Fingir
Às vezes os Sábios precisam fingir Estupidez para observar sem magoar os Estúpidos que se acham Sábios.
Às vezes a saudade desiste de fingir costume e acaba batendo um pouquinho mais forte, mas o Orgulho e a Gratidão pelos Bons momentos vividos resplandecerão para sempre.
Avivamento Cessacionista
Eu sei que é o cúmulo do absurdo, mas vamos fingir demência e prosseguir no raciocínio.
Quando um “pastor” CESSACIONISTA diz à sua igreja cessacionista: "Vamos orar por um avivamento", a que avivamento eles se referem?
A) Ao avivamento de Jerusalém, em Atos 2, onde os dons foram abundantes?
B) Ao avivamento da Alemanha, no século 16, Reforma Protestante, onde sonhos, os dons da fé e da profecia foram abundantes?
C) Aos avivamentos dos grandes avivalistas John Wesley, George Whitefield, Jonathan Edwards, Charles Finney e D. L. Moody, nos quais revelações especiais e manifestações físicas incomuns foram abundantes?
D) Ao avivamento pentecostal da Rua Azusa, onde línguas, profecias e curas foram abundantes?
E) A um avivamento que não existe, no qual os dons do Espírito Santo não possam ser distribuídos, reações físicas sejam as mais contidas possíveis e nenhum barulho exista?
Como disse Leonard Ravenhill:
“Quando oramos, cometemos a imperdoável arrogância de suplicar que o Espírito Santo venha a nós com sua graça - mas não com seus dons”.
Pense nisso, ore por um avivamento e ótimo final de semana!
Que o Fogo de Deus aqueça nossos corações, Marcelo Rissma.
Se você consegue
fingir que não viu,
que nada sabe
e que não tem
boca para reclamar,
fique sabendo
que quando um
tirano faz
de alguém
um preso
de consciência,
essa pessoa
não pertence
mais a ninguém;
ela passa
a pertencer
a Humanidade inteira,
e como sou feita
de sonhos, fibra e honra
não tenho como parar
de pedir que tudo venha
à tona para te libertar.
Depois de
tudo mandar
vestir as cores
nacionais
para fingir
que todos
seguem iguais,
é monstruoso!
Não participarei
desse show
de hipocrisia.
O quê sobrou
da floresta
virou cinza,
e ainda arde
porque não
vi o quanto
deveria
ao certo
para saber.
Não cooperarei
com este show
de absurdo.
Pouco a pouco
a geopolítica
vem fazendo
a paz foragida,
tem Pátria
vizinha
obrigando
a outra
a trajar-se
de laranja,
enquanto
deveria
colaborar
com diálogo
e constância.
Como o vento
passou em
Bahamas
em mim estão
os vestígios
e das florestas
as chamas.
Na mesma via
há povo, tropa
e um General,
passando por
o quê há de pior,
sem janela,
sem ventilador
e sem devido
processo legal.
Todos os dias
irrazoavelmente
têm sido trágicos
para as tropas,
Não posso fingir
que não vi e me
eximir de falar
simplesmente,
Destes tristes
e outros fatos
do continente.
O General está
desaparecido,
Creio que não
esteja mais vivo,
Não há nenhuma
notícia de alívio
E não vou parar
de perguntar
até o encontrar.
O silêncio grita
alto nos ouvidos,
Dois Generais
e dois destinos
convergentes,
Ambos presos
injustamente
por proposital
falta de provas
para torturá-los
sistematicamente.
Não é fingir que não doeu,
É crer que Ele ainda está escrevendo.
O Céu não desistiu de você,
Mesmo quando você está se desfazendo.
“Os que semeiam com lágrimas colherão com alegria.”
— Salmo 126:5
A melhor forma de ninguém se magoar com os meus comentários sobre política é só fingir que não me leem e não me responder com malcriações. Eu escrevo para alimentar o meu próprio ego e tentar melhorar o pensamento.
Existem pessoas que acham
que podem fingir no futuro
que são os verdadeiros criadores,
Eu não tenho espírito fraco
e minha agulha é feita de fogo,
Não serão exitosos quebrando
uma convenção e um acordo.
A estrela não é mais de Natal
e fizeram dela um símbolo mortal,
não consigo fingir que não vejo
que o Natal vem sem adereços:
o Presépio foi bombardeado,
a manjedoura virou escombros,
a paz foi detonada e as crianças praticamente não existem
mais porque a guerra arrasa
tudo implacavelmente
o quê vê pela frente
e leva com ela para sempre
para não devolver nunca mais.
Não dá para fingir
que o nosso presente
ainda parece repetir
os vícios do passado,
Se renova o voto diário
de camélia do jardim
espiritual da Abolição
ainda que pague o preço
ordinário da incompreensão.
(Resquícios de outrora pedem
renovação de tipos de rebelião).
