58 frases de fim de tarde que expressam a beleza da hora mágica
- Meu bem, se o fim de tarde de uma sexta-feira não te faz bem, então eu não sei, então eu não sei..
Fim de tarde...
Era assim,
eu sempre conseguia enxergar,
um belo céu azul
entremeado de nuvens brancas.
Elas lembravam tua mão carinhosa
afagando meus cabelos.
O tempo passou e borboletas,
resolveram ocupar o espaço também.
O vento, se despediu e ficou ali,
somente uma brisa leve
para garantir o frescor
que um final de tarde pedia.
Senti teu perfume
quando sentou ao meu lado,
me abraçou e falou dos teus sonhos.
Era tudo encantado,
foi assim que imaginei
e ficamos no silêncio
que falava por nós.
Levantamos, e lado a lado,
caminhamos durante um tempo.
by/erotildes vittória
Vento vindo veloz
Cabelos esvoaçantes
Sol de fim de tarde
Pés na areia
Água batendo nos pés
Horizonte
Lágrima
Devaneio
Anjo de areia
Talvez amar seja isso... esperar
Como o dia espera paciente o fim da tarde
Para que enfim possa vir a noite
Cheia de novos sonhos
E com toda esperança que traz uma nova manhã
Nosso amor
Para você foi brisa de fim de tarde
Para mim, tempestade
Hoje você diz que é um fim de brisa
Eu digo - saudade...
Nosso amor foi meu amor
Quem sabe...?
Portal para o passado
Sair cedo e chegar ao fim da tarde, atravessando invernadas, sangas e capão mato, isso também tem seu valor.
Sentindo o cheiro doce do campo provindo de flores nativas, onde um vento constante se encarregava de adocicar e refrescar minha cara num sol de novembro.
Junto ao galope me fazia sentir que eu estava em outro tempo. Tempo? – Sim! – Em um período em que “trabalho” era árduo porem compensatório, se podia ficar em contado com as obras do criador, pressentindo a energia e o amor detalhado de cada criatura e relva, tudo isso me fez preencher o um vazio provocado pela vida rotineira por entre as obras de concreto feita por homens.
De relancina eu via postes e fios levando energia elétrica e progresso para cada povoado, me fazia recordar que eu estava em 2013. Às vezes ao olhar para este céu azul alguns riscos brancos no céu, deixava intender que existe meio de transporte mais potente e veloz que um pingo bem encilhado. Mesmo assim digo enquanto tiver a oportunidade de ter um matungo de companheiro, não troco por nada esta alma companheira por pedaços de metal.
É quase fim de tarde,
E tudo continua como começou.
O dia fora esplendoroso,
Os acontecimentos nem tanto,
Mas na perspectivas de um olhar,
Tudo fora gratificante e encantador,
Os encontros,as rizadas,as histórias...
Oh ! vida malvada
Falou-me de amor,
Quando era odiado,
Falou-me de fidelidade,
Quando a infidelidade,
Era festejada.
Que mundo é esse ?
Se os valores estão invertidos,
Pela justiça injusta
A bem da verdade protegidos.
Não posso mudar e nem devo,
Mas posso não aceitar
Tamanha insensatez
Aonde vamos chegar...
Será no porto do conformismo,
Ou abrir a boca e gritar?
Clamando por socorro...
Sem ter quem nos ouvir.
De plantão só os que,
Querem nos aprisionar,
Sem direito a fiança
Aguardando só o momento
De nos condenar.
Fim de tarde
Terminando o dia
A tempestade se aproxima
Nos fundos de casa
Em cada esquina
Fim de tarde
Eu sou um pouco de cada
Tempestade e poesia
Leonard contemplava um fim de tarde em preto e branco
O céu acinzentado resplandecia ao seu redor
O dia terminava sem graça
Era só um garoto, sentado no banco de uma praça
Nos últimos instantes da vida se foi sem saber
Uma alma esquecida,
sem o sabor, de um grande amor para viver
Todo dia o sol levanta e a gente canta
Ao sol de todo dia
Fim da tarde a terra cora e a gente chora
Porque finda a tarde
Quando a noite a lua mansa e a gente dança
Venerando a noite
Madrugada, céu de estrelas e a gente dorme
sonhando com elas.
O malandro quer sambar
Já é fim de tarde
Quer fazer sorrir
Ele tira o chapéu
Reverenciando a lua
E chega no bar
Cheio de amor
Embriagado na loucura
Quer festa, tem música e mulher
Vai chegando de mansinho
Brinca, faz acordo, manda bilhete
Pisca o olho, canta, dança e encanta
Chama atenção de quem gosta
E de quem não.... e faz um pedido
Pro cara do violão
Toca aquela meu irmão
Daqui a pouco agora não
Tudo bem então...............
Vou aqui no bar tomar um limão
ki ki ki ki ki ki você fica bom
Rimou na hora o cara do violão
Valeu parceiro só na intuição.
Era fim de tarde…
quando estava a esmo na frente de casa….
brincando com uma bola rasgada…
na rua de terra batina…
você apareceu de repente
como um raio de sol que entra pela janela de uma casa do interior.
Gostaria que aquele instante se eternizasse, meu amor.
A vida dançava por meio dos sorrisos e dos passos daqueles que se encontravam em um fim de tarde azul e perfeito.
O som das ondas
Hoje, num fim de tarde, fui ao encontro do mar.
As ondas quebravam nas pedras;
no meu rosto salpicava a maresia
e o sereno quebrava o meu cansaço.
Eu admirava aquele arrebol e seguia a orla,
então o som da rebentação das ondas me pareceu mais belo
que toda canção já escrita.
Sanava o gume de meus fracassos;
'curava' amores entalados cá dentro,
na alma.
Quando a noite, enfim, ascendeu,
eu queria viver.
belo fim de tarde
sob a ténue luz do entardecer...
sopram versos na brisa a me tocar...
quero teu sorriso agradecer...
e quarta-feira, voltar...
-- josecerejeirafontes
FIM DE TARDE
Cindindo a vastidão do céu do sertão
Do planalto, num entardecer encantado
Sulcando as nuvens com raios dourado
Devassando o espanto, e sedutora visão
E no horizonte sem fim do torto cerrado
Ei-lo purpureando em toda a amplidão
Abarcando o cenário com tal composição
De matizes, alumiado por dom imaculado
Brilha, e se eleva em busca do infinito
O findar do dia, no céu é manuscrito
Auroreando a inspiração, numa poesia
Cheio de escarlate, assim, a cintilar
Que se vê na fulgência deste lugar
Vai-se a luz, e vem a noite sombria...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
20/08/2020, 17’00” – Triângulo Mineiro
ELA
Ela carrega um silêncio de lua
E as cores de um fim de tarde.
Por onde passa perfuma a rua
E a noite ilumina a cidade.
Ela carrega um brilho de sol
E as horas perdidas de um relógio sem ponteiros.
Ela me fisga com um sorriso anzol,
E me pesca e me prende por inteiro.
Ainda lembro do exato momento que me fiz poesia
Foi num fim de tarde, sol e chuva
Ao abrir os olhos eu enxergava e mais sentia.
