Frases Conservadoras
Sem receio o povo chora em busca de pão para os seus filhos, mas, a sua ignorância, os inibi de pressionar quem os governa de garantir dias melhores para os seus filhos sofredores.
O povo é o garante do poder dos governantes, por isso, devem ser acarinhados para que os Governos possam existir e fazer sentido.
Um povo que não conhece a sua importância dentro de um Estado Democrático e de Direito, é um povo sem existência.
Quando um povo não sabe que tipo de governante procura para condizir os seus destinos e os destinos dos seus filhos, este povo nunca perceberá a sua real importância no contexto político e social do seu País.
O povo que se torna espectador dos feitos negativos dos seus governantes, acaba por ser igual a um cão adestrado que se submete às ordens e ou estímulos passados pelo seu adestrador.
O povo é a medida justa de um Governo, por isso, quando um Governo falha nas suas ações, atribui a sua incapacidade ao povo que nele confiou.
A pobreza de um povo, não pode ser tida como fundamento para que os seus governantes não tenham políticas concretas que visem erradicar a miséria que aflige as famílias.
A esperança que move um povo que vive sobre a indeterminação da miséria, consubstancia-se na crença de que o amanhã chegará e trará consigo um prato de comida nobre para alimentar a sua prole.
Pensamos em resolver os problemas do povo, mas, burocratizamos tanto o tempo, que os problemas deste se agudizam e acabamos por nada fazer para que o povo conheça a prosperidade.
A fome e a miséria do povo não tiram férias, por isso, devemos nos unir cada vez mais, para que os níveis de sustentabilidade econômica do País se mantenham, de modo a que possamos sobreviver a crise pandêmica a que estamos acometidos actualmente.
O silêncio de Deus não é uma penalização para o povo que o procura, é antes, a escolha de um momento oportuno para responder aos anseios de todos os que Nele confiam e esperam.
Um povo que desconhece os segredos da sua própria terra, é um povo sem cordão umbilical, pois, o que liga um povo a sua história, são os segredos que fundamentam as raizes dos seus ancestrais.
Uma nação cujo povo não sabe definir de per si a sua vocação, é apenas mais uma pequena parcela de terra no globo terrestre.
A identidade do desenvolvimento econômico e social de um povo, resulta da sua capacidade em produzir e fazer crescer uma área determinada do saber produtivo, quer seja agrícola, silvícola ou industrial.
O povo sofre e chora pelo aumento substancial do desemprego e a vida das famílias vai se tornando cada vez incerta a cada dia.
O povo que atravessa o deserto do desespero causado pela fome e pela incerteza da pobreza que se aproxima dia após dia, encontra nos seus governantes a esperança de que tudo irá voltar ao normal em breve.
A prosperidade de um povo que se quer desenvolvido, passa essencialmente por aprender a buscar a decência na capacidade de raciocinar, porque, um povo que apenas pensa e não se permite raciona, é um povo condenado ao subdesenvolvimento extremo.
O referendo é a via mais eficaz e mais consensual para se alcançar o consentimento do povo, na criação de leis ou programas políticos que visam resolver os problemas de um Estado, de outro jeito é tudo fantasia teatral.
As Autarquias mudam a vida do povo em contexto de paz e estabilidade, sem estes dois elementos, realizar eleições autárquicas sob o sudário de uma pandemia como a COVID-19, nos torna iguais a animais selvagens, que priorizam a presa em detrimento da colectividade.
Realizar despesas para a satisfação de um povo dilacerado pela pobreza, implica, tão somente, ter a capacidade de sentir o mínimo possível, o sofrimento que assola a vida de quem pretende ver o pão na mesa para alimentar os seus filhos.
