Futilidade
A inutilidade bateu na minha porta e eu abri
Faz tempo que me sinto assim
Tão fútil um pensamento oriundo, diante do mundo
que abro as portas e sinto a dor que é tentar me esquecer de quem sou
de quem me tornara
mais um dia amanhece e a inutilidade ta na minha porta
Fingirei que nada aconteceu.
Cuidado para não passar pela vida em uma existência fútil e egoísta, só pra lembrar caixão não tem gaveta...
A cura para a futilidade
A fé é a substância das coisas que se espera, a evidência das coisas não vistas. - Hebreus 11: 1
Um doente terminal do hospital me disse que a vida lhe tinha dado um tratamento bruto. Ele se sentia enganado porque trabalhara muito, mas não conseguia se aposentar. Além disso, ele estava sozinho. Ele e sua esposa não tinham um bom relacionamento, e seus filhos e netos raramente o visitavam. Seus ex-associados de negócios o ignoraram. Ele era amargo e não queria ouvir sobre Deus.
O escritor de Eclesiastes também sentiu uma sensação de futilidade. Ele observou pessoas trabalhadoras presas em um ciclo monótono e sem sentido, apenas para morrer e ser esquecidas. Ele escreveu: “A vaidade das vaidades é tudo vaidade” (1: 2). Mas ele reconheceu que essa não era a imagem completa. Ao longo do livro ele disse que a vida ganha significado quando Deus é reconhecido.
E o escritor de Hebreus, escrevendo suas palavras após a vida, morte, sepultamento, ressurreição e ascensão de Jesus Cristo, declarou que a fé infunde esperança e nos ajuda a entender as verdades que dão significado e propósito à vida.
Você se sente como se a vida tivesse te enganado? Se você fizer isso, olhe com fé para Jesus. Ele foi injustamente pregado a uma cruz para que você pudesse ser perdoado do seu pecado e ter uma vida que seja cumprida (Jo 3:16; 10:10). Ao escolher viver pela fé por Ele, Ele livrará você desses sentimentos de futilidade.
Jesus é todo o mundo para mim,
minha vida, minha alegria, meu tudo;
Ele é a minha força no dia a dia,
sem ele eu cairia. —Tompson
Cristo transforma a vida do lado certo em um mundo de cabeça para baixo. Herbert Vander Lugt
Ele hoje está assim,
indignado..
hoje quer assumir futilidades,
está ignorando suas críticas às coisas fúteis da vida,
falando de si na terceira pessoa,
como se olhasse no espelho,
como se conseguisse interpretar,
a si mesmo,
sem a ajuda de um psicólogo.
Noutr'época redimido, amedrontado e fútil,
Instalei em minha angústias alheias das quais não precisava.
Vive, senti, morri e renasci, e ainda era inútil,
Rodas em Marte, anéis em Saturno e nada amava.
Existem pessoas que jamais entenderão a complexidade do meu ser,
Não gosto do raso,
Do fútil,
Em ideias mergulho,
Meu vestuário preferido é o caráter e inteligência,
Pois tenho o vislumbre de saber,
Que o corpo é apenas o instrumento temporário da alma.
Besta Bêbada
Tristemente demonstra o passado,
O fui e o fiz, trespassado de arrogância
Da mais fútil e vil ignorância
De meus próprios atos devassos.
Fugi aos princípios ideais.
Atos inúteis e amorais.
Destruí meu palácio.
Paisagem que ali Deus havia inventado.
Como a besta evocada, tudo destrocei.
Nada sobrou de beleza,
O que era riqueza tornou-se ruína.
nada então é fascínio, aos olhos que observam.
Como uma fera saciada de sangue, repousei...
Acordei em meio ao nada...
Nada sobrou..
Tudo pus ao chão.
Sentei-me e repousei as mãos na cabeça.
Sinal de arrependimento e ressaca!
Minha virtude?
Minha sabedoria?
Minha honra?
Nem isso me resta..
Que penúria! Da minha alma, do meu ser.
Tudo era momentâneo! Que horror!
O momento de explosão!
Achar que era mesmo necessário?!
Que estupidez a minha!
Aceito minhas falhas!
Tudo foi minha culpa!
Rastejo sobre os joelhos e peço!
Que minha paisagem eu consiga REERGUER.
Ergo-me com a missão: RECONSTRUIR!
A original forma jamais terá!
Pouco a pouco, pedaço por pedaço.
Reconstruirei meu castelo.
E enfeitarei com pétalas e flores, o meu jardim interior.
Um brinde à superficialidade, à futilidade, à mediocridade, ao consumismo e um sonoro viva à Sociedade do Espetáculo que faz com que a cada dia aumente mais e mais a população de jovens com extensos desertos de alma, ocos de personalidade, vazios de alma e cheios de nada.
MAIS QUEM SABE
Mais quem sabe, isso de mim pode ser volúvel
Ao certo fútil
Um sentimento sombrio e escuro
Que perturba minha sanidade.
Mais quem sabe, estar sentindo algo
Impreciso... delicado
Que designa vingança
A minha hostilidade.
Mais quem sabe, um dia jurar por uma libertação
Perdida... esquecida
Que ao certo fracassa aos olhos
Da impunidade
Mais quem sabe, algum momento da
Existência...haja obediência
Naquilo que não posso ser controlado
No ato de calamidade
O excesso de exposição nas redes sociais para não parecer simplesmente um ato de futilidade deve agregar inteligência, utilidade ou rentabilidade
