Frase sobre Brasa
Carvão para as brasas e lenha para a fogueira, assim é a pessoa briguenta para atiçar as contendas.
Palavras carregam o calor das emoções e quando se transformam em brasas, a melhor coisa a fazer é fechar a boca e em silêncio esperar que esfriem antes de pronunciá-las.
Dizer não a você é semelhante a me queimar com brasas vivas. Mas não posso continuar me desrespeitando tanto assim!
"Meu ser"
Sou faceira
De olhar atrevido
Sou mulher
Sou menina
Brasas de fogo
Vento de palhas
Sonho de valsa
Sou pequena
Mas grande na força do amor
Sou borboleta
Sou abelha rainha
Sou mistério
Tenho no olhar um brilho intenso
Sou uma ilha perdida
Um paraíso escondido
Tenho cheiro de relva
Sou jardim de flores
Sou proposta descente
Sou o caminho abstrato
Um enigma a desvendar
Sou devaneio
Sou romântica, boba e sincera
Sou Jóia cara
Sou um espelho
Sou anjo
Sou água de rio
A nascente do mar
"Quero caminhar nas brasas da paixão sem calçado, para ser verdadeiramente queimado,pelo fogo que o coração incendeia.Quero ser a sua aranha,sem disputar quem é que ganha,quero prender-te na minha teia".
(Rodrigo Juquinha)
No momento da angustia, clamo ao Senhor, e quando me alegro, Louvo ao seu Santo Nome.
Brasas, não me queimam, pois sou guardado pela sua infinita misericórdia.
Linguas, não me caluniam, pois a verdade que conheço é que me justifica.
Medo, não existe em minha vida, porque o Senhor é meu escudo e fortaleza.
Morte, é fruto daquilo que o homem plantou. Eu creio na vida eterna,e no reino da eternidade do Senhor.
Louvado seja o Nome do Senhor, pelos séculos dos séculos.
Amém.
Sonhando acordado
Um anjo sem asas,
com espírito maduro.
Queimando em brasas
em um coração puro.
Estou sonhando acordado
que durmo ao teu lado
e que te aqueço com o meu calor.
Acho que estou sentido AMOR!
AMAR
Amar é fogo de onde se tira brasas.
Amar é um desejo de ser despejado
Acenar aflito à condução já atrasada.
Amar é pender de um lado,
E do outro desapoiar-se
Amar é dose, tirada da boca aberta
É ímpar, o primeiro numero.
Amar é dar a cara dos dois lados,
A moeda que não cai em pé.
Amar é armazenar amor,
Amar é algo provocador
Que não se contém, como dor,
Uma vontade de ser doador,
De sangue de amor e flor.
Amar é da primeira pessoa,
É transitivo a ela, e só.
Amar é querer conjugar, colar ou meter-se,
Dentro e fora.
Fora e dentro, é amar.
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Naemo*com reservas
Quarta-Feira de Cinzas
Acabou a folia.
Que o fogo apenas se aquiete em brasas,
para que da melancolia das cinzas
renasçam corações e almas vibrantes de boas energias.
A inveja e a contenda são brasas que ardem no coração, contaminam a alma abrindo portas para a destruição espiritual e o afastamento de Deus.
"Ah, eu amei! Amei mesmo! Mas não esses amores que queimam como brasas e com o tempo esfriam como o gelo. O meu amor foi cego, louco, destemido, desses que deixam o corpo mole e a cabeça fervilhando. Fiz loucuras por esse amor. Menti, sim, menti por medo de perder. Fiz trapaças para não perder, mas nada disso ajudou.
E eu perdi, sim, eu perdi! Nada ajudou, nem trapaças, nem mentiras. Fui pelo lado errado e perdi esse amor, que ainda queima como brasa, arde escorrendo por minhas veias. Mas, mesmo perdendo, sou feliz — um feliz depressivo. Ah, vejo-a linda e fico feliz. A felicidade dela é a minha derrota, que aceito só por saber que ela ainda está dentro do meu coração."
Devastaste meu corpo — despojado e frágil em tua presença.
Chicoteaste minha pele em brasas vivas,
e depois, com ternura, a acalentaste.
Teu fogo é bálsamo feroz e redentor,
resgatou-me da solidão,
abraçou-me em teus braços firmes e sinceros.
A carência que me consumia
rendeu-se aos teus beijos molhados de prazer.
Renascido em novo ser,
guardo em mim tua marca:
felicidade, alegria, emoção.
Ressuscitaste-me no instante exato
em que o desejo quase se apagava.
Antes de ti, eu vivia morto,
soterrado na desventura do fracasso.
És feiticeira bela, de toque angelical;
amante do amor, vivente do amar.
Bruxa selvagem, indomada,
rendo-me à tua nobreza
que só me faz bem.
Tu és o crisol da minha ternura,
a chama que dá sentido à minha vida,
o amor que quero viver
por toda a eternidade na vida vivida.
No limbo escaldante, onde o tempo se dissolve em brasas,
meu pecado se ergue como sombra que me trai,
um espectro sedento, arrastando-me ao submundo da escuridão.
Ali, invisíveis correntes se entrelaçam,
envolvendo corpos e almas em cárceres de silêncio,
presas no pântano pecaminoso,
onde cada suspiro é lama,
cada lembrança é veneno.
Caídos, amordaçados, em lenta decomposição,
somos ossos que ainda gritam,
somos ecos que não cessam,
somos o reflexo da culpa que nunca se apaga.
E no abismo, onde a noite não conhece aurora,
a traição se torna eterna,
o pecado se torna carne,
e a carne se torna pó.
Esse estilo mistura intensidade, imagens fortes e ritmo poético, quase como um cântico sombrio. Quer que eu leve esse texto para um tom mais místico e esperançoso, como se houvesse uma saída da escuridão, ou prefere que ele permaneça sombrio e visceral.
Renasço das quedas como quem recolhe brasas e delas forja amanheceres. Carrego o peso do mundo nas costas, não por orgulho, mas porque sei que dignidade se sustenta no esforço. Não escrevo para o aplauso, minhas palavras apontam as feridas que pedem cura. Ao doar-me, faço habitável a vida do outro e, nesse gesto, reconstruo a minha. Sigo insistente, acendendo luzes onde o silêncio impera, transformando dor em exigência de justiça e sentido.
