Frases Conservadoras
A África não gera riqueza para o seu povo, porque olha para o ocidente como um espelho sem reflexo, onde admira a beleza ocidental e não alcança o seu próprio potencial.
Um sábio não confunde a miséria do povo com a má governação, pois, cada indivíduo na sociedade é parte do seu bom ou mau governo.
Em tempo de eleições o povo se torna ouro, após o pleito eleitoral, o povo se torna prata e durante a governação do eleito, em algumas ocasiões o povo se transforma em bronze ou até mesmo ferro.
As boas obras feitas por um grande Governo, não podem ser alvos de agradecimento do povo; pois, o povo tem o dever patriótico de pagar as suas obrigações fiscais e o Governo, por sua vez, tem a obrigação de gerar melhores condições de vida para a população.
Para um povo sem condições a melhor via para sorrir é ter um prato de comida à mesa e, não desenvolver o meio em que habita.
O normal na vida de um povo é lutar para que a sua Nação prospere, mas, em Nações cujo povo não sabe para quê que vive, luta-se apenas para que as mesas conheçam o pão nosso de cada dia.
A solução para que um povo tenha prosperidade, passa por conhecermos as potencialidades de cada um dos membros da sociedade em que estejamos inseridos.
O povo democraticamente livre, exige melhoria das condições sociais para o seu Estado, mas, deve participar na definição de programas exequíveis, que visam alcançar o progresso sócio-econômico da NAÇÃO.
As Nações pobres são o resultado evidente da inação do seu povo, pois, a prosperidade dos Estados não depende apenas dos seus bons governos, depende de igual modo do tipo de povo que detém.
Os Orçamentos dos Estados devem refletir a satisfação das necessidades do povo, quando isso não acontece, os mesmos não passam de meros rascunhos contabilísticos.
As regras orçamentais devem reflectir as soluções para os problemas do povo e não sustentar o desejo de beneficiar os intentos daqueles, para quem o povo nem sequer existe.
A maior divisa de um povo, está no reconhecimento pontual aos muitos guerrilheiros da Pátria, que sacrificaram as suas vidas em nome da salvaguarda da integridade da Nação e da sua Autonomia.
A miséria quando faz parte da vida de um povo, o convívio com ela todos os dias, ainda se afigura uma novidade para os seus consumidores.
O povo não mais lamenta por ser miserável, lamenta muito mais, porque até a miséria lhes é retirada.
O silêncio do povo que vive na miséria acaba sendo a sua arma de vitória, pois, quanto menos pensa e fala, menos fome sente e mais vida conserva.
O povo hoje já não reflete com vista no futuro, vergam-se fácil ao populismo equacionado com o sensacionalismo narcisista.
A maior divida de um povo que almeja alcançar o desenvolvimento econômico, passa por acreditar na suas instituições e nos seus governos democraticamente eleitos e, não em meros paraquedistas políticos que vendem ao povo sonhos irrealizáveis.
O povo somente próspera quando munda a sua consciência retrógada, pois, enquanto não se tomar consciência de que o desenvolvimento do País passa pela mudança de comportamento popular jamais teremos evolução social.
As instituições públicas devem estar ao serviço do povo e não estarem vergadas as lutas de interesses individuais, a ponto de se perder a essência da sua existência.
O povo não assume apenas as consequências da guerra provocada pelos seus líderes, assume igualmente as contas pela compra das armas e pela reconstrução do País destruído pela estupidez dos seus governantes.
