Foi Deus que fez o Vento
Somos partes do que nunca foi um completo o ser humano fez da diplomacia sua própria guerra e hoje o palco da ignorância revela seus achegados o mundo onde o valor dos nobres é a decadência dos plebeus a continência inverteu seu plebiscito hoje o fanatismo superou o respeito e o materialismo já é o fardo aliado dos geradores de lágrimas , segregação de irmãos e lutas de classes uma infâmia da realidade pratos são servidos com cardápios recheadas de " falta de afeto" casais movidos de furor amam mais o divórcio do que o brilho da aliança a prisão dos mortais é a sua própria morte o esquecimento do criador trouxe novamente uma arca em destaque e um povo em confronto com tudo que se diz " não " aos mandamentos que estão no livro dos livros este que não basta ter ou falar é preciso compactuar nós não pregamos oque se pode contestar pois o evangelho é em si próprio incontestável mais verídico e eterno a luz que muitos procuram é como uma fogueira de escoteiros na próxima noite só restam as cinzas de histórias que já se foram ao invés de tal ilusão nós cristãos verdadeiros apresenta-mos uma luz viva onde há comunicação e o poder disso é a manifestação do espírito vivo e de ideal consolação almas choram aos relentos desérticos mais à solução da incógnita parar ou continuar ainda é a mesma! Disse-lhe Jesus : "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim."
Até o fim
Vou tentar lhe dizer
O quanto você foi pra mim
Tudo o que você fez
Vou guardar até o fim
Mesmo que não possa ver
Pelo menos tente enxergar
Aconteça o que acontecer
Aqui vai estar.
Você até o fim
Vou guardar pra mim!
"Você está bem!?
Como foi seu dia?
O que você fez hoje?
Você está tão lindo...
Sinto o cheiro do teu perfume de longe
Sinto o gosto da tua boca
Ao sorrir feliz,
Conquistar-te seus objetivos não foi o suficiente?
Por qual motivo decidiu sair da porta do meu coração
Da porta dos meus sentimentos?
Tua ausência me faz falta!
Será que não consegue entender que podem aparecer centenas de pessoas,
Será que vou continuar a te amar?
Querer te ao meu lado Desconcentrando-me no fim do expediente,
Na hora que estou assistindo meu filme predileto,
Na hora do meu descanso.
Eu só queria te ver de novo, para me acompanhar na madrugada escura,
Olhando o céu estrelado..."
Amar sempre foi algo abstrato,
Amores anteriores vieram pra me ferrar.
Mas você veio, e me fez ser grato
Pois finalmente alguém de verdade veio me amar.
Tão breve..
Tão rápido..
Assim se fez presente
Assim se foi..
Foi carregado meu sorriso,
Em pouco tempo todo sentimento...
E se fez feliz por uns momentos..
Se tornando lembrança e dor..
Hoje mamãe fez um bolo de chocolate. Acordou cedo, foi ao mercado, comprou todos os ingredientes e voltou disposta a depositar todo seu amor naquela prazerosa tarefa.
Sempre gostei quando mamãe fazia bolos. Ficava plantado ao lado dela do começo ao fim, observando-a adicionar cada ingrediente na batedeira.
Hoje foi diferente. Decidi ficar em meu quarto deitado na cama. Estava triste. Talvez mamãe tenha percebido isso. Talvez ela até soubesse que o motivo de minha melancolia fosse a ausência da minha irmã.
Nós sempre brigávamos para ver quem iria lamber a bacia e quem ficaria com os garfos da batedeira.
- A bacia é minha! - Eu gritava antes mesmo de minha mãe começar a fazer o bolo.
- Não! É minha! Desde ontem eu pedi a mamãe - Retrucava minha irmã para minha decepção. Ela sempre se antecipava.
Hoje eu nem preciso mais dizer isso. A bacia e os garfos da batedeira serão meus mesmo sem eu pedir. Porque minha irmã não está mais entre nós. Apesar de saber disso, de saber que tudo será meu, me sinto triste. Decidi ficar no quarto.
Mamãe ficou na cozinha fazendo o bolo.
Acho que ela acaba de colocá-lo no forno. Daqui do meu quarto, sinto o cheiro da massa de chocolate vindo da cozinha.
Recusei a bacia e os garfos. Isso não me traz mais prazer.
Mamãe agora tira o bolo do forno. Deixa esfriando.
