Ha como eu Queria q ela Soubesse
Eu não gosto da saudade. Não gosto de como ela despreza, de forma insignificante, todos os sentimentos, e, como se não houvesse nada, nos acalenta. Ó saudade, etérna, impávida, tenha misericórdia das pobres almas que te trazem guardada.
Se a vida fosse tao facil como pensei , eu estaria feita.Mas como já sei que ela nao é feita de contos de fadas vou partir para os sonhos.
Sonho de ser feliz,mesmo que a vida seja dura.
Sonho de ser pura,mesmo que a vida seja amarga.
Sonho de viver , mesmo que muitos queram morrer.
Sonho de ganhar,mesmo que tenha muitos que queira perder.
Sonho de continuar,mesmo que muitos queram parar.
Ester de Sousa Lima.
*Eu sei que você pensa coisas do tipo,-como ela me sufoca,-como ela me prende,-como ela ciumenta,-como ela é chata,-como ela consegue brigar tanto,-eu quero sair hoje,-eu não quero ir lá,-eu não quero fazer isso que ela quer.
Eu sei que você pensa muita coisa sobre ela das melhores ate as piores eu também sei que você pensa coisas assim,-que linda que ela ta,-que cheirinho bom,-que carinho gostoso,-que saudade ruim,-que bom estar com ela,-que abraço bom,-eu a m o ela.
Eu sei que apesar dela não te impedir de sair ou você não deixar que ela te impeça você sente falta de sair curtir sem dar satisfação, sente falta de ir pra night e poder ficar com várias,sente falta de dar uma pegada diferente,de sair por ai de curtir com teus amigos sem preocupação,sente falta de bocas,gostos sabores,corpos e assuntos diferentes.
Eu sei de tudo isso, mais ela sabe? Provavelmente a sua menina deve pensar coisas desse tipo pelo fato de toda menina pensar assim,mais com certeza ela deve imaginar que tu a ama sem limites e que vocês realmente são eternos.
Mais eu sei que apesar das coisas que você deseja na ausência dela,você também pensa em estar com ela toda hora,sente uma falta doida dela,gosta dos abraços beijos,carinhos,do jeitinho de rir de falar besteira,o jeito de pedir desculpa,das brincadeiras de vocês,de conversar e poder saber que você pode contar com ela,sim você realmente a ama do fundo do coração e ela é a menina mais linda do mundo.
Olho pro céu e me imagino sentada na lua.. será que ela é de queijo como eu pensava quando era criança?
Mas então, já que estou com você, Garotinho. Você está comigo. E eu ainda deixo a vida ser como ela é.
Como descrever você? Eu a descrevo como 'eu'. Soa estranho, mas é assim que a
descrevo, porque ela se encaixa em mim, ou seria o contrário, eu que me encaixo nela?
Quanto a isso não me preocupo em saber, pois basta sentir que eu sou ela e assim nos
entendemos...
Deixe-me tentar senti-la e então poderei explicá-la melhor...
É algo imenso, intenso, confuso. Quando menos espero, suas letras estão eufóricas,
agitadas, mexem-se, dançam, pulam, gritam...
Fiquem quietas um pouco! Comportem-se! Que agitação mais ansiosa! Essa ansiedade às
vezes me adoece, porque o meu corpo acaba se concentrando somente nela.
Já estou vendo uma letra balançar a perna e olhar para os lados impacientemente... o
que estaria procurando? Talvez só esteja esperando as duras palavras irem embora,
porque elas não gostam que suas letras a amarrem, nem ameacem, elas gostam mesmo
é de liberdade...
Às vezes ela me parece cansada, mas só podia estar, depois de tanta energia à solta...
Lembra-me também algo um pouco escuro, mas também um pouco claro, com tons e
contrastes avermelhados. Seria então o pôr-do-sol com a noite prevalecendo? Não,
com certeza não, porque o pôr-do-sol é calmo, a Inquietude é inquieta...
Eu tenho apenas uma coisa pra dizer à você:
Não Inquietude, não estou pedindo que pare, é da sua natureza ser assim, parar seria
angustiante, você é um tanto avassaladora e não comportada. Também não estou
dizendo que não posso tê-la comigo...
