Fiz de Mim o que Nao Soube
Não é uma maquiagem que sai com água, que nos separa de Deus! O que nos separa de Deus, é um coração endurecido, cheio de ódio, inveja e ressentimentos onde nenhum produto químico tem a capacidade de purificar.
Quantos em nosso meio se preocupam em manter suas faces limpas, suas vestes compridas e um comportamento aparentemente disfarçado de santo, mas que seu interior está despido de amor, faminto de santidade e sua alma sedenta de paz?
Se não aprendermos a nos humilharmos, a pedir perdão e a amarmos aqueles que nos ferem, as feridas ficarão abertas, tornando-se crônicas dentro de nós e a nossa alma nunca terá o privilégio de descansar com Deus.
Coletividade é entender que, enquanto indivíduos, não somos a órbita, mas que giramos em torno dela.
Não perca tempo tentando agradar ela com algo grandioso para alimentar seu ego narcísico, melhor é atendê-la naquele detalhes simples, tão simples que você prefere deixar de lado.
Não precisa comprovar nada pra ninguém, pegue este "EGO" e "HONRA" bate tudo no liquidificador e jogue fora.
A vida é para viver com intensidade. A celebração do viver o hoje, um dia não é igual ao outro, portanto vivamos bem e nos queiramos bem em aproveitá-los
Quem projeta o próprio futuro baseado na história de vida alheia, não tem criatividade e competência para se tornar autor de sua própria história.
A beleza de um instante, fica na capacidade dele ser único, e não voltar mais. Fica de forma sólida na sua memória, como algo imutável, como algo verdadeiramente absoluto e intransponível. Um bem que recebe, uma palavra dita no momento que você mais precisava, um carinho que não se apaga, um sorriso numa tarde qualquer, de um dia desses em que nada se espera do dia. E a gente vai vivendo assim, dessas lembranças que ficam, tentando manter vivo pra não sumirem da memória, do quanto foi bom ter vivido aquilo, do quanto aquilo foi marcante enquanto existiu.
Ricardo F.
Mas quando você está sorumbática, você não enxerga a beleza. Você só enxerga o que é taciturno. Os raios de sol e os sorrisos não lhe alcançam.
A dor não vai embora porque a gente quer. Ela vai corroendo a gente por dentro, em silêncio, de modo lento, como ferrugem.
Para que as pessoas estejam no mercado é preciso investir em educação e não somente criar máquinas para serem operadas pelas mãos humanas.
O modelo de TVs educativas norte-americanas e europeias não
serve para nós, pois eles não têm tantos problemas como São José da Tapera
e outras cidades e lugares de extrema pobreza do país.
