Frases Conservadoras
As Finanças Públicas só servem de facto para satisfazer os anseios do povo, quando os gastores da coisa pública entendem que o dinheiro colocado a sua disposição em nome do Estado, servem para gerar riquezas para povo e pelo povo.
O povo choro e clame por um prato de comida a mesa, a insensibilidade dos Governos no mundo, levam-lhes a simular a busca de solução por intermédio de realização de galas de doações, mas, estas doações satisfazem os interesses dos seus promotores.
Um povo que não sabe o valor real da sua força de trabalho, não percebe o que ganha, nem reclama pelo mau pagamento que lhe atribuem.
Quando um povo não trabalha para atingir a prosperidade, não reclama, nem se opõe perante aos sistemáticos aumentos fiscais absurdos de que os seus governos lhe impõem, pois, um IRT colocado sobre o salário desgraçado do povo, é claramente um insulto à dignidade e a miséria das famílias.
Fornecer energia e água ao povo é um dever básico dos governos pelo mundo, porém, se estes bens elementares não chegam a população em tempos normais, que garantia tem o povo, que agora com a pandemia e sob pressão do reinício das aulas a água jorrará em abundância nas escolas?!
Quando os governos africanos tiverem a consciência de que o povo é uma prioridade para que os países se desenvolvam na sua plenitude, o mundo conhecerá uma grande transformação política, econômica e social.
Quando os representantes do povo tornam o parlamento do seu País um centro de recreação, não há estranheza possível, em como a vida do povo continuará a galgar para miséria.
Cada povo mergulha no mar das suas próprias dificuldades, mas, este mergulho, tem de se transformar em progresso sócio-econômico na primeira oportunidade que os povos tiverem.
O povo que ama o seu País, transforma o destino dos seus co-cidadãos em marca de reconhecimento da sua existência.
A literatura é a dor dos que verteram suor e lágrimas pelo seu povo e pela sua pátria a troco de nada.
Deixamos a honra ser despida pelo orgulho, quando assumimos cargos de destaque e assistimos o povo a morrer de fome, mas, ainda assim, utopicamente, atiçamos a sua esperança num programa de combate à pobreza que parece ser pós-morte.
Quando em democracia o povo contribui para os cofres do Estado com actos sempre subvencionados, pode-se ter a certeza que o povo estará sempre na linha da pobreza extrema.
Todo o povo que se prese, deve reconhecer os seus guerrilheiros, como os zeladores da paz, da estabilidade e da segurança da Nação.
Um Estado só sufoca com as lamentações do seu povo, quando o seu Governo não se mune de programas exequíveis, capazes de gerar estabilidade social, política e econômica para a juventude.
O povo que respeita os seus símbolos nacionais, a sua cultura, a sua história, a sua identidade e o seu solo pátrio, tem maior probabilidade de garantir o desenvolvimento da sua NAÇÃO.
Realizar a vontade do povo, implica muitas vezes deixá-los viver na anarquia, para que possam aprender e valorizar o sentido da organização, que provém de um verdadeiro pacto social.
A constituição de um País é a Bíblia Sagrada de um povo, sobre a qual, assentam os seus desejos soberanos.
O povo sorri se tem pão a mesa, mas, as lágrimas caem quando o desejo de verem os seus filhos realizados, não parece ser uma certeza numa ÁFRICA instável.
