Herói
O fanático partidário é o criador do herói político nacional e se torna um seguidor extremista desse governante fantoche, despido de inteligência e honestidade.
Benê
"Tiradentes, um "herói" brasileiro, em prol da da nossa liberdade!... Realmente, o mundo precisa de homens de coragem e de honestidade!"
Otávio Abadio Bernardes
Gyn, 21 de abril de 2026.
Não quero ser nem vilão nem herói, quero simplesmente viver, feliz e alegre. Vilões não têm paz, heróis não têm vida, são escravos da causa.
Meu pai Herói.
Meu pai se chamava Heleno Francisco do Carmo, não tenho dele muitas lembranças, ele morreu quando eu tinha onze anos, contudo, guardo algumas lembranças, sobretudo da época em que ficou doente. Meu pai era um homem muito forte, um trabalhador exemplar. Era um lavrador, homem que cuida da terra, ele próprio tinha um pequeno pedaço de terra, por onde passava um riacho, terra fértil, onde plantava cana e milho e melancia. É disso que me lembro bem, também plantava bananas.
Não sei dizer se meu pai era um homem triste, se tinha crises existenciais, talvez fosse muito feliz, pois tinha uma bela família e uma linda esposa, honesta e trabalhadeira. Lembro-me da sua relação com minha mãe, eram felizes, combinavam em quase tudo, ambos desejavam que seus filhos estudassem para não serem analfabetos como eles eram. Meu pai era alto e moreno, tinha ombros largos como eu, era um homem bonito, mas não me recordo que alimentasse alguma vaidade nem vícios. Trabalhava incansavelmente para sustentar sua família, grande para os padrões atuais.
De domingo a domingo ele sempre repetia sua rotina; acordar cedo e ir ao trabalho, além de suas próprias lavouras, milho e feijão, ele ainda trabalhava de meia ou para outros produtores rurais. Meu pai era homem temente a Deus, pelo menos é essa a impressão que tenho até hoje, pois sempre ia à missa aos domingos de manhã, com toda família, mas ao voltar pra casa, logo depois do almoço, ia ao trabalho, cuidar de um pequeno e produtivo roçado, que ficava perto de casa, meu pai só retornava à noite com um feixe de cana nos ombros.
Éramos oito filhos, cinco homens e três mulheres, minha mãe ficou grávida de uma menina quando meu pai faleceu. Foram seis meses longos, a duração da doença fatal de meu pai. Meu pai nunca ficava doente, era como touro, todos os homens o invejavam por seu físico e por sua moral. Mas todo herói fatalmente sucumbe no final da epopeia. Meu pai tinha chagas desde adolescência. Fora picado por um barbeiro, na região onde foi criado esse inseto fez muitas vítimas, e a medicina não tinha os meios para prolongar a vida dos seus pacientes. Meu pai só veio manifestar os sintomas da doença aos quarenta anos, foi avassaladora sua enfermidade, em seis meses apenas ele veio a óbito.
Minha mãe foi uma guerreira e fez tudo que pôde e o que não pôde para salvar a vida do seu amado. Lembro-me com muita tristeza, de uma vez que eles voltaram de uma cidade próxima; aonde eles foram, em busca de uma nova forma de tratamento, mas não havia muito que fazer, meu pai estava com o coração muito comprometido, estava rejeitando os remédios, e não havia nenhuma esperança de cura ou de melhora, ele vivia muito cansado, e minha mãe passava longas noites ao seu lado. Nós éramos muito pequenos, mas já compreendíamos que nosso herói estava condenado à morte trágica. Logo se agravou seu quadro, minha mãe teve que o internar no hospital público de nossa cidade, onde foi bem cuidado, mas em poucos dias, ele já demonstrava fraqueza extrema, não se alimentava e as injeções que tomava não causavam mais nenhum efeito paliativo, então meu guerreiro pediu para morrer em casa, pedido que fora atendido pelos médicos dele, minha mãe o levou pra casa, mas meu velho não aguentou a pequena viagem de pouco menos de três quilômetros, faleceu nos braços de minha mãe dentro da ambulância.
Essa é mais uma das inúmeras tentativas que faço, para escrever sobre meu pai. Sei que daria um belo e humano romance, todavia nunca serei capaz de levar a cabo esse projeto, é doloroso demais para mim, pois a dor e o trauma da sua ausência em minha infância ainda são deveras penosos para mim.
O desejo de ser grande às vezes nos apequena.
"Já ouvi de um sábio guerreiro, que herói é aquele que faz o que precisa ser feito."
Quanto tempo se perde buscando algo que não pode ser achado.
Há, todavia, a ideia comum de que todo sonho precisa ser vivido, e que toda luta é válida para se alcançar o que se deseja.
Penso, com base na vida real, na minha própria experiência que sonhar é preciso, mas um pé deve ficar sempre no chão da realidade.
Saber o que se tem à mão ajuda a promover um pensamento positivo no que tange às nossas expectativas quanto ao que desejamos no campo profissional.
Um artista por exemplo, músico ou escritor, ou de outra arte qualquer, geralmente os artistas são de fato bons sonhadores, mas a vida prática tem mostrado que nem todos, mesmo entre os melhores e mais talentosos não conseguem o reconhecimento que merecem e desejam.
Aquiles o bravo!