Só te peço pra gastarmos essa energia de outra forma, pois o modo como vem sendo
feito está me desgastando, me sufocando, porque senão Inquietude, como poderei
levá-la aos mais intensos e vívidos momentos, se na metade do caminho já tivesse me
desconstruído toda?
Eu a ajudo e você me ajuda... e assim vamos seguindo...
"Penúltima noite de Outono.
Será que, assim como eu, alguém a questiona?
Ela está aqui, como sempre, atrapalhando a intensidade da luz e dos pensamentos humanos.
Algo intocável, perene e amedrontador.
Mas linda...
Linda em sua forma, em seu cheiro, em sua plenitude.
E nós, meros humanos, ficamos reféns de sua força, de seu mistério e de sua magia.
A alguns ela traz amor; a alguns, delírio; a alguns choro.
Mas, que seria do lindo dia a nascer, sem a obscura noite a nos matar?" (Ka Santos)
Eu fiz a dor como a minha amiga, como a legítima amiga, que anda comigo para lá e para cá, ela senta ao meu lado na escola e me faz escrever esse texto.
Eu acho que você devia olhar para si mesmo, como ela olha. Olhe para a vida dela. Com certeza você encontrará algo além do que você jamais viu. E algo que tenha um toque de magia e esperteza, assim como você tem, ela também tem. Ela acha que é capaz, bem, ela tem uma vida que ela não acha NADA normal, e essas coisas acho que não acontecem com todo mundo. Ou será que acontecem? Fico olhando pra ela, e tentando a entender. Eu gosto dela. Gosto muito dela.
Estou tentando começar com algo mais real. Bem real. E esse realismo ta tomando tanta conta que, ela que tanto digo, sou eu.
"Eu a amava, em suma. E era infeliz. Mas como poderia ela
algum dia entender essa minha infelicidade? Há aqueles que se condenam ao
cinzento da vida mais medíocre porque tiveram alguma dor, alguma desgraça; mas
há também aqueles que o fazem porque tiveram mais sorte do que poderiam
suportar"
SIMPLES
Eu não construo poesia
Como quem faz uma casa de praia
Ela se arma onde bem quis.
Na aparência como se vê no espelho.
Esqueci-me das palmeiras de babaçu
Postas na área de entrada
Fazendo um caminho
Que por airoso fica na areia.
Nunca premeditei uma poesia
Como quem virtualisa um amor alado
Desengonçado e trabalhoso.
Como o que sentiu fazer
A primeira maravilha do mundo.
Nunca imaginei a poesia
Como quem idealiza um amor
Não amo as poesias que faço.
Antes, às vezes as odeio e rejeito.
Elas me consomem tudo, o tempo,
Toda afeição de que tenho, traço.
As poesias que têm saído
De meus inventos,
Das rimas que persigo, imerso
Vem do universo.
Vem como chuva
Vem como anjos que voam ao léu.
E se você estiver com outra, que ela cuide de você como eu não pude. Que ela te faça o mais feliz possível, que realize todos os seus desejos e não te faça sofrer. Porque se ela o fizer, não sei do que sou capaz. Não irei matá-la, apesar de que a tentação é grande, mas só não faria isso porque sei que ia doer em você. Então, eu ia dar meu máximo pra arrancar teus sorrisos e cessar tuas lágrimas, não ia pedir seu amor em troca dos pequenos favores, só iria te pedir pra que fosse feliz, pra que não sofresse, pra que desse seu melhor e continuasse de cabeça erguida. E caso siga feliz com outra, que ela seja capaz de realizar tudo o que eu não tive a oportunidade de fazer, pode doer em mim te ver com ela, mas doeria mais se você estivesse comigo e eu não o fizesse feliz.
O QUE ME FERE A ALMA
Se eu vejo a lágrima da mulher amada,
Ela me atinge assim como uma espada,
Que eu não tenho como conter a dor em mim.
Ela me corta e me fere a alma,
Me destempera e ainda me salga,
Nada me acalma, em vê-la triste assim...
