Ha como eu Queria q ela Soubesse
Introspecção- VI
Por ser somente: um em nós viajarmos;
Não há em nosso viver, nada melhor;
Por nele, até O de nós CRIADOR;
Se em nós estiver, em nós encontrarmos!
Encontrarmos, na Fé, quando em nós tida;
Por nossa ALMA ainda VIVA se encontrar;
Por na tal ter, Todo Um Alimentar;
Que Ela precisa, para em nós; Ter VIDA!
Que bom, é por cá vivermos, com Tal;
Bem VIVA, em nossa tão pobre carcaça;
Que um dia, irá ter que ser sepultada!...
Pois se em nós O estiver, nem mesmo o mal;
Que em todos nós, está que nem carraça;
Poderá matar, A NELA; encontrada.
Com carinho;
Introspecção- V
Por ser somente: um em nós viajarmos;
Não há em nosso viver, nada melhor;
Por nos permitir, ver O SALVADOR;
Se em nosso ver, A Tal Ver; desejarmos!
Desejarmos, ver a Essência do AMOR;
Que tão confunde: o nosso humano, olhar;
Por na de nós ciência, um encontrar;
Não ter como explicar, Seu TAL Sabor!
Mas por nela, explicar qualquer, não ter;
Jamais nela terá, DELE um negar;
Devido Ao SEU sentir, em nós tido!...
Sempre que a outrem damos, O Nosso Ser;
Com AMOR, por No Tal só Ter: AMAR,
Às vezes, nem em nós; Compreendido.
Com Amor;
Introspecção- IV
Por ser somente: um em nós viajarmos;
Não há em nosso viver, nada melhor;
Por ser um viajar, a interior;
Pra procurar, o que em nós precisarmos!
Precisarmos, para cá, combater;
O que de mau, connosco se depare;
Por nada haver em tal, que se compare;
À força, que tão temos, em tal ter!
Daí, sempre que tristes, nos sintamos;
Façamos em nós, só bom viajar;
Às memórias mais lindas, em nós tidas!...
Para que novamente, em nós tenhamos;
Aquele: delas, tão bom consolar;
Que tão alegrar, deram; a nossas vidas.
Com carinho;
Introspecção- III
Por ser somente: um em nós viajarmos;
Não há em nosso viver, nada melhor;
Por se encontrar, em nós tão bom sabor;
Pra do tal, neste viver desfrutarmos!
Desfrutarmos, nas nossas horas más;
Que naturalmente, todos teremos;
Mas que com tal, a tais combateremos;
Devido a em tal; se encontrar toda a paz!
Toda a paz, que encontramos nesta vida;
E que a todos nós cá, tão pôs contentes;
Nesses momentos em: que a tal tivemos!...
Bastando a nós viajar: à tal tida;
Em que todos os males, por ausentes;
de nós, se afastarão, quando os vivemos.
Com carinho;
Introspecção- II
Por ser somente: um em nós viajarmos;
Não há em nosso viver, nada melhor;
Vamos então desfrutar tal sabor;
Para do bom, em nós; nos consolarmos!
Vamos, sempre que cá tristes ficarmos;
Esquecer as tristezas a nós dadas;
Visitando as alegrias, guardadas;
Pra matar, as tristezas, que encontrarmos!
Pois todos, nós passamos bons momentos;
Nesta tão triste vida, por morrer;
Ser o final, que a tal; tem pra nos dar!...
Daí desfrutemos, dos bons alentos;
Que tão tivemos, no nosso viver;
Por nos tais: haver tanto consolar.
Com carinho;
Há vento que sopra tempestade e tormenta em nossas vidas, quando percebemos a tempestade toma parte de certas coisa quem nem queríamos estar nelas.
Um velório é uma espécie de bar onde você encontra seus amigos e conhecidos que há muito não via. E uma oportunidade rara de lembrar causos e histórias vividas com a pessoa ausente. A diferença é que não é servido bebidas alcoólicas.
Chamo bagunça de linda, porque há beleza no caos. É linda porque se reergue das cinzas, é linda porque transforma o chão batido em grama verde. É bagunça porque ninguém ainda conseguiu arrumar, é bagunça porque chora de noite, mas ri pela manhã. Uma bagunça a dançar é uma bagunça em constante movimento, que não nega a existência da dor, mas nega que ela ocupe um lugar de influência. Não se conforma em estar bagunçada, se movimenta até que seja arrumada. Mas “Linda Bagunça” não será bagunça para sempre, afinal, o primeiro capítulo só faz sentido se você chegar até o final da história. Hoje transtornada, amanhã transformada. Por isso, dance “Linda Bagunça”, se movimente, até que sejas arrumada.
Há um silêncio inevitável quando se questiona a verdade que mostramos fora de nós e outro silêncio mais profundo, quando somos nós, os questionados pelo nosso silêncio.
by/Erotildes vittoria
Há dores que são tão reais quanto um ferimento exposto e depende apenas de nós cicatriza- las/
Carregamos em nós a missão de regeneração da alma .
Não se sabe se és riso ou choro, alegria ou imensa tristeza, luz ou escuridão...
Não há brilho em teus olhos perdidos, ou diciplina em teus pensares camuflados, uma hora cá outrora lá, não se sabe se está aberto ao caos que possa sentir, desmasiado ao trovoar dizendo que a chuva está por vir...
Calibra te oh pois e sai ao vento sem rumo a degustar deste pedaço de chão, há algo que realmente se importe? Ou estar sobre o podio é o que lhe basta? Onde vais?
Assim, devastada a não saber o que há...
E os dias que seguem cada um com sua luz, um...dois...trezentos...vago...e suma...
A soma de todos os resultados depende muito da multiplicação, mas há de reconhecer que sem divisão o resultado será insatisfatório.
Somos todos Anjos... porém há Anjos com asas maiores... podendo alçar vôos mais longe... assim, ajudar muito mais gente!... ;)
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(Cris)
Minha inteligência é um pouco abaixo da média, e não me envergonho disso. Na nossa era, há muitas pessoas inteligentes e muitas coisas inteligentes, como a internet e os smartphones. Mas eles complicam e aceleram nossa vida. Costumo dizer que o valor da inteligência às vezes é negativo.
Só agora compreendo: os laços do amor são mais fortes que as correntes poderosas. Não há fuga possível.
O BEIJO (soneto)
Há no amor um toque de instante de magia
que é a do beijo, o afeto por ele entrelaçado
a alma em um infinito em êxtase de alegria
dos lábios comprimidos e todo encantado
Um mistério bendito de mutação luzidia
duma força e grandeza no prazer ansiado
aflito, mas, calmo nesta tão doce romaria
em um agito, corrompendo todo o agrado
O beijo flecha o olhar de todos os amantes
tão certeiro, em uma sensação de quantia
enfardando os pensamentos num abraço
É porque, entre os lábios ali soluçantes
o tempo estaciona, e ampara a harmonia
na paixão, no ser, ocupando todo o espaço
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
25/02/2020, 05’02” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
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