Grito
Meus Sentidos Intensos
Alberto Duarte Bezerra
Se sentir voltar no tempo,
Feliz como uma criança,
Cheia de graças amenas,
Em folguedos simples que sejam,
Dar risadas, soltas, alegres,
No brincar a dois com ela.
E buscando desta forma,
Uma razão pros meus sentidos,
Que permeiam o meu querer,
E plenos em meu corpo,
Buscando respostas a esta ventura,
Com o que deles fazer.
Assim não teria valia, a música,
A poesia que encanta,
As palavras belas,
Não fossem os ares,
Não fossem os ventos,
A propaga-las,
A leva-las num murmúrio,
E as deixando aos ouvidos dela.
Não fossem os lábios, os olhos,
O rosto em aquarela,
Brincando com os tons, da forma mais bela,
Que magia teriam as cores,
Não estivessem no rosto dela.
E esta profusão de gostos,
Que minha gula reclama,
Não teriam tantos sabores,
Não estivessem nos lábios doces,
Nos salgados carnais,
Que quero mais,
Do corpo dela.
E esses aromas inebriantes,
De feromônios vibrantes,
Que aceleram o meu pulsar,
Que não canso do cheirar,
No corpo dela.
E não seriam tão provocantes,
Não fossem dela,
Estes toques, estas carícias excitantes,
Que convidam a um desfrutar,
E incontidas se acumulam,
Extravasando de repente,
Num apelo de gritar,
Com ela.
Nesse mundo, mundo loco, contagia e contamina, o pensamento do povo, politico não que não faz nada, o povo que recorre as ruas, e tudo isso vem como injustiça no bolso do povo justo.
Preconceito pra todo lado, por cor, gosto, raça, religião, poucos sabe mais Jesus não era bonitão, baixinho, moreno, barbudo, cabeludo e nem por isso salvou esse mundo, eu sou Maju, sou Ubuntu, sou branquelo e sou Negão, o que corre dentro de mim é sangue o mesmo que corre nos meus irmãos.
De injustiça, a justiça, não pratica a justiça, coloca sangue inocente na sela com terroristas, morte, caos, e no final a culpa e da comunidade pobre que no morro nasce sem chance de viajem.
Estudo não vejo mais, a politica não contribui mais, mais pra lavar o jato os politico sempre saca uma a mais $$.
O povo vai a rua, o grito de liberdade, a vontade de justiças, leis e paz, e a melhora pros hospitais, escola, politica, democracia, o grito do povo que geme por Paz.
MORRER DE AMOR
Quem me vê sorrir assim,
Sequer imagina a minha dor.
Sofro por não tê-la junto a mim,
Finjo, e por dentro grito...
(E isto me é tão ruim!...)
Queria, na maior verdade,
Enquanto ainda resisto,
Era morrer de amor!
(Do livro "100 folhas de amor")
"Ao contemplar a vastidão do universo e a infinitude do tempo, uma verdade inquietante se revela: somos apenas um breve instante, um sopro insignificante na eternidade. Cada decisão, cada passo, molda não apenas nosso destino, mas o eco que deixaremos no vazio cósmico. E, no silêncio absoluto do espaço, surge a terrível possibilidade de que, talvez, nosso grito nunca seja ouvido."
Acontece ao logo do dia
Porque precisamos de ser provocados!
Para entender o preço amargo de nossas decisões
Sempre emboscado por onde somos encontrados
Sendo preciso entender que precisamos de precauções.
O dilema do cotidiano é sempre ser testado
O que não é nada levado
Para o testemunho do lado
Porque seremos o sempre o oposto do amargo.
Isso é algo inusitado ser encontrado
Intuitivamente levado a ser marcado
Nada é por acaso ser arremessado
Na correnteza e ser arrebentado.
Mas, na verdade o que acontece nesse prazo
É ser julgado por ter errado
E não ser condenado.
Ao longo do dia, um grito...
Sousa-Paraíba 21:18, 21/08/ 2019, Silveira Osnildo
Sei,
Bem sei,
Perfeição não mora em mim,
Eu calo demais,
Tenho minha paz,
Mesmo em meio o caos,
Nada tenho à oferecer,
Além do meu viver calmo,
Que te acalma,
Além da Alma,
Eu vim trazer-te um pouco de silêncio,
Ao seu grito de socorro,
Um jeito,
De mudar seu jeito,
Cheio,
Em meio ao vazio,
Do Universo do seu ser,
Onde eu admiro cada estrela,
No planeta do seu corpo,
Em forma de pintas,
Aprecio cada uma delas,
Cada toque,
Cada pedaço,
Todo seu cheiro,
Que me entorpece,
Enaltece,
Mergulhando-me,
Cada dia mais no teu Universo,
Universo de Alma,
Universo paralelo,
Psicodélicamente em cores,
Sabores,
Suspiros,
Entre gritos, silêncio, beijos, suspiros e defeitos,
A gente se embala,
Se orienta,
Se aguenta,
Até que tudo vira música,
Uma linda canção de Amor.