Foi como ela me disse, você exagerou. Você estava errada, eu era feliz; na verdade eu ainda sou. Mais sou fraca de mais para dizer isso, tudo que errado tem gosto melhor e eu adoro me arriscar. Tudo que é perigoso combina contigo, tudo que é indiscreto tem algo seu. Tudo tem seu tempo, ela me disse. E eu nem liguei apenas vivi o que estava naquele momento, em que estávamos juntas e sem ninguém por perto. Ninguém era mais valioso do que aquele momento; Ao seu lado eu era feliz, e não tinha coragem de perceber, eu queria ver mais coisas além daquilo eu queria correr mais as estradas, eu precisava apelar para o “Fim”…
Não sei como você chegou à minha vida.
De repente quando eu percebi, ela não me pertencia.
Deve ter sido este teu jeito meigo, ou este olhar profundo de menina mimada.
É difícil não te amar. Depois de te conhecer não suplicar pelas tuas caricias.
Não sei como não te desejar.
Eu que por você estou encantado.
Não sei como não te amar.
Eu que por você fui enfeitiçado.
Você é toda malicia.
O desejo reprimido.
O nascer de cada dia.
A paixão recolhida.
Você inspira desejo e amor.
Detonando paixões com seu jeito de ser.
Fazendo de cada homem um sonhador.
Ah! Menina você faz muito homem sofrer!
Menina valente e inconsequente
Por que fizeste isto comigo?
Eu que estava carente.
Só queria ser teu amigo.
Agora menina! como vou te esquecer?
Eu levo a vida como ela quer me levar
Pelos cantos a procura do seu amor
Ao qual eu irei de encontrar
Mais tal dádiva terar a hora certa de chegar
Pois tudo tem seu tempo
E o que está determinado pelo destino acontece no momento certo
Adoro o jeito como minha mãe me apóia. Contei pra ela que eu havia me separado e ela perguntou o que fiz de errado.
como ela naum tem fim
eu naum consigo sentir raiva
por mais ki eu tente
sempre falo
"ah vo eskece vo viver a vida"
mais depois para i penso eu naum keru eskece
eu fui abençoado ganhei um dom divino
fui premiado com a dadiva mais linda
mais eu naum consegui deixei escapar
como ???naum posso acredita
tava nas minhas maos bem pertinhu de mim
mais eu falhei
mais pensa comigo o ser humano eh falho mesmu
achu ki naum sou o unico
mais sou privilegiado simmmm
tenhu sentimentos unicos dentro de mim
sentimentos de saudade amor esperança
obrigado meu Deus por esse privilegio
esse privilegio de poukos ki me
da forças pra continuaa
pra continua acreditando ki
nada eh nada foi i nada sera
em vaooo...
1912
Eram apaixonados como eu nunca vi.
Neste dia estavam á beira do mar de mãos dadas, ela se chamava Bárbara e ele Eduardo.
Confesso que hesitei quando vi, mas logo eu e o mundo que os rodeava notamos que era inevitável aquele amor não acontecer. Sempre esteve nos dois corações aquele sentimento, e aos poucos eles iam se tornando romance, dia a dia, companhia, sorrisos, cartas…
O primeiro beijo aconteceu, quando eles se olharam nos olhos fixamente. O ego deles se cruzavam de qualquer forma. Era como se os dois fossem um só. Daí não parou mais, não se largaram um minuto. Muitos beijinhos, abraços, sorrisos, lágrimas, briguinhas, voltas.
Eles já sabiam mesmo sem saber a importância e o tamanho daquele sentimento.
No primeiro mês de namoro Eduardo deu uma rosa que prendia no cabelo – que combinava com seus vestidinhos que ela tanto amava de bolinhas -, no segundo foi um perfume, no terceiro confesso que não sei, mas acho que uma rosa e um perfume.
Só tinham quinze anos, e com o tempo os pais de ambos foram se acostumando com a ideia.
Passou-se sete anos, Eduardo a pediu em casamento. Casaram-se na igrejinha com poucos convidados e os trajes mais lindos da época. Bárbara estava impecável com o seu vestido de noiva com uma cauda enorme e uma simplicidade ao mesmo tempo.
Jogou-se o buquê, brindes, valsas, e tudo que se tem direito.
A lua de mel foi no estrangeiro, na Europa. Passaram por lá algumas semanas. A volta foi triste. Queriam para sempre aquele lugar apaixonante. Mas então voltaram para o Brasil, mas especificamente, Recife.
