Ha como eu Queria q ela Soubesse
Com o Tempo
“Aprendi com o Tempo, que a vida só tem sentido real, quando há um motivo real pra se viver, chamado amor!...”
" Onde há tristeza, há alegria, onde há dor, há também conforto. Que sejamos a cura para tais enfermidades. "
Há mais de dois mil anos, o apóstolo Paulo já alertava os leitores contra o uso do politicamente correto ao lerem as Escrituras, dizendo "a letra mata, o espírito vivifica". É preciso ter espírito crítico para ver o que está por trás das palavras. Isso vale para qualquer palavra falada também: é preciso questionarmos sobre o que o outro quis dizer com tal palavra, pois as palavras têm sentidos diferentes para diferentes pessoas.
Atente ao seu redor, veja que há milhares de "amigos", agora passe a borracha naqueles que estão ao seu lado por momentos de curtição....
Percebesse que, restam apenas unidades permanentes, são essas unidades que você deve priorizar ao decorrer da sua existência. Seja leal a quem te oferece o bem, e não sofrerás pela ingratidão de pessoas más, de segundas intenções ".
Os motivos estão pulsantes? No olhar após a janela há tudo, as culturas, os rostos, as cores do dia, tanto aguardará por quanto a viver?
Abandone os papéis na mesa, esqueça as ligações, descause os pés, solte o cabelo no vento, vista-se com a liberdade e sinta a vida.
As pessoas só mudam quando querem mudar, e não há nada que possamos fazer para alterar isso; exceto a nossa forma de enxergá-las.
"Não há mistérios entre o céu e a terra, só as estrelas. Forjes as virtudes que a alma cerra, e poderás conhecê-las".
Se não há amor usente-se por favor.
Aqui está tudo vago;
No entanto, se é para não existir reciprocidade, vago deve permanecer.
Esta lacuna já é proveniente de amores gelados e incapazes de esquentar minh'alma, de amores que não querem enamorar-se de verdades, apenas de mentiras descabidas.
Não quero a metade de um coração mesquinha.
Deixe-me e vá.
E vá com a certeza de que antes só, do que mal amada.
Piscar d’olhos
Há muito tempo por aqui apareci olhando
montanhas, sanhaços, pintassilgos, beija-flores
beijando bem-te-vis, despencando de penhascos
gorjeando louvores. A pradaria murmurando
o vergel-lilás de suas flores. Era o lugar
que sonhava para os meus amores.
Então nada mais me faltava.
E foi ali que escolhi. O meu
alvorecer era em cores,
a chuva me iluminava,
o sol me inspirava
ao destilar de
deliciosos
licores.
No conforto informal, no
desejo de mais um mortal.
No crepuscular das tardes
de magia, embriagado ao tom
do doirado som a acariciar meus
ouvidos, qual a todos os lados naqueles
dias a mim consagrados. Tudo e a todos tingia.
Nesse mel de melaço, no mais puro regaço que no
profundo minh’alma regava, e me fundia em alegria.
Foram belos os meus dias os quais minha mente
arejava. À rede me embalavam as noites calmas,
meus pensamentos voavam em nuvens alvas.
O meu espírito se projetava além de coisas
humanas. Nas longas tardes de frescor-
rupestre dos fins de semana,
”muito além de Trapobana”,
aliás, estava pra lá de “Pasárgada,
onde eu era amigo do rei” e assim,
muitas vezes, pensei: “Jamais escolherei
qualquer mulher, pois, muito além dessa eu já
tinha, mesmo sendo amigo do rei”, com certeza
de tanta beleza, e convicto de que não a merecia,
por isso foi que não errei! Foi aí que compreendi:
sou um privilegiado e o meu lar construí dependurado
no topo de um monte encantado, porém, alicerçado com
cascalho dali. Belos e floridos jardins, com melífluo odor
de jasmim. Em cima do vale, com minha visão deslumbrada.
Minha família; presença marcada. Parece ter sido ontem.
O tempo passou ligeiro e neste comboio fui passageiro.
Meus filhos se casaram, meus netos se foram...
A minha companheira de tantos janeiros a
partir foi à derradeira, mas partiu pra va ler,
enfim, o meu coração se partiu por inteiro.
Restou-me a oração, pássaros e a canção
do meu velho travesseiro enfronhado de
emoção. Confessor e confessionário
esplêndido cenário passo o tempo
a escrever com alegria e prazer,
como se fora mais um otário
teimando em reviver. Não sou hipócrita
em meus apócrifos. E não quero me enganar.