É só uma máscara, uma espécie de mecanismo de defesa; Eu tenho coração! O sorriso nem sempre diz que estou feliz! Mas quem se interessa por aquilo que não se pode ver!!? Protesto! Não aceito! Mas quem sou eu!? Imperceptível em meio a multidão... Esse é o meu grito, eu tenho coração!!
É previso perdoar aqueles que vivem gritando sem razão, tentando se impor pelo barulho; pelo menos o eco do seu grito apelativo serve de base para aqueles que necessitam de uma consulta otorrinológica.
Proibir biografia não autorizada – mesmo isso previsto em lei - é considerado (por alguns) censura prévia. E tentar proibir a proibição no grito, na ofensa ou fugindo do assunto? É o quê? Hein? | 00658 | 11/10/2013 |
Me disseram para ser menos.
Menos emoção, menos verdade, menos alma.
Mas em um tempo onde tudo é tão vazio, ser intensa é meu grito de existência."
— Jakelini Danielewicz Gomes
me sinto como uma Terra desconhecida
como uma ilha que ainda não conseguiram encontrar
não escrevo pra tentar ser poeta ou algo do gênero, escrevo porquê dói
escrevo porque a vida me rasga o peito
eu preciso ser decifrada, alguém tem de saber caminhar e conseguir sair do labirinto que existe dentro de mim
não sou um conceito, sou o silêncio encontrado em um enorme grito
As vezes pensamos que não existe nada além de viver em prol do outro. Esse outro pensa que não podemos ser nada longe dele. Mas pode sim! Você tem uma vida inteira de coisas boas te esperando lá fora.
A decisão é sua! Soltar as mãos ou sangrar entre os espinhos até morrer por dentro...
Eu vi , o teu choro calado; quando mesmo triste você conseguiu esboçar aquele leve sorriso quase apagado; o teu desespero velado; quando você se conteve para não sair correndo,sem rumo, para qualquer lado à procura de um sonho há muito perdido, não realizado; os teus gritos abafados... Eu vi. Você não me viu. Mas eu estava ao teu lado!
Vez por outra, a natureza reivindica o seu espaço na terra. E para isto, ela briga com os humanos mostrando a sua força, o seu grito, o seu jeito de se fazer entender (ou temer).
Silenciosa viagem.
Ah! A luz fugaz...
Minha primeira refeição do dia:
Uma taça de vinho da garrafa vazia.
Água da vida para um vagabundo?
Sopa de pedras para o jantar!
Maldita libido!
Antes um cigarro, agora um lago.
Grito mudo na porta de luar!
Amor? Mais amor!
A viajante solitária no encontro de si mesma.
Página a página.
Ei-los: A rosa - O vento (No jardim íntimo, onde cada solilóquio é confessado).
Harmonia e confusão.
Balão suspenso.
Bocas seladas, casas desabitadas.
Piada ou conto de fadas?
Aquele mofo por trás das cortinas.
O pó mágico que entorpece a língua.
Anestesia para as narinas cansadas.
Sem cheiro, sem pelo, nenhuma cor.
Amor e ódio na tela da TV.
Amor e ódio no jornal, na varanda e no quintal.
Na cama sempre é doce!
Meias verdades calçando sapatos de lã.
Ou será essa também uma laranja inteira?
A mulher piano certa nas mãos do pianista errado.
Mais uma folha de papel timbrado, amassado e rasgado.
Um mar de silêncio do quarto, grito mudo outra vez.
Loucura, remédio sem cura, lixo, fumaça, embriaguez!
Juízes equilibristas.
Deputados malabaristas.
Sorrisos de elástico vomitando dúvidas.
Alimentam bocas pela certeza.
E as calçadas estão repletas deles.
O vento que afaga meus cabelos, ele também me beija.
E a morte me belisca a cada nova piscada.
Ah! A luz fugaz...
Amor, mais amor.
Grito mudo na porta de luar!
Todo dia eu encontro a sanidade,
a sanidade em pessoa
e ela me dá uma folha, e
eu escrevo meus problemas
pois na terapia de grito,
onde não há certo ou errado,
eu tenho vontade de arrancar meus olhos
dilacerar meus ouvidos.
Pois na terapia de grito
que eu finalmente percebo
que é ele infinito.
