Fingir
Sem amarras
Eu não preciso dizer
O que eu sou realmente
Eu não preciso fingir,
Preciso ser eu somente
Eu não preciso agradar
Pra poder me destacar
E viver aparentemente.
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
23/11/2023
Seria idiota elogiar a pobreza e fingir que o dinheiro é mau ou que é preciso ser pobre, dado que todos precisamos de dinheiro para viver.
No entanto, não deve fazer do dinheiro o objetivo da sua vida. O dinheiro não faz a felicidade, mas pode contribuir para ela, afastando a necessidade da sua vida e dando-lhe paz de espírito.
Veja o dinheiro como uma maneira de viver melhor e de poder realizar os seus desejos, as suas vontades, projetos, sonhos de viagem, de conforto ou de proteção dos seus próximos...
Faça tudo o que estiver ao seu alcance para ter aquilo de que precisa, mas apenas com o objetivo de melhorar a sua vida e não para juntar dinheiro sem o gastar.
O dinheiro é uma forma de energia que deve circular e não deve ficar bloqueada nalgum sítio, quer seja debaixo do seu colchão ou na sua conta bancária.
Se tem dinheiro, faça-o frutificar. Se não tem, tente ganhá-lo!
Não confunda a Lua e o dedo que aponta para a Lua. A Lua é a vida que quer levar, o dedo que aponta para a Lua é o dinheiro.
Utilize a energia do dinheiro para o seu próprio bem, mas também para praticar o bem à sua volta e ajudar aqueles que não o têm. Sobretudo, não procure obter reconhecimento pelos seus donativos, dado que não seriam verdadeiros donativos, mas sim uma «troca de serviços»: dinheiro por um agradecimento. Isto tornaria o seu donativo inútil de um ponto de vista espiritual.
Será mais fácil para si ganhar dinheiro se não pensar apenas em ganhar, mas se for capaz de imaginar primeiro o que quer fazer com ele, para si e para os seus próximos. Desta forma, atrairá as energias da fortuna para si!
Por você, eu
Seria capaz de fingir estar feliz mesmo estando triste
Por você, eu
Seria capaz de fingir ser forte mesmo estando machucado
Eu queria que o amor fosse perfeito por si só
Queria que todas minhas fraquezas pudessem ser escondidas
Eu plantei uma flor que não pode florescer
Em um sonho que não pode se tornar real
…
Eu estou tão cansado desse
Amor falso, amor falso, amor falso
Eu sinto muito, mas é um
Amor falso, amor falso, amor falso
Nas mãos de Deus
Conforto é coisa de alma.
É deitar e dormir.
É não precisar mentir.
nem fingir.
Conforto é não precisar de máscaras
e de que não precisa não ter vergonha de admitir.
Conforto é a paz que tudo acalma.
É andar com calma.
É ter fé...
Mesmo em meio a tempestades.
Mesmo na mais completa escuridão.
Conforto é coisa de saber nas Mãos de quem da própria vida está o timão.
Finjo
Enquanto isso eu finjo que vou... faço de conta que nada mudou... não preciso mais fingir sorrisos... estão eles escondidos.
Mundo perdido?
Há uma guerra se travando por aí... há tanto ódio sendo destilado... em inseguranças estamos banhados.
Guerra externa: indivíduos contra indivíduos que nem se conhecem... sim, sabem que existem... pelas redes sociais. Poderosa essa rede: enredou-nos. Por mais que tentemos nos desenredar, ela está bem aí a nos abocanhar. Já tentei dessas cordas me desvencilhar, mas - tenho certeza de que você também já tentou se deletar desse mundo invisível, cansada de tela do computador... onde se vê tanta gente sempre, mas incapaz de ver a dor... até porque quando em frente à tela, somos todos amor.
Guerra interna: coração no peito apertado... desolado. Vamos exatamente pra que lado? Sensação de ondas do mar de um lado pra outro a nos jogar. Viemos à tona... pra logo em seguida afundar... mal dá tempo pra um respirar.
E assim vamos seguindo. Fingindo.
Uma hora tem que acabar. Uma hora o vendaval vai se acalmar. Uma hora vamos recomeçar: num caminho de flores, num mundo só de amores, numa vida cheia de cores.
Por enquanto é cinza... muitos tons de cinza.
Acalma teu coração enquanto espera... espera enquanto finge... finge enquanto espera... e finge que não finge.
Ah! e lembra: nunca ninguém disse que seria fácil... só que, sem Deus,
certamente é bem mais difícil.
"Why are you so paranoid?
Don't be so paranoid
Don't be so
Baby don't worry bout it
Hey there don't even think about it
You worry bout the wrong things
The wrong things [...]" (Paranoid (feat. Mr. Hudson)
Kanye West)
Rosangela Calza
Há lágrimas em seus olhos,
mas há orgulho demais para deixá-las cair
então prefere fingir...
Toque-o,
e ele se esfarela...
uma carcaça
quando longe dela.
Pra alguns é mais fácil:
Fazer vista grossa,
fingir que não está vendo nada,
deixar pra lá, não gastar vela com mau defunto.
Ver sem querer ver,
ou ver e ignorar o que viu!
