Governo
O militarismo que não reconhece e exalta o civismo e o patriotismo de sua cultura, perde a vocação nacionalista em qualquer estado e governo livre. O militarismo sem o civismo cultural necessário, não passa de uma força armada mercenária organizada, imoral regida pelos interesses dos falsos poderosos e do dinheiro.
O verdadeiro homem publico é simples e não se cega pela vaidade e nem pela hierarquia politica que transitoriamente ocupa, pelo contrario em seu espirito servidor social, se reconhece semelhante como o mais pequenino eleitor que ele representa. Pensa a frente por um bem maior, que contemplará melhores condições de vida, menos injustiças sociais e condições mais dignas para toda humanidade em seu entorno.
Cada grupo indígena brasileiro, tem mesmo que remanescente sua própria região, agricultura, alimentação, cultura, linguagem, mitologia e espiritualidade. Contudo todo o processo civilizatório até hoje ora governo e religioso, destruiu as suas verdadeiras identidades. Sendo assim, hoje cabe ao governo federal resgatar antigas praticas ancestrais, profissionalizar os mais novos cidadãos indígenas para que o jovens possam retornar aos seus locais de origens, mais preparados e resgatando suas verdadeiras e originais identidades.
A divida de ocupação de propriedade, destruição ambiental, social e cultural aos povos originários do Brasil, nunca é paga. Só migalhas politiqueiras e politicas.
Luta se institucionalmente para igualdade social, cultural e profissional da mulher na sociedade contemporânea mas quando a mulher é negra, de baixa renda e vive um histórico familiar com arcabouço de machismo na ignorância e superstições religiosas, as barreiras naturais já existentes se agravam. A elas não é permitido falar muito menos reclamar, são nestes casos que o poder central governamental, deve implementar maiores atenções. Dignificar o papel imprescindível delas na sociedade e rever todo processo paternalista infundado que pouco a pouco, deixa de existir dando lugar ao abandono, desta população fermina guerreira.
Quando a mentira, o interesse, a calúnia, o preconceito, o racismo, a discriminação, a irresponsabilidade e a hipocrisia começam a ser mais valorizados que a população e passam a dominar e conduzir um país, é sinal de que o inferno está no poder e o diabo está governando.
Será expressamente proibido no reino
qualquer comentario, crítica, noticia, ou atitude
( mesmo que em benefício de todos ) que venha a colocar em evidência a incapacidade do Rei governar
Ficando assim qualquer manifestante com discernimento próprio, sujeito a ataques e ofensas covardes dos fiéis súditos do rei
O povo é uma besta feroz e implacável, aquele que domina sua sede pode cobrar o preço que quiser pela água.
Os piores vilões sempre fingem uma falsa empatia antes de impor seu domínio ideológico, criando uma servidão disfarçada de ajuda.
Vivemos o paradoxo da informação, onde fornecemos nossos próprios dados, que se tornam em munição para nos convencer a lutar contra aquilo que queremos defender.
Cracolândia...
Será que é mercado livre...?
Fabrica de loucos?
Omissão do governo...?
Opções...!
Variedades...!
Ladrões...
Assassinos...
Prostituição...
Venda e compra de drogas.
Se vende qualquer coisa...
Armas e outras coisas...
Pessoas presas em suas casas...
Enquanto isso as pessoas observando pela televisão.
Autoridade policial observando o arrastão.
Motoristas são roubados...
Policial é morto.
O fato todavia é isolado.
E depois a quem importa.
A família enterra o corpo e lamenta o fato.
A vida continua.
Os dias passam ninguém mais se lembra de nada mais.
Limpeza das ruas tem um custo de milhões de reais.
A sujeira e as pessoas vivem ali são uma consequência da droga...
As sombras cobre as famílias arrasadas pois não é só indivíduo que sofre.
Neste mundo esquecido por Deus as pessoas que ajudam com um pouco de fé e comida.
As sombras parecem serem feitas de mágoas...
Falta de amor...
Desapego.
Tristeza.
Depressão.
Perca financeira.
Os motivos por estar ali são demasiadas.
Quem liga pois é o motivo de tantos no mesmo drama.
O povo que está ali... São esquecido.
Só chama atenção na mídia pois vergonha não tem tamanho.
Roubos e outros delitos...
O centro da cidade parece outro mundo.
As pessoas vivem por ali...
O viver transpõe...
Será que este lugar é uma fábrica de dinheiro.
Ninguém compreende como a vida exite nesse mundo esquecido.
Agora será que haverá um muro que separa a cidade da Cracolândia.
Logo será assimilado com a promessa de políticos.
E tudo será promessa.
O Estado faz projetos e projeções...
O problema deve ser privatizado...
Como tantas recursos humanos são fatos comerciais.
Consequências da normalidade
