História
Espírito sociangustista
Nas ruas da desilusão,
Onde o eco da injustiça ressoa,
Caminhamos com o peso da opressão,
Na sociedade que nos despoja e magoa.
Erguem-se muros de indiferença,
No labirinto do progresso vazio,
Onde a esperança é uma crença,
E o amor, um bem desafio.
Mas ainda na angústia coletiva,
Há uma chama que persiste,
A luta por uma vida ativa,
Onde a justiça enfim existe.
Quebraremos as correntes do medo,
Com a força da união e da palavra,
Por um futuro onde haja mais enredo,
E menos dor que a alma lavra.
Pois somos mais que meros números,
Somos vozes, sonhos e ação,
Contra os abismos sombrios e erros,
Levantamos a bandeira da transformação.
Que esta história que escrevemos juntos,
Seja uma história sem fim, um testemunho do amor profundo que sentimos.
Você mudou minha vida, meu amor, minha inspiração, serei eternamente grato a Deus por nós dois.
Eu acho que quando a história não é compreendida e quando a história não é contada devidamente, a barbaridade repete-se.
Eu acho que o ensino obrigatório de História é de uma importância muito grande para a formação do cidadão. O cidadão que só conhece o presente e a sua vida vivida, que não conhece da onde socialmente e coletivamente ele veio, não é um cidadão por inteiro. É um cidadão pela metade.
Quando se imagina que a história já está predeterminada, perdem-se de vista os caminhos possíveis. Isso leva a um conformismo e a uma passividade perigosa.
A Polícia é uma sólida Instituição de Estado; noutro sentido, governo é passageiro; polícia é perene; governo, efêmero e passageiro deve respeitar a história da Polícia. O governo passa, a Polícia permanece; polícia existe para proteger os interesses da sociedade; o próprio governo deve ser objeto de investigação da polícia; se preciso for, deve a Polícia adotar todas as medidas legais e enérgicas contra o próprio governo em casos de violações da lei.
Nossa história, que pensamos nos enfraquecer, pode ser justamente a fonte da nossa força. Os espinhos não devem nos atrair mais do que as rosas.
E mais uma vez, Deus vira a página do mês, dando-nos a oportunidade de continuar com a mesma história, mas com o privilégio de escrever em uma nova folha.
Eu sempre pulei na frente das flechas para salvar as pessoas, mas no meio daquele caos ele me empurrou para suas costas e manteve o olha fixo na tormenta que se aproximava. Pela primeira vez alguém quis me proteger, pela primeira vez alguém ficou em um momento que todos fugiriam, pela primeira vez eu me apaixonei. Em meio a todas as ameaças e distúrbios eu só ouvia o som de sua voz, cantando hinos de vitória. Ele disse que tudo ia ficar bem e mesmo no meio da tempestade seus pés não saíram do lugar. Eu que sempre pulava na frente do perigo enquanto todos me abandonavam, mas naquele momento eu o vi ancorado pela sua inabalável determinação. Desde aquele dia nos tornamos porto e farol um do outro. Para ele uma forte amizade, para mim um intenso amor, para nós uma irmandade. Muitos achariam doloroso ter um amor não correspondido, para mim, a verdadeira dor é não ter amor algum. Nós amamos da maneira que podemos. Ele me ama como um irmão e eu como um devoto fiel. Podemos nos amar de formas diferentes, mas ainda sim é amor e eu seguirei essa luz até onde seus pés nos levarem. Até quando? Não sei! Sou um arauto do amanhã e ele um herdeiro da esperança, não seguimos caminhos diferentes em nenhum futuro que eu conheça.
(Diario do arauto do amanhã: I fragmento)
Deixe de olhar para traz e lamentar por algo do passado, siga em frente, persevere na sua jornada e não atemorize com o futuro, Deus estará lá escrevendo sua história e transformando tudo em novo!
Insta: @elidajeronimo
Não é que eu não goste do cristianismo, é que eu não vejo confiabilidade histórica que me faça validar a teologia proposta.
Onde está a história do meu chão?
Nos tambores que batem, na palma da mão.
Nas vozes antigas que o vento levou,
Nos cantos do povo que o tempo calou.
Rasgaram os livros que nunca escrevemos,
Silenciaram os deuses que sempre tivemos.
Diziam que éramos sombra, sem luz, sem razão,
Mas esquecem que somos raiz do chão.
Na areia do Saara, no ouro de Mali,
Nas pedras de Zimbabué, na força de Aksum, ali,
Está a verdade que tentaram esconder,
Queimar a memória, mas não nos deter.
Escravos das mentiras, livres na essência,
Somos a história que desafia a ausência.
Mesmo roubada, reescrevemos o destino,
Com sangue, suor e o orgulho genuíno.
Onde está a história? Está nos corpos dançantes,
No ritmo dos passos, nos olhos brilhantes.
Nos griots que cantam, nas mãos que criam,
Nas lutas do ontem, nas dores que uniam.
A história da África não pode morrer,
Pois vive no povo que nunca vai ceder.
Se apagaram os textos, recontamos a canção,
A história roubada é nossa redenção.
O Natal mudou para sempre a narrativa da nossa história quando Jesus entrou em nossa escuridão para nos trazer à Sua luz gloriosa.
Sozinho é apenas uma percepção; a intimidade é um fragmento da história. Nascer é como mergulhar: a verdadeira diversão não está apenas no mergulho, mas nas companhias. Quanto maior a qualidade delas, mais leve será a saída da piscina. Nascemos e morremos cercados de histórias, energias e laços que dão sentido à nossa jornada.