Aprendi a ver a vida em sua plenitude, encaneci
com saúde e não posso reclamar. Partida é partida.
A existência é efêmera e, nem posso chorar.
Chegamos-voltando à frente de câmeras
registrando os relatos, de fato; relatando
os fatos. Alcovitamos em nossas câmaras,
regurgitamos desagravos ao nosso Criador
Pai. Melhor nos fora juntar os favos da gloriosa
e eterna Paz, do que os trapos que o mal sempre
nos traz. Caro irmão-leitor pense como for, mas,
por favor, não tenha pudor dessa falsa dor com pavor.
Nem seja acre, do seu coração tire o lacre, e no amor
seja craque sem o menor palor. É a realidade da vida, flor
em botão qual murcha dando-nos o seu tom chamando-nos
à atenção. Qual à bucha, com água e sabão, no banho é algo
estranho, verdadeiro estrebucho no antigo corpo de um bruxo.
Às vezes velho-tacanho aos olhos de estranho. Pode ser, mas não
é se ele sabe o que a vida é! Pois, fez-se amigo de tudo e
até da boa solidão, na realidade é sortudo, meu caro-querido
irmão, ele enxerga até pelo pé sendo provecto ancião. Solidão
pode ser desespero ou tempero de se encontrar com o “Eu”
por inteiro. “As aparências enganam”. A solidão pode ser uma
ótima companheira. Essa amiga vem para burilar a nossa alma
dando-nos a condição de vencermos a nós mesmos, já que o
nosso maior inimigo está no interior do nosso coração o qual
deve ser cinzelado com o amor da mansidão no universo dessa
eterna imensidão. Na realidade o meu coração mora nos universos
dos universos juntamente com o seu.
Esta historieta faz parte da vida deste modesto amanuense...
Muita paz e amor à sua pseudossolidão.
jbcampos
Se há amor no nosso coração, as pessoas fazem parte da nossa vida por vontade própria. Questão de ressonância.
Com o mundo que se apresenta - sinceramente - não há vida pós-parto. Quem sobreviver às pessoas, quem sabe.
A vida depende do compartilhamento entre as pessoas. Há dias pra receber e outros para doar. Por fim, nada se soma, tudo se troca.
Mentes turbulentas procuram a escrita quando não há mais nada a ser feito, talvez seja a melhor descarga mental para o poeta, que sente demais, exagera demais e no poema se derrama mais que demais.
Não há nada melhor que nos relacionarmos com Deus por intermédio das oração e ve-lo revelado por meio das Escrituras Sagradas.
Os excessos tecidos em nós, são por começo e por fim, nossas mais inexoráveis e urdidas lições.
Há hojes que tardam em analgizar certos ontens.
Quem vive na Essência não precisa provar seu valor.
Em termos de Consciência, não há necessidade de provar o nosso potencial ou valor para ninguém. Quem vibra na Essência simplesmente é, somente os Egos Inferiores que não reconhecem isso. Lidamos com Egos Inferiores (e o nosso) todos os dias, que ao mesmo tempo são Centelhas Divinas em potencial. As pessoas que vibram na Essência se reconhecem mutuamente. Ainda é mínimo o número de pessoas que vivenciam a Essência Divina.
É necessário ter paciência e uma certa flexibilidade para lidar com o ego das pessoas. Há níveis de manifestação desse Ego Inferior, quanto mais forte, menos luz entra. Quando uma pessoa se Ilumina, ela pode não sentir mais algumas necessidades que os outros ainda sentem. Por isso não devemos julgar porque cada um tem o seu momento de despertar. Aquele que sobe na Escala Vibracional Evolutiva solta gradativamente seus apegos, sua necessidade de agradar os outros, sua necessidade de ter reconhecimento etc. O que parecia ser tão importante, um paradigma acima se torna apenas complementar, pequeno ou sem tanta importância.
Ninguém tem capacidade para saber o que vai na alma do outro! Cada ser é único e não há nesse planeta, quem possa decifrar-lhe os mecanismos elaboradores que agem em seu cerne, a resgatar momentos de seculos já vividos, que serão colocados à frente dele, para base de novas experiências ! Diante das mudanças do outro o mais elucidado, respeita e abre-lhe passagem! Porém, o que se arrasta ainda nos campos do imediatismo, critica, condena, e as vezes, comete a insanidade de atirar-lhe a primeira pedra, mesmo sabendo que ela voltará contra ele mesmo, com mais violência ainda !
odair flores
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