Foi Deus que fez o Vento

Cerca de 183446 frases e pensamentos: Foi Deus que fez o Vento

Sou como o vento podem me sentir, mais não podem me ver, pois seus olhos estão cegos de tanta maldade que fazem.

Inserida por StefanyBellini

Deixa rolar, o que te faz bem vai permanecer e o que for ruim o vento leva!

Inserida por RogerFCampos

Vento gélido vem durante a noite, traz a lembrança de boas épocas, de sorrisos que se foram

Inserida por Deadman

Eu sou o vento que você sente, eu sou a flor que você vê, em tudo que é vida estou presente, até mesmo dentro de você.

Inserida por gabriellemaria

⁠O vento sopra para lá e para cá!
De vez em quando é necessário sentir e perceber a direção que é necessário seguir.
Oportunidades estão a porta, seguir a direção certa não é fácil, mas o sentir pode fazer sentido se o vento for favorável.

Inserida por ISLENESOUZA

⁠Dia do Escritor

Extensão de Palavras
Ao qual jogo ao vento
Sem esperar nada
Por tudo que há são sensações
Navegar,Pulsar e Caos
Somos mares e maresias
Observação e fascinante forma de contemplar.

Inserida por kaike_machado_01

⁠No fio da noite, teu nome me acende,
Strimani, chama que nunca se rende.
Tua voz é o vento que embala o luar,
teus olhos, portais onde eu quero morar.

Teu riso derruba muralhas antigas,
cura as feridas, acalma fadigas.
Tens o perfume de flor que não cede,
que nasce no caos e jamais se perde.

Se o mundo é um livro, tu és meu poema,
a estrofe mais doce, o verso que acena.
Teu toque é silêncio que tudo inebria,
um templo sagrado que abriga a alegria.

Nos teus braços, o tempo se curva e esquece,
minha alma se ajoelha, meu corpo agradece.
E mesmo que a sorte se esconda de mim,
me basta saber que existes, Strimani.

Inserida por alessandro_ferreira

⁠Lançar a semente em terreno fértil, não basta; é preciso regar, tirar as pragas, proteger do vento e do granizo; podar e adubar; conversar e agradecer o privilégio de participar desse milagre... esse é o alimento da Alma; então essa semente nos presenteia com o fruto que alimenta o corpo e fecha o círculo do ofício CUIDAR para existir.
Quando a fêmea leva comida ao bico do filhote, ou quando o macho protege a cria dos predadores; ou quando a mãe aconchega o filhote entre as patas, para que ele conheça o poder do Amor e não tema o chamado da Vida... eles estão cuidando, para que a Vida continue seu ciclo sagrado e vença a Morte e o Abandono.
Cuidar é um ato de Amor, não aquele amor romântico de Neruda; mas o Amor que é potência transformadora, aquele amor que nasce da Compaixão e da Responsabilidade. O Amor que sustenta e possibilita o ofício de existir, com toda sua magia e dor. O Amor compromisso com nós mesmos e com o outro, com a dignidade, a memória, o respeito às limitações, esperança, sonhos, ilusões, crenças... e feridas abertas daqueles que compartilham conosco este tempo e espaço.
Nada no Universo sobrevive sem o ato de Cuidar, tudo que vive precisa de cuidados, tudo que vive precisa de alguém que cuide.
O bebê precisa da mão que leva papinha à boca; a criança de alguém que segure sua mão, para desenhar as primeiras letras e os primeiros sonhos; o jovem precisa do olhar atento que transforme seu medo em desafios e força; o idoso precisa do braço que ampare seus passos, do ouvido atento que ouça suas histórias, ainda que contadas milhares de vezes, de alguém que o convide para as festas e para continuar produzindo...
O Cuidador é o pilar que sustenta a Vida.
Vivemos um tempo em que a hipervalorização das individualidades – “sou dono de mim”; “eu não preciso de ninguém”; “empreendedor de si mesmo”... – e tudo isso pode nos levar ao pedregoso terreno da auto suficiência e solidão.
Como construir a Cultura do Cuidado, se o cuidador é invisível e nunca é convidado para a Festa da Vida?
Precisamos do outro para mantermos a sanidade, para produzirmos beleza, para experimentarmos o milagre do encontro e permitirmos que o olhar do outro melhore e amplie o nosso; para ressignificarmos a Vida e checarmos nossas certezas voláteis.
Estamos todos conectados com tudo que pulsa, e esse é nosso maior tesouro e desafio... Mas a tarefa de cuidar para que esse tesouro não se transforme em pesadelo, esse desafio não se torne obstáculo intransponível está nas mãos de poucos.

Inserida por MiriamMorata


Esperança Calculada

Não é semente lançada ao vento cego,
Nem flor que busca o sol em terra árida.
É algo mais profundo, um movimento interno,
Uma aposta fria, quase absurda.

Surge quando o eco de um olhar perdido
Ressoa nas paredes do já vivido,
Quando o toque, um dia, foi porto e não viagem,
E deixou cicatriz de doce passagem.

