Flor da Pele
Ela, com sua sensibilidade a flor da pele. Ele, com seu jeito arrogante e prepotente de ver o mundo e de se ver. Mas assim não dava, assim, nada se resolveu, até que em uma noite fria e bastante chuvosa, ela pode dizer o que queria. E ele? Ele fez o que? Ele apenas disse que não poderia corresponder toda aquela expectativa, mas ainda continuavam sendo um casal, um casal de conto de fadas moderno, mas sim, um casal.
Meus hormônios estão á flor da pele,mas não quero ninguém para acalmá-los.Não agora.
-
PS:.Se for utilizar a frase,favor colocar os devidos créditos!
Chorei...
Sentimentos á flor da pele
Me anulei...
Fugindo de tais sentimentos...
Repensei, minha idade...
Lendo, as suas verdades...
E cada toque
Foi em delírio
O gosto de corpo quente
À flor da pele
Dois corpos unidos
Duas almas separadas
Alguns amores
Nasceram pra ser amantes
E não eternos.
Permita-nos inflamarmos pela combustão dos desejos à flor da pele, atingirmos o apogeu do prazer mútuo, nos exaurirmos sem limite nem pudor e nos perdermos em devaneios de amor.
A TEIMOSIA EM NAO ACEITAR A VERDADE PRA NAO SE PASSAR POR ERRADO E LEIGO, DEMONSTRA A FLOR DA PELE MAIS AINDA A BURRICE QUE SE QUER ESCONDER.
À Flor da Pele...
Teu amor me preenche
Teu carinho me encanta
Teu olhar me desnuda
Tua paixão me agiganta.
Teu corpo me seduz
Teu desejo me alimenta
Teu sorriso me ilumina
Tua voz me acalenta.
Teu beijo abre minhas portas
Teu susurro me envaidece
Teu toque me acende
Tua mão me enlouquece.
A flor da pele
Você me deixa louca
Com todo esse sentir
Sentimentos verdadeiros
A flor da pele por ti.
Aquecendo meu coração
Cheio de amor verdadeiro
Eu descobrir que te amo
Meu amor é um oceano.
Alma inquieta de Amor
Coração transbondando
Sentimentos verdadeiros
Amo você por inteiro.
Porque eu descobri
Preciso totalmente de ti
Esse amor me devora
Eu te amo a qualquer hora.
Meire Perola Santos
08/06/2018
06:14
a minha tatuagem é na alma
e reflete na flor da pele
escrevo um delicado poema
que nem de longe me descreve
alguém me lê
e não me entende
e se me vê
talvez me sub-entende
e se sabe o que sinto
então me compreende
é só me decifrar
com meus dilemas
com meus problemas
com minhas rimas
da louca poesia
a me encantar
é a flor que me pintam
do meu jardim interior
plantada no meu coracao
com seus espinhos cravados
dentro de mim
dentro do meu corpo são
dentro do mais profundo eu
que não demora a florescer
cresce em meus cabelos
desabrocham em meu peito
feito o amanhecer do sol!!!
minha tatuagem à flor da pele
arrepiada e corada
reflete o que sou por dentro
brota do meu jardim
o botão da paixão
uma flor de bem-me-quero
e também te quero bem
o amor me inspira a florir
ao invés de (me) ferir
me leva a sorrir
até a barriga doer
e eu resolvi ser feliz
de forma simples e natural
da maneira mais banal
mais frugal
mais especial
que eu conseguir
e me deixar fluir
me levar pela suavidade
pela sensibilidade
pela autenticidade
pela personalidade
da minh'alma
do meu espírito
do meu ingênuo ser!!!
Não sou santa nem libertina, sou apenas uma mulher intensa, com o desejo à flor da pele. Uma mulher que ama e é correspondida, que deseja e é desejada e que sabe aproveitar com volúpia até a última gota dessa dádiva.
Emoções a flor da pele
raiva, tristeza, aflições da vida
Coisas internas do corpo
Que o controle e a calma são absorvida
Um momento de euforia
Trás no corpo desarmonia
Emoções boas ou ruins
Mesmo tu estando em harmonia
A Senhora de Vale-Flôr -
De pele trigueira e olhar firme
porte de gazela, pelos campos ao calor,
- ó Poeta -, fala, escreve, diz-me,
alguém há que se assemelhe à Senhora de Valle-Flor?!
Alta, esguia, perturbante,
passa por entre os nobres sem temor,
deixa a um canto a Senhora Duquesa de Brabante
a Senhora Marquesa de Valle-Flor.
Vestida de brocados e cetins,
pedras, pérolas, jades incolor,
desliza p'los salões ao toque dos clarins
a muy nobre dama Senhora de Valle-Flor.
Mas um dia, algo terrivel ocorreu,
chega-lhe a noticia que a deixa sem fulgor,
Jenny, sua filha, tão jovem, morreu!
Pobre e contristada Senhora de Valle-Flor.
O Marquês, deixara-a antes tão nova,
esse, a quem dera tanto amor,
agora, sua filha, 20 anos, vai à cova,
triste, no Palácio, a Senhora Marquesa de Valle-Flor.
A Rainha, Dona Amélia de Bragança,
vem ao Paço dar a mão à sua dor,
traz-lhe flores e um abraço de esperança:
"- Aceitai estas Rosas Senhora de Valle-Flor!"
De negro vestida, véu cobrindo o rosto,
tão ressentida, pálida, sem cor,
cai aos pés da rainha - tal o desgosto
da muy nobre Dama - a Senhora de Valle-Flor.
" - Alevantai-vos!" Diz a Rainha. "- Pobre mãe,
alembrai de Maria a sua dor,
sabeis agora o que é ser mãe - tão bem,
Senhora Marquesa de Valle- Flor."
"- É tão funda, Senhora de Bragança,
a dor que me assola o coração,
que não há Rosas nem esperança
que me tirem deste valle de solidão!"
Ainda hoje, à porta do jazigo da defunta,
se vê passar um vulto que liberta um odor
das Rosas que leva no regaço! Quem é? Alguém pergunta!
E há um suspiro que se escuta. É a Senhora de Valle-Flor!
(Poema à Senhora D. Maria do Carmo Dias Constantino Ferreira Pinto Valle-Flor (1872-1952) Primeira Marquesa de Valle-Flor, e à sua filha, Jenny Valle-Flor, falecida muito jovem, ainda adolescente ...)
