.
Vejam, deixa eu dizer.
Deixa eu testemunhar.
Todos os dias.
Do amanhecer, entardecer, adormecer.
Vem, rugindo a mim açoitar.
São tantas chicotadas.
Meus lombos, pesados troncos.
Ferido, acuado, coagido.
Sim, assim sou.
Fortemente perseguido.
Contudo, tens entrado no meu coração.
O que é perdoar, o que é perdão.
Quão tanta dor.
Ainda assim.
Não desisti.
Porque sinto, um fôlego diferente em mim.
Como se muitos estão desde criança.
Nas alças do meu caixão.
Tripudiando, alaridos sarcásticos.
Mas o meu coração pula.
Os leões, presas a gula.
Não sabem, que estou no trono.
Minha alma, meu coração tem possuidor.
O dono do amor.
Jesus é dono.
Giovane Silva Santos
Sentir é necessário!
Sinta somente o que verdadeiramente lateja seu coração e pulsa sua alma!
Outros sentimentos não devem furtar o seu tempo!
RIVALIDADE EM MIRÍADE
Agora vou contar pra vocês, a história de um quarteto de três:
João nascido em Guaianases e Abel, filho do japonês.
Conheceram-se na adolescência, João com 37 anos e o nissei, cuja idade não sei.
Um tocava gaita, o outro dirigia ambulância.
O mais alto tomava cerveja, o mais novo gostava de melancia (que por causa do acento, não deu rima com ambulância).
Ensaiavam de madrugada, logo após o almoço.
O que chegava mais tarde ia embora mais cedo; e o mais velho da dupla (que ninguém sabe quem é), saía após o café.
Abel ganhou o nome do tio, e João levou o “til” no nome - ambos com quatro letras, mas João levava vantagem por ter duas vogais e um diacrítico, que indicava a nasalização. Ele costumava repetir isso, mas ninguém entendia a explicação.
Já, na numerologia, Abel era o mais importante, uma vez que o “B” significa 1 e o “L” representa o 8, e assim se forma o dezoito, que no jogo do bicho dá porco.
Suíno simboliza o Palmeiras, que empatou com o Ituano em 1998, o ano em que o Titanic ganhou 11 Oscar; daí a vantagem de Abel, que tem um primo chamado Oscar, que foi candidato a vereador em Itaquaquecetuba e teve 11 votos nas urnas.
Ainda com todas essas evidências, cientificamente comprovadas, João não se dá por vencido, e julga ser ele o mais importante, uma vez que casou-se na cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, no estado de Mato Grosso.
Cidade com 28 letras, se multiplicado por 3, dá 84, e 1984 foi imortalizado por George Orwell com um clássico da literatura mundial.
E ainda tem o fato de que João tem um primo chamado George, que trabalha como assessor parlamentar em Brasília (mas isso não conta, porque ele não deu conta de passar em concurso e foi nomeado em cargo comissionado).
Adriano Peralta – Escritor Latino-americano.
O,que verdadeiramente me interessa, são as coisas pequenas, através delas extraímos coisas grandes,ricas e relevantes.
Espere mais um pouco, reflita mais um tanto, reconheça quem verdadeiramente é. O ser já superou tantas coisas, e hoje tem oportunidade de outro desafio para se tornar maior.
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