E continuava com aquele clima romântico, afinal… O amor e a cidade ajudavam.
Todo dia, o dia novo que vinha, era a melhor fase do casal, sempre melhorava aquele romance, o dia seguinte sempre era melhor que o passado. Era tudo demais, feliz demais. Triste demais nos dias de brigas, normal.
No dia 31 de julho, Eduardo sofreu um acidente.
Bárbara não sabia o que fazer naqueles dias conturbados no hospital, ela rezava a cada segundo, beijava a testa do seu amado, rezava novamente, chorava no ombro se deus amigos e familiares. Eis que sete de agosto, sete dias depois do seu acidente… Eduardo faleceu. E bárbara foi junto a ele. Não no corpo, mas na alma. Ela passou dois anos não vividos. Ela não sabia mais quem era, só vivia do passado.
O cemitério por algum tempo tornou-se seu lar. Lembro de uma vez que ela chegou a deixar no caixão a flor do seu cabelo – do primeiro mês de namoro –
Passou a desacreditar de Deus por alguns meses. Depois, voltou a acreditar. E a partir daí mudou.
Ela saiu e foi viver, viveu. Teve outros amores, casos. Viveu feliz com a família – que aos poucos também iam partindo – e com seus amigos – que também alguns partiriam antes dela – não que ela não fizesse isso, pelo contrário. Bárbara e Eduardo eram extremamente ligados as suas famílias e amigos. O amor deles não só juntava os dois, e sim as pessoas.
Ela viveu, diga-se de passagem. Não um viver bem, mas um viver vivido apesar de tudo. Sempre faltava um pedaço nela, um pedaço de terra, de pessoa, de amor. Tudo fazia falta, tudo. Ela não tinha filhos com Eduardo, não tinha nada. Só as fotografias de momentos inesquecíveis.
2010
Bárbara é o seu nome. Menina feliz, com uma família maravilhosa, amigos bons.
Ela é de recife, ama a cidade e o pessoal de lá. Mas as vezes não se sente totalmente ‘em casa’ falta um pedaço nela que Bárbara não fazia ideia de onde vinha.
De vez ou outra ela ia no recife antigo e chorava, chorava sem parar. Múrmuros de choros.
Na praia, ainda era pior. Eram lembranças que ela não conseguia ver ou saber, mas sentia.
Dia oito de agosto, ela estava perto do mar, sentada e chorando muito.
Do nada, apareceu um menino aparentemente da sua idade – 15 – e lhe deu uma rosa e disse:
- E a historia não recomeça, ela continua. E cada vez mais linda e eterna.
Bárbara sem entender nada, diz
- Hã? Desculpa, não to entendendo.
O menino riu
- Eu também não entendi, saiu do nada. Você ta chorando, me doeu te ver assim, mesmo sem te conhecer. Quer um presente?
Bárbara riu
- Não precisa, mas obrigada pelas palavras.
- Eu faço questão, tome essa flor.
- Nossa, que linda! Obrigada.
- Mas olha, é pra por no cabelo, é uma flor de vida, mas com um tick - ou sei lá o nome – atrás dele que tu coloca na cabeça.
- Ammmmmmmm, (risos) pronto. Que engraçado, onde comprasse isso?
- Ficou linda, e combinou muito com sua blusa de bolinhas. Achei aqui no chão. Não vai deixar de aceitar não, ne?
- (risos) claro que não! E qual seu nome?
- Eduardo. E o seu?
- Bárbara.
Os dois paralisara por três segundos.
- Que fofa! E que bom que suas lágrimas sumiram
- (risos) É… É como se eu tivesse achado a minha casa, o meu porto seguro.
- Agora quem não entendeu fui eu.
- Talvez eu também não.
Os dois sorriram.
E dessa vez os dias sete, os momentos sete, setenta, dezessete, nada atrapalhou. Foi para sempre, e olhe que dizem que isto de eterno não existe. Mas para aqueles dois irá existir. E vai ser sempre como se fosse o primeiro e eterno amor.
E sim, eles não se perderam um do outro.
Agora, anos depois. Ambos já adultos… Possuem dois filhos. Um menino e uma menina. Deixaram na vida uma raiz.
E no momento em que eles partirem, vão partir de um jeito totalmente deles.
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