Antes, nem deixava esfriar. Eu e Carol exigíamos que mamãe partisse o bolo assim que ele saísse do forno. Não importava o quanto ele estava quente. Queríamos a nossa fatia. E mamãe sempre cedia a nossa vontade.
Hoje eu não pedi. Mamãe foi quem perguntou se eu queria comer do bolo que ela fez.
Quando ela me entregou o pedaço de bolo, lembrei novamente de Carol. Brigávamos também nessa hora. Sempre achávamos que a fatia do outro estava maior. Mamãe ficava louca. Não sabia em que lado da história ficar e sempre dizia que as fatias estavam do mesmo tamanho.
Certa vez chegamos a medir as fatias com a régua.
Hoje, com o pedaço de bolo na mão, desejaria que minha irmã estivesse aqui.
Dessa vez não brigaríamos. Pelo menos eu não. Também não iria medir nossas fatias com a régua escolar. Eu só queria que ela estivesse aqui.
Eu daria a minha fatia de bolo a ela.
Você me fez perceber que sou valiosa. Você foi meu amigo, você me tratou como um tesouro e você me fez sentir especial. Eu nunca esquecerei tudo que você fez por mim. E nunca esquecerei o quanto apreciei nossa amizade. Obrigada.
A minha (impulsividade) já me fez cometer alguns erros.
Mas foi graças a ela!?
Que eu aproveitei a maioria das melhores oportunidades da minha vida!
Quem muito pensa;
Pouco faz.
O olhar foi a forma mais linda de se conectar
O sorriso fez ser fácil se apaixonar
O coração se torna um lugar fácil de habitar
E os pensamentos fazem tudo isso se quebrar...
Ela foi chegando mansamente,na penumbra fez o dia se tornar noite, o coração disparou e o corpo doeu ao sentir a saudadosa lembrança do disparo de ego seu.
Na escuridão solitária, o anjo tira seu disfarce, o cavaleiro das trevas se sobressai, impiedoso, intolerante e arrogante , deixa de lado o bom moço e solta o veneno contido.
Cavaleiro das sombras
Richoso, medroso.
Contido nas aparências,
Enganosa sociedade
Quem será o seu mentor
Deus ou o diabo?
Talvez engane alguns tolos, ou a si mesmo.
o amor que me fez mudar de altura
não foi súbito.
ele não chegou me virando do avesso.
foi um desvio pequeno, quase distração.
e, quando percebi,
meus pés já não tocavam mais
o mesmo chão.
era amor.
mas não desses que pedem manual.
era amor
como uma outra densidade do ar.
como se respirar perto dele fosse
um idioma secreto entre pulmões
que não mentem.
antes dele, eu vivia no nível do necessário.
sabia pagar contas emocionais,
fazer pactos de sobrevivência,
entregar o corpo
com a alma em modo avião.
mas ele…
me leu como quem abre um livro
com as mãos limpas.
sem pressa.
sem medo de encontrar
o que não entende.
ele não me prometeu nada.
mas me entregava presença
como quem escreve no escuro
e ainda assim acerta a grafia
do meu nome.
com ele, os rituais mudaram.
não era mais sobre manter.
era sobre descobrir
como o toque pode ser pausa
e o silêncio, construção.
então, deixei o básico.
não por orgulho,
mas porque ele me lembrou
que aceitar pouco
é uma forma lenta de se retirar da vida.
e eu queria estar inteira.
quando ele chegava,
o tempo esquecia da obrigação
de andar em linha reta.
ficávamos ali:
não fazendo planos,
mas modificando o que o mundo
parecia ser.
em vez de “estamos juntos?”,
era “o que estamos inventando hoje
pra sermos mais reais?”.
ele me fazia rir de coisas
que eu ainda não tinha perdoado.
me fazia dizer “fica”
sem precisar perder nada pra isso.
não era conto de fadas.
era conto de carne.
onde a pele reconhece antes da palavra,
e a palavra vem limpa.
com ele, aprendi a não fugir
quando tudo parecia bom.
aprendi que o conforto verdadeiro não anestesia...
expande.
com ele, o mundo parava de pedir explicação
e começava a fazer sentido
só por ser habitado a dois.
ele não era meu lar.
mas me ensinou a morar em mim
sem medo de abrir as janelas.
e quando me perguntam se foi amor,
não sei dizer.
mas sei que desde ele,
nada que me oferece o básico
consegue ficar.
Juliana Umbelino
A bagunça!