Nas planícies de Troia, a batalha se iniciou
E entre os guerreiros, um herói se destacou
Aquiles, filho de Peleu, corajoso e impetuoso
Com sua lança e escudo, no campo de batalha era glorioso
Nenhum inimigo era páreo para sua força e destreza
E com sua bravura, inspirava medo e surpresa
O mais temido dos guerreiros, de coração forte e nobre
Era o mais valente dos homens, um verdadeiro cobre
Nas batalhas, seu grito ecoava pelos campos
E sua lança, cortava o ar, como uma flecha sem danos
Com sua armadura brilhante e sua determinação inabalável
Aquiles era o herói mais corajoso e formidável
Seus feitos ficaram registrados na história da humanidade
E sua bravura, em nossas mentes, permanecerá pela eternidade
Aquiles, o herói da Ilíada, que lutou com toda sua alma
Será para sempre lembrado como o mais bravo de todos os guerreiros de Troia e da Grécia.
"O HERÓI NÃO É VOCÊ, o herói é o seu pai, a sua mãe e aqueles que te rodeiam. Você não sabe que se drogar, se embriagar, roubar, ser agressivo com os outros etc. podem te levar a desgraça? Não é necessário você dar testemunho na IGREJA ou TELEVISÃO apresentando-se como herói. HERÓI SAO OS SEUS PAÍS. Mude se estiver nesta ou NÃO ENTRE, estando fora"
"MAIS VALE UM COVARDE VIVO DO QUE UM HERÓI MORTO -- Convivemos com noticiário policial e observamos a morte de autoridades policiais e outros usuários de ARMAS; saindo em socorro de outras pessoas e levando a pior. O valente não é o que parte pra briga, mas o que corre"
Me perdi no meio de tantas letras,
me acovardei entre muitas palavras,
o certo é ser um herói ao expressar,
e me tornar um vencedor por meios de,
virgulas, pontos, acentos e travessões.
Saul Freitas
23 de maio de 2014 às 15:26 ·
(Saul Belezza - Aprendendo um novo ABC)
“Pai, tu foste meu herói”
por Sariel Oliveira
O primeiro que eu perdi
Foi o meu herói.
Meu pai.
Doeu demais.
Me rasgou por dentro.
Tentei seguir…
Mas perder um pai que foi exemplo de homem,
De força, de princípios…
É como perder um norte.
Tu dizias:
“Faz o que eu falo, mas não faz o que eu faço.”
Mas, pai…
Tu te enganaste nessa.
Porque eu nunca te vi errar feio.
Nunca te vi decepcionar.
Nem como homem.
Nem como pai.
Nem como marido.
Tu foste o espelho mais limpo que eu já tive.
E eu sempre tive orgulho de ser teu filho.
Tu partiste praticamente nos meus braços.
E ali, no fim, tu ainda pensaste em nós:
“Eu te amo… cuida da tua mãe.”
E eu cuidei.
Cuidei até ela partir também.
E agora, sigo com esse vazio.
Mas cheio de gratidão.
Porque mesmo ausentes,
Vocês vivem em mim.
No que sou, no que escolho,
No que me tornei
O PÁSSARO QUE MORREU ONTEM
(Poema em homenagem ao herói venezuelano Oscar Perez)
.
Não há como ser livre
Espíritos livres, pensam liberdade
Mas meu pensamento está na alma
Minh'alma, em minha mente
E minha mente está em mim
Assim, não há como ser livre de verdade
Pois hoje eu penso não ser eu
Eu era um pássaro, que morreu ontem
No meu voar, sem precisar de amparo
Eu tinha um Deus como amigo
Que me provia a água, que chovia
No meu beber, sem precisar de cântaros
E meu cantar de pássaro subia aos Céus
Meus Céus e meu Deus
Eram bem maiores que os seus
Assim era o meu viver
Sem abrigo, anteparo e nem casa
Feliz, feito alma livre
Que não pensa, porque não precisa
E sem pensar me feriram
Quebraram-me as asas
Qual se fosse nada
Qual se fosse brisa
Mataram-me, sem precisar sentir vontade
Uma das poucas liberdades que se tem
E aquele, agora sou eu
Sou eu, sem o poder de ser eu mesmo
Mesmo assim, de alguma forma
Eu sou obrigado e vou seguindo às normas
Regras de gente, totalmente imprecisas
E já faz algum tempo que estou aqui
Pacata vida, de pássaro que não voa
Pensamento preso à alma, pois pensar precisa
Vivendo à toa, esse tempo infinito
Sentindo a saudade, que também me mata
Porém, quase nunca, uma morte certa.
Edson Ricardo Paiva.
Não dá para ajudar a todos, você não é super-heroi, e as vezes algumas pessoas não querem ser ajudadas, o máximo que pode fazer para ajuda-las é não ajudar.
O Mate na Cuia
é uma constelação,
Esculpi uma Estrela
e cantei a canção
do herói que tinha
uma na testa que
aparecia sempre
quando havia uma
luta pela frente.
Meu pai morreu jovem,
não tive tempo
para conhecer o herói,
eu só tenho isso
para a memória
que foi compartilhado
pelos demais
e o apego à tradição campeira
do Rio Grande do Sul
no meu coração poético.
O eterno herói ergueu a espada
onde as estrelas são mais visíveis
e onde nasce o Sol da sua Pátria,
resgatou o seu território histórico
e o equilíbrio no nosso continente
de poderosos sem honra e coragem,
e derrotou os traidores do povo
os derretendo na sua lição de fogo
perpétuo da sua ira mais profunda.
Convergir em prol da vida onde quer que ela se encontre é ser herói de si mesmo. O mundo dá voltas.
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