Grandeza
É necessário elevar sempre o espírito para que o corpo padeça com a ausência da imensidão da sua grandeza
O que me consola é que nascemos no mesmo planeta dos santos, o que me apavora é que não conseguimos ter a grandeza dos seus corações
Pessoas incríveis…
Há almas que caminham conosco como estrelas em noite sem lua, iluminando horizontes que antes pareciam inalcançáveis. São vozes que entoam verdades simples, mas profundas, como rios que jamais cessam de fluir. São mãos que se entrelaçam, não apenas na carne, mas no espírito, construindo pontes onde antes havia abismos.
Essas pessoas, jóias raras que habitam o âmago da existência, carregam em si a força de testemunhos que erguem montanhas e desatam nós de incredulidade. Suas palavras, tecidas com fé, nos recordam que para YHWH não há barreiras insuperáveis, apenas lições que lapidam a alma.
Quando famílias se unem, formando um só corpo, o ar se preenche de uma paz que sussurra ao coração: "Aqui está o reflexo do Eterno." Os risos ecoam como canções de esperança, e as histórias compartilhadas tornam-se sementes de confiança, plantadas no terreno fértil da comunhão.
Quem tem o privilégio de cruzar com essas vidas sente nascer dentro de si um calor inexplicável, como se o próprio céu se inclinasse para abraçar a terra. É o milagre da união, o testemunho vivo de que, com fé, o impossível é apenas um eco distante que se desfaz diante da grandeza divina.
Os que estão contra você, são os que mais acreditam no seu poder...
Oh, quão curioso é o destino, que faz do antagonista o peregrino, guiado por temores, velado em ardor, a medir-te a força, a temer teu vigor.
Não é o amigo que te sonda a alma,
nem o amante que te rouba a calma,
mas o opositor, na sombra escondido,
que vê em ti o brilho não contido.
Se ergue o muro e te lança ao chão,
é porque teme tua ascensão.
Se trama no escuro e espalha a dor,
é porque anseia calar teu clamor.
O rival não odeia o vazio em teu ser,
mas o eco que faz o mundo tremer.
Pois só quem enxerga no outro o infinito
ergue-se contra, num gesto aflito.
Que ironia amarga, que jogo sutil,
Quem te combate te vê como um farol febril.
Não desafia o fraco, nem teme o banal,
mas curva-se ao poder que soa imortal.
Então, segue em frente, sem hesitar,
Pois na resistência há de se revelar
Que o maior tributo à tua grandeza
É o temor que desperta tua fortaleza.
E assim, na luta, descobre-se a lição:
O verdadeiro inimigo é quem te dá razão.
Mentes…
A pequenez de uma mente revela-se no seu fascínio pelo efêmero, pelo irrisório, pelo rumor que se arrasta pelas sombras do cotidiano. Focar-se nas vidas alheias, desfiando os fios da privacidade do outro, é sinal de um espírito que se detém na superfície, incapaz de sondar as camadas mais densas da existência. A fofoca, em sua essência, é o refúgio de quem se recusa a confrontar a vastidão do pensamento, preferindo habitar o estreito corredor da banalidade.
Por outro lado, há aqueles que se inclinam para o dinamismo dos eventos, para os movimentos que moldam o mundo e nossas experiências compartilhadas. Essas mentes, embora mais arejadas, ainda se limitam ao transitório. Discutem fatos, narram histórias, mas se deixam enredar pelo agora, pelo cenário externo que se desenrola como um teatro. Não ousam perscrutar as raízes que sustentam o que é visível, pois talvez temam o abismo que aguarda sob a superfície dos acontecimentos.
Já as mentes verdadeiramente grandiosas transcendem a distração do trivial e a armadilha do imediato. Essas almas encontram o infinito no pensamento, o eterno nas ideias. Não se satisfazem com a espuma das ondas; buscam o oceano profundo onde residem as perguntas fundamentais. Elas sabem que discutir conceitos é escapar da prisão do contingente, é tocar o que é universal, absoluto e transformador. O diálogo de ideias não apenas conecta consciências, mas também as eleva, permitindo que o espírito humano se expanda para além de si mesmo.
Assim, a diferença entre essas três categorias de mentes não é meramente uma questão de escala, mas de profundidade. É a escolha entre o passageiro e o perene, entre a distração e o propósito, entre o ruído e a música. A grandeza de uma mente não é medida pelo que ela consome, mas pelo que ela cria e pelo impacto que suas reflexões exercem sobre o mundo. Enquanto as mentes pequenas se contentam em observar o palco, e as boas em relatar suas cenas, as grandes reescrevem o roteiro que dá sentido à existência.
Eu gritava, e só o mar respondia fazendo eco nos meus ouvidos. Percebia, que há muito tinha estado só na imensidão que me surpreendia com sua grandeza que parecia, só eu via.
Não é bom ser ganâncioso, melhor e ser humilde e aprender a servir, para alcançar a verdadeira grandeza.
A noite transparece a calma e também o alívio das estrelas. O olhar atento da janela é o que me consola do quão pequeno é o mundo diante a imensidão do céu. De quão rapida é uma vida e quão pequeno podemos ser se não olharmos sempre pra cima, qualquer deslize pode nos deixar pequenos.
A força de uma paixão muito imponente, grandeza emocionante, arte que possui um fogo constantemente aceso, a essência de uma primazia abundante, reflexo de um mundo intenso, charme incessante, que traz um coração fervoroso, um certo atrevimento, desenvoltura provocante, sedução em vários momentos, quentes e marcantes, a veemência de um tom vermelho, vitalidade naturalmente viciante como a fogosidade de seus beijos.