É a sombra de um porto que se crê verdadeiro
Num oceano vasto de talvez e talvez não.
É sustentar, com mãos trêmulas, o castelo
De um "sempre" que o tempo pode desmanchar.

É a memória viva de um instante
Que se recusa a ser só lembrança.
É o fio invisível que persiste em costurar
Os rasgões que o desencontro veio a fazer.

É crer que aquele abraço, denso e raro,
Não foi acidente no caminho vazio,
Mas um ponto fixo, um norte descoberto
Numa cartografia de afeto puro.

É a chama que se alimenta não de lenha,
Mas do próprio ardor que a sustenta,
Sabendo que o combustível é finito,
E ainda assim, arder com gosto infinito.

É apostar no humano, frágil e complexo,
No amor que é escolha, dia após dia,
Mesmo quando a lógica fria desmonta
A arquitetura frágil dessa ponte.

É a coragem nua, despojada,
De crer no fundo que o encontro foi real,
E que, apesar do risco e da incerteza,
Vale a pena manter a chama acesa.

É a esperança que não espera milagres,
Mas tece, no silêncio, sua própria teia:
A de que o amor mais puro, quando chega,
Não se dissolve, mesmo quando parte.
Pois sua essência fica, marca indelével,
Um cálice vazio que ainda guarda o mel.

Inserida por OdaraAkessa

⁠Erva-mate folhas que falam.

Entre campos de verde intenso, onde o vento sussurra histórias, nasceu um elo entre caminhos, tecendo fronteiras, moldando memórias.

Raízes fundas sob a terra, folhas que falam sem voz, erva-mate, irmã do tempo, guardiã de um povo feroz tribo guarani guerreiros herdeiros desta terra.

Ponta Porã, portal sem muros, sangue misto na mesma estrada, misturam-se línguas e gestos, no mate quente, na cuia gelada.

O tereré, frescor da manhã, Refresca o corpo e o pensamento, enquanto o chimarrão, atento, aquece os laços no firmamento.

Dividiu-se a terra, mudou-se o nome, mas nunca a alma do lugar, cada gole é um pacto antigo, de quem nasceu pra aqui ficar.

No ciclo eterno da bebida, Entre rodas, mãos e tradição, mate é símbolo, mate é vida, é a essência da região fronteiriça.

Inserida por coord_orlando

O frio e a paisagem.

⁠Entre névoas e neblinas que dançam no frio, e um vento que conta segredos ao léu, há um pedaço do mundo perdido, um sul europeu sob o céu fronteiriço.

Ponta Porã e Pedro Juan, irmãs, separadas apenas por linha imaginária e discreta, misturam-se línguas, misturam-se danças, e as vozes do tempo ecoam inquietas.

Vieram tropeiros, vieram guerreiros, os guaranis, os espanhóis distantes, os portugueses bandeirantes, gaúchos e correntinos sonharam, nesta terra de vida vibrante.

O mate aquece, o tereré refresca, bebida que cruza as eras e laços, um ritual sem começo ou fim, que une estradas, povos que cresceram entre os ervais da região.

O frio borda a paisagem em prata, mistura emblemática sob o verde dos campos e matas a névoa esconde o que o tempo deixou, lamentos perdidos no vento antigo, memórias que a alma soprou.

Mas há calor nos rostos, nas mãos, na fronteira que nunca se encerra, onde o passado caminha presente, escrito nos traços desta terra.

Inserida por coord_orlando

🌿 ⁠A Voz que Canta no Meio do Mundo

O vento que passa, ninguém vê,
mas ele toca todos — do morro ao asfalto.
"Eu sei que vou te amar" — diz Elis,
e a dor de amar e de viver
é a mesma em cada rua, cada esquina,
onde a lágrima é a mesma para o pobre e o rico.

E é nas noites frias, nos becos escondidos,
que o samba floresce como um grito,
feito de mãos calejadas e corações partidos,
como se a música fosse a única coisa que nos unisse.
"Apesar de você, amanhã há de ser outro dia" —
é o grito de quem se levanta depois da queda,
daqueles que não têm mais nada, mas têm fé.

Caetano olha o céu, o Brasil que dança e chora,
e suas palavras são um espelho do povo:
"Alguma coisa acontece no meu coração…"
É o ritmo do povo que nunca morre,
que nunca se cansa de esperar, de sonhar, de cantar.

E enquanto as ruas gritam, Gil se perde na luz da lua,
seu violão ecoa para todos os cantos,
como um convite para quem tem fome de vida:
"Andar com fé eu vou…"
e ele sabe, com a certeza dos grandes,
que a fé não tem classe, nem cor,
a fé é a revolução que brota nos corações.

Cazuza, com seu fogo e sua dor,
não se rende à dor de ser esquecido:
"Eu vejo o futuro repetir o passado…"
mas ele grita contra a repetição,
contra o que limita e cala a voz de quem tem algo a dizer.
A dor é universal, mas a revolução também é.

Milton, com seu olhar sereno,
leva a canção como quem leva a esperança:
"Quem sabe isso quer dizer amor…"
E o amor não tem preço, nem medida.
Ele é o alimento para o corpo, para a alma,
para aqueles que lutam para sobreviver e para aqueles que têm tudo,
mas ainda assim, sentem falta de algo.