Como fez essa bagunça toda? Como foi deixar essa bagunça toda rolar aí dentro desse coração (mente)? Não faz ideia né? Você fecha os olhos e sente na alma, na pele. Dá um frio no estômago (borboletas dizem por aí...). Um suspiro gigante, um nó na garganta, uma agonia. E ela escorre…
Escorre pela face, se confunde na boca e chega outra... e mais outra... E, quando percebe, o pranto já molhou todo o rosto…
Você se pergunta. O que foi todo esse sonho em sua vida? Ou foi real? Se foi sonho, por que ainda sente na pele? Mas se foi real, onde está? Não viu onde foi parar, nem percebeu sair, não houve adeus! Em todos os lugares que olha nada vê e não sabe se foi apenas na cabeça ou se foi real.
Ainda sente o beijo, ainda sente as mãos. Ainda sente aquela respiração tão perto! O que foi tudo isso? Foi um sonho, só pode ser!
Não existe isso de sentir nessa intensidade. Para! Não existe! Foi o sonho mais lindo que sonhou e sentiu! E como sente! Ainda está sentindo a energia da lembrança que deixou…
Mas a lembrança parece um sonho, algo que aconteceu há milhões de anos. Não foi nessa vida, certeza…
Foi em outra vida, isso tudo é lembrança de outra vida! Mas é tão palpável. E real! Não foi só na alma que as marcas ficaram, foi na pele! Ainda pode mostrar!
Não há energia mais linda e nem momento mais sublime! As almas se encontraram da forma mais pura que existe! Não foi um ato mecânico, uma batalha cansativa! Foi além.
Desde o primeiro segundo! O primeiro sorriso, a pergunta capciosa, a resposta do grilo. Em ambos lados! O dedilhar nas cordas da emoção, tocarão cada uma das quatro válvulas fazendo com que o pulsar fosse irregular e a menina dos olhos brilhasse.
E sorriu para o sorriso à frente. Ali começou o que não durou mais que um sonho! Mas foi real! Não, foi sonho!
Talvez! E se… acontecesse novamente? E se… sonhasse novamente?! "E se"… Não tem "e se"! Não?
Não sei! É preciso sonhar novamente pra saber! Mas, não era um sonho! Era?
Não sei! “E se… você sonhar novamente, tente não acordar antes de ter certeza se é sonho ou real! Talvez o "e se" resolva. Eu já não sei se sei! Vai saber!
Foi vc
Foi vc que surgiu sem avisar
Foi vc que me fez despertar do sono onde eu estava confinada
Foi vc que fez despertar em mim algo que eu nem mais acreditava
Foi vc que fez algo bom nascer dentro de mim
Foi vc que abriu meus olhos para o mundo
E fez-me crer o quanto sou capaz de fazer renascer de mim o que já havia morrido
Foi vc que me fez acreditar que seria capaz de amar novamente ,só vc me fez despertar um sentimento que nunca havia sentido tão intensamente
Mesmo a distância tenho certeza do que sinto
Foi vc que me fez acreditar que pro amor não há distância , não há estereótipos, basta sentir
Foi vc que me fez renascer das cinzas, cada palavra que fala me dá força pra que eu lute pelos meus ideais
E é com vc que sonho um dia colher meus frutos
Por vc serei capaz de esperar o tempo que for pra tê-lo aqui juntinho de mim
Porque foi vc
Que fez renascer em mim o amor .
Você se foi ,e não fez promessas de voltar .
E isso não é nem um pecado .
Talvez seja erro meu ainda ter a esperança de te reencontrar, pois se fois sem ao menos um adeus ,creio que a muito tempo já se esqueceu de quem és "eu "
Onde a morte fez morada,
Onde o fôlego foi lançado ao perpétuo obscuro,
A vida fugiu sem deixar sequer leve pegada,
Inaudito, fato inexpugnável,
Ela acreditou,fez planos e tudo que recebeu foi somente o descaso,o abalo emocional,tempo depositado e muita frustração adquirida. Mas ,com tudo,ela enxugou as lágrimas e com o sorriso de sempre,se deu uma nova chance. E entendeu que muito mais que palavras o que verdadeiramente importa são as atitudes. Mágoa? Não... Ela entendeu que não se tratava das espectativas que havia criado, mas sim da falta de responsabilidade emocional que outrora não tinha.
silêncio você
pediu.
teu silêncio
atendi.
em silêncio
você se foi.
e tudo se fez
ruído.
ruínas dentro
de mim.
meu sorriso
faz barulho.
mesmo
ruindo por você.
sou escandalosamente barulhenta.
sinto por você.
mas hoje em
silêncio.
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