Toda a rebeldia violenta coletiva é sempre orquestrada por um gênio sub-humano que manipula uma horda de ignorantes que têm sua razão suprimida pelo sofrimento emocional ou pela maldade nata de sua mente doentia.
A rebeldia, os discursos de cariz revolucionário e a revolta não põem o pão à mesa dos desfavorecidos, mas, o diálogo e a política participativa mudam consciências e desenvolvem o Estado.
Somos escravos de nossas duvidas,
rebeldes de nós mesmos.
Não conseguimos vencer nada,
pelo fato inegável, que o adversário a ser vencido
é sempre nós mesmos.