A música é o que une, o que não separa.
Ela não escolhe classe, não escolhe cor,
não escolhe quem ama, nem quem chora.
"O nosso amor a gente inventa" —
e com isso, criamos um novo caminho.
E a cada passo, a cada nota, a cada verso,
somos todos iguais:
seres humanos, plenos em nossa dor,
mas também em nossa capacidade infinita de amar.

Inserida por MiguelHabib

As Cores da Emoção

Emoção é como o vento: não se vê, mas se sente.

Às vezes, ela chega de mansinho, feito brisa. Outras vezes, é tempestade. Vem sem aviso, sem manual. Pode morar em uma lágrima ou num riso inesperado. Pode aquecer como um abraço ou apertar como um nó no peito.

Há emoções que iluminam — como o amor, a esperança, a alegria. Outras escurecem — como o medo, a raiva ou a tristeza. Mas todas têm algo a dizer. Todas são sinais de que estamos vivos.

Sentir é parte do caminho. É como pintar a vida com todas as cores que existem: o amarelo do entusiasmo, o azul da calma, o vermelho da coragem, o cinza da dúvida. Nenhuma cor é errada. Nenhuma emoção é pequena.

O coração não precisa ser domado. Ele precisa ser escutado.

Porque entender o que se sente é o primeiro passo para cuidar de si — e também dos outros.

Inserida por fabiano_demitte

⁠⁠Destino e Amor

O destino traça linhas no ar,
como o vento a brincar no mar.
Cada curva, um mistério a se abrir,
cada encruzilhada, um novo sentir.

E o amor, teimoso e sereno,
segue os traços, dança ao tempo.
Às vezes brisa, às vezes furacão,
mas sempre ecoa no coração.

Se o destino nos guia sem ver,
o amor nos ensina a escolher.
Entre as rotas que a vida desenha,
só o amor faz a jornada ser plena.

Copyright By Izaias Silva
Tiktok:👉@izaiasmsilva

Inserida por izaiassilva

⁠O vento da prova soprou em minha vida, varrendo as sombras, trazendo a luz da alegria.
Após a ventania, vejo enfim o raiar de um novo dia.

Inserida por RuthyannePrietsch

DNA DA CANÇÃO

No sopro do vento nas folhas do chão,
nasceu o princípio da antiga canção.
Antes da fala, já havia um som
que unia o mundo num mesmo tom.

Foi ritmo o passo do homem primeiro,
batendo em pedra, sentindo o pulsar
Depois vieram cordas, flautas e ar,
vozes que ousavam o céu alcançar.

Do canto tribal ao coral das igrejas,
do lamento escravo às danças francesas,
cada cultura fez da emoção
um som que batia no mesmo coração.

O tempo passou e o som evoluiu,
em notas, pautas, o mundo se ouviu.
Nasceu a orquestra, o piano, o jazz,
o rádio, a guitarra, o que vier depois traz.

Hoje há música feita em circuito,
digital, etérea, ainda com intuito
de traduzir o que não se diz —
um grito, um amor, um tempo feliz.

Mas seja em novo som, concerto ou fusão,
a música é ponte, é alma, é oração.
E segue crescendo com nossa emoção,
reflexo fiel da humana canção.

Inserida por IrajaJosoedeAbreu

⁠Claro que te esqueci... é tão claro

Agarro o que restou.
Um sopro... que o vento levou.
Estou em queda... voo livre.

Sim, sem paraquedas.
O frio no corpo aquece a alma.

A quem quero enganar?
Tudo está a congelar.
Rasga-se a ferida.
Vida doída.
Abafo um gemido.

Decido: não vou te procurar... não te quero mais.
És apenas um fragmento. Lamento!
Não somos mais os mesmos.
Tomamos rumos tão diversos.

Por que estou eu aqui a falar de ti?
Não cabes mais em meus versos.
Sim, eu me recuso a lembrar de ti.

Eu sei: eu te esqueci.

Inserida por RosangelaCalza

Hoje eu estou flutuando, é como se o vento pudesse me mover de um lado para o outro. Como descrever o que estou sentindo em palavras, alguém seria capaz de me compreender sem julgamento, ou seria apenas mais uma história contada e mais uma crítica lançada?

Inserida por SUCHOAS

⁠Às vezes ouço o vento passando, sussurrando ao ouvido uma nova esperança... como se a própria natureza quisesse me lembrar que, mesmo em meio ao caos, sempre existe um sopro de recomeço. Ele traz consigo memórias que o tempo não levou e sonhos que a alma insiste em manter vivos.

Inserida por bruno_silvestre

⁠Perco-me em pensamentos, e quando o vento retoca a beleza das folhas do ipê ao lado de minha janela, a vida num sopro mostra-se branda. O peito antes apertado, agora expande-se como se fosse abarcar tudo que a vista alcança. Minha angústia dissolve com tamanha rapidez que parece nunca ter existido. E eu, retomo o prumo de minha existência; e como aquele vento, sigo a retocar a beleza de tantas outras folhas por aí…

Inserida por douglastrindade