Frases sobre sonhos que alimentam a esperança e a fé

O sonho das pessoas nunca morrerá! Existem três coisas que não podem ser interrompidas: o sonho dos homens, o fluxo do tempo e a vontade herdada, enquanto as pessoas continuarem buscando o sentido da liberdade tudo isso jamais deixará de existir.

(Gol D. Roger)

O amor é um sonho, e o casamento um despertador

Sonhar sem realizar é querer vencer a guerra sem lutar.

O Homem, esse louco sonhador de insignificância, se pensarmos bem é mesmo ridículo.

Os sonhos e os oráculos são compreendidos, quase sempre, no dia em que se realizam.

O sonho é a infinita sombra da verdade.

Os homens, enquanto não forem completos e livres, hão-de sonhar sempre de noite.

caído, um corpo
acabado, um sonho
imóvel, um morto

A história é o incalculável impacto das circunstâncias sobre as utopias e os sonhos.

no sonho
da velha cerejeira em flor
passa um gato branco

foi ao toalete
e cortou os sonhos,
a gilete

A ociosa espada
sonha com suas batalhas.
Outro é meu sonho.

Acordo molhado de suor -
O sonho do banho
No tanque do quintal!

O desprendimento de tudo nunca é tão completo que não sobreviva ainda um sonho à morte dos sonhos.

Olhar esquivo
corpo ondulante
sonho vivo

velho castelo
menina à janela
sonho de infância

Vivemos uma vida, sonhamos com outra, mas a verdadeira é a que sonhamos.

A mocidade é um sonho que deleita, a velhice uma vigília que incomoda.

Sonha o mendigo
Entre sacos de lixo
E flores de ipê

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Veronica Shoffstall

Nota: Trecho adaptado e adulterado do poema de Veronica Shoffstall. Poema escrito por Veronica Shoffstall em seu livro de formatura, sendo conhecido como "Comes the Dawn" ou "After a While". A versão original foi registrada em 1971. Aparece erroneamente atribuído a William Shakespeare.

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