Fingir que algo não está acontecendo...
deixar um erro passar batido e não fazer nada
ignorar fatos ou atitudes inconvenientes, fingir....
e depois fingir que foi sem querer.
Acho que seria mais fácil fazer um grande esforço pra jogar menos...os riscos são muito menores do que imaginamos.
Fingir não possuir opinião é uma atitude covarde daqueles que gostam de estar sempre do lado vitorioso.
Se o que eu quero não é o que você quer
Pra que fingir ?
Se o que você é Interfere no que eu sou, ou em como sou
Porquê não desistir ?
Nosso olhar não está fixado na mesma direção
Nós não temos os mesmos sonhos então
Aliás nem sei se você tem algum sonho que inclua a mim
Sei lá, as vezes é tão confuso
A verdade é que mesmo tendo você
Muitas vezes me sinto só
Talvez seja mais um defeito meu me sentir assim
Enfim, não sei se continuo só
Ou permaneço só
É, já vi que não tenho alternativa!
Avivamento Cessacionista
Eu sei que é o cúmulo do absurdo, mas vamos fingir demência e prosseguir no raciocínio.
Quando um “pastor” CESSACIONISTA diz à sua igreja cessacionista: "Vamos orar por um avivamento", a que avivamento eles se referem?
A) Ao avivamento de Jerusalém, em Atos 2, onde os dons foram abundantes?
B) Ao avivamento da Alemanha, no século 16, Reforma Protestante, onde sonhos, os dons da fé e da profecia foram abundantes?
C) Aos avivamentos dos grandes avivalistas John Wesley, George Whitefield, Jonathan Edwards, Charles Finney e D. L. Moody, nos quais revelações especiais e manifestações físicas incomuns foram abundantes?
D) Ao avivamento pentecostal da Rua Azusa, onde línguas, profecias e curas foram abundantes?
E) A um avivamento que não existe, no qual os dons do Espírito Santo não possam ser distribuídos, reações físicas sejam as mais contidas possíveis e nenhum barulho exista?
Como disse Leonard Ravenhill:
“Quando oramos, cometemos a imperdoável arrogância de suplicar que o Espírito Santo venha a nós com sua graça - mas não com seus dons”.
Pense nisso, ore por um avivamento e ótimo final de semana!
Que o Fogo de Deus aqueça nossos corações, Marcelo Rissma.
Você percebe que está evoluindo quando param de fingir elogios e começam a bombardear com críticas.
Eu te escrevo porque não sei te esquecer.
Posso fingir que segui em frente, que sua ausência não pesa mais nos meus ombros, que seu nome não me arrepia quando alguém o menciona por acaso. Posso me convencer de que o tempo apagou as marcas que você deixou em mim. Mas, no fundo, toda vez que seguro uma caneta, é sobre você que minhas palavras derramam. Escrevo porque sinto sua falta. Porque ainda lembro do jeito que você franzia a testa quando tentava entender o que eu dizia, do calor da sua mão na minha, do som exato da sua risada, não uma qualquer, mas aquela mais genuína, aquela que você soltava quando estava realmente feliz. Escrevo porque ainda te amo, mesmo que eu não devesse. Mesmo que eu saiba que algumas histórias não foram feitas para continuar. E se um dia essas palavras chegarem até você, quero que saiba: eu tentei. Tentei ser menos seu, tentei não transformar você em poesia. Mas algumas pessoas entram na nossa vida como um verso que nunca conseguimos parar de recitar. E você... bem, você sempre será minha rima favorita.
DOS ELOQUENTES SUPERFICIAIS
É fácil repetir ideias e até discursos alheios, fingir que sabe pode ser proveitoso para enganar gente tola, confundir os incautos.
Todavia, o falso conhecimento é uma água turva que em pouco tempo se acalma, revelando o que há de fato na sua superfície agitada: um nada escondido, que nunca será coisa alguma.
Evan do Carmo
Ator
O Ator enxuga o rosto, é outro ato
sua vida uma comédia essencial
se na vida sem fingir não é feliz
no teatro do existir nada é real.
leva a vida com empenho incomum
pela glória de viver a fantasia
se a roupa não lhe cabe ele engorda
ignora o ultraje do papel
e recita a mais bela poesia.
Noutra cena ele é pai ou filho errante
abre a porta da ilusão ao sonhador
quando chora nos ilude como amante
ao sorrir nos liberta de uma dor.
“Não há vergonha nenhuma em não saber, vergonha é fingir que sabe e perder a oportunidade de aprender com quem pode te ensinar.”
Você pode tentar se esconder.
Pode fingir ser alguém que não é, para impressionar quem está a sua volta .
Não sei mais se te conheço, nem sei ao menos se um dia cheguei perto de te conhecer .
Quem são aquelas pessoas ?
Quem são essas pessoas ?
Porque está confiando de novo em quem não dá a mínima pra você ?
Porque esta estragando a sua vida dessa maneira ?
Não me odeie , pois eu só quero seu bem.
Mesmo de longe e com uma enorme vontade de sentir indiferença,ainda escrevo para você
Não espero sequer um segundo você voltar.
Mas procuro com alegria ver se está bem .
Eu ainda não me lembro o que houve pra estamos tão longe novamente.
Mas se a vida se encarregou disso tantas vezes,pode ser uma força do destino dizendo que isso não é mais como era antes .
