Filosofia
As 'faíscas' da filosofia nos vêm como guerreiras da mitologia: são aceitas dependendo da época e do lugar.
A filosofia da práxis não contempla o mundo como está — ela o interroga, o critica e o transforma com as mãos conscientes de quem age.
O verdadeiro homem sob a perspectiva do Caráter do Criador e da filosofia perene…
Com imenso júbilo, aprofundemos a concepção do verdadeiro homem, expandindo os horizontes do entendimento e desvendando as sutis camadas de sua existência sob a perspectiva do Caráter do Criador e da filosofia perene.
No âmago mais profundo de sua essência, o verdadeiro homem é o reflexo da Imago Dei, a imagem do Divino impressa em sua alma. Tal marca inextinguível confere-lhe uma dignidade inerente e um potencial ilimitado para a excelência moral e espiritual. Consciente de sua herança sublime, ele se dedica, incansavelmente, a desvendar as camadas de sua natureza, almejando conformar-se ao arquétipo primordial.
Sob uma perspectiva filosófica, sua trajetória consiste em uma incessante busca pela autognose, o conhecimento de si enquanto microcosmo do universo e elo na vasta cadeia do ser. Ele reflete sobre as questões fundamentais da existência: o propósito da vida, a realidade última, o significado do sofrimento e da alegria. Sua mente, ávida por sabedoria, nutre-se dos ensinamentos dos filósofos, poetas e místicos, integrando múltiplas visões para moldar sua própria compreensão do mundo.
Para este homem, a moralidade transcende a mera imposição de regras; é um código intrínseco, inscrito em sua consciência, em harmonia com a ordem cósmica estabelecida pelo Criador. Ele cultiva as virtudes cardinais – prudência, justiça, fortaleza e temperança – como fundamentos de sua existência: a prudência ilumina suas escolhas, a justiça o move a dar a cada um o que lhe é devido, a fortaleza o sustenta nas adversidades, e a temperança regula seus apetites e paixões.
Sua inteligência transcende a acumulação de informações e eleva-se à sabedoria: a habilidade de aplicar o conhecimento com discernimento e clareza. Ele questiona, pondera e evita juízos precipitados. Sua mente é como um farol que dissipa as sombras da ilusão, iluminando os caminhos da verdade.
No âmbito das emoções, o verdadeiro homem não as reprime, mas as compreende e governa. Reconhece o valor da alegria, da tristeza, da ira e do temor, mas não se submete a seu domínio. Cultiva a inteligência emocional, exercendo a capacidade de entender e harmonizar seus próprios sentimentos e os dos outros, construindo relacionamentos alicerçados na empatia e na compreensão mútua.
Sua vontade, firme e orientada por princípios, não se deixa arrastar pelas correntes das opiniões alheias ou pelos apelos efêmeros do momento. Sua determinação é temperada pela humildade, reconhecendo a falibilidade de seus planos e a intervenção da Providência em seus caminhos.
Nas relações interpessoais, ele pratica a alteridade, colocando-se no lugar do outro e compreendendo suas perspectivas e necessidades. Sua comunicação é clara, honesta e permeada de respeito, evitando toda forma de maledicência ou manipulação. É um amigo leal, um companheiro fiel e um agente construtivo no seio da comunidade.
Sua espiritualidade, intrínseca à sua natureza, busca a conexão com a fonte de toda existência. Essa aspiração pode expressar-se de múltiplas maneiras: por meio da religião, da contemplação da natureza, da meditação ou do serviço altruísta. Ele reconhece a transcendência como dimensão essencial da vida humana e anseia por compreender seu lugar no cosmos.
Para ele, o trabalho transcende a mera subsistência, convertendo-se em um veículo de expressão de seus talentos em prol do bem comum. Empenha-se com diligência e integridade, assumindo a responsabilidade de cumprir suas tarefas com excelência e contribuir para o progresso coletivo.
Diante das adversidades, demonstra resiliência e coragem inquebrantável. Enxerga nas dificuldades oportunidades de crescimento e aprendizado. Sustentado pela fé nos momentos de provação, é impulsionado pela esperança a perseverar em sua jornada.
A humildade é a marca distintiva de seu caráter. Reconhece suas limitações e evita gloriar-se de suas conquistas. Sua autoconfiança está imune à arrogância, e sua busca por aperfeiçoamento é constante. Aprende com seus erros e se mantém receptivo a novas perspectivas.
A gratidão permeia sua existência. Ele valoriza as bênçãos recebidas e manifesta apreço pela vida, pelas pessoas e pelas oportunidades. Sua atitude positiva e sua sensibilidade para encontrar beleza no cotidiano enriquecem sua trajetória.
O verdadeiro homem é um eterno aprendiz, consciente da infinitude do saber. Cultiva a curiosidade intelectual e busca expandir horizontes por meio da leitura, da observação e do diálogo. Sua mente permanece aberta e receptiva a novas ideias.
Sua liberdade é exercida com plena responsabilidade, reconhecendo que suas escolhas têm consequências. Age de forma ética e consciente, respeitando os direitos e a dignidade dos outros. Sua autonomia é um meio de realizar seu potencial e contribuir para a construção de um mundo mais justo.
A integridade é o alicerce de sua vida. Há coerência entre pensamento, palavra e ação, e ele rejeita a hipocrisia. Sua palavra é confiável, e seus compromissos são honrados. Sua reputação reflete o caráter imaculado que sustenta sua existência.
Em relação ao Criador, cultiva reverência e admiração. Reconhece a transcendência e busca viver em harmonia com os princípios espirituais que regem o cosmos. Sua fé, seja expressa em uma religião ou em espiritualidade pessoal, nutre sua alma e confere sentido à sua caminhada.
A beleza é sua fonte de inspiração. Ele aprecia a arte, a música, a natureza e todas as manifestações da criatividade, permitindo que sua sensibilidade estética enriqueça sua experiência e o conecte às esferas mais elevadas do ser.
Em síntese, sob a orientação do Caráter do Criador e a luz da filosofia, o verdadeiro homem é um ser em constante aperfeiçoamento, buscando a plenitude de suas capacidades intelectuais, morais e espirituais. Sua existência é uma jornada de autodescoberta e serviço, pautada pela busca da verdade, pela prática da virtude e pela aspiração à transcendência. Ele é um exemplo de integridade, resiliência e da magnificência do espírito humano em harmonia com sua origem divina.
Infelizmente já não temos filósofos naquele Circo de São Bento, apenas repetidores de filosofia alheia.
A filosofia é mais do que uma representação de ideias advindas do consciente, é a pura manifestação arquetípica simbólica perpassando o inconsciente
Estudar filosofia é estar preparado para ser devorado por leões, ainda que mais adiante seja possível contar com o auxílio das hienas
A filosofia não é a mãe de todas as disciplinas, é a madrasta, pois ela é aquilo que uma mãe dificilmente será: rebelde
Amar a Deus é a filosofia do porquê, mas por incrível que pareça, quanto menos se pergunta mais sabemos a seu respeito
Camila disse que o camelo é o bicho mais bonito
Fico imaginando alguma filosofia nisso,
Mas pra quem estivesse na selva
Os bichos mais feios seriam o tigre ou o leão...
Camila disse que o camelo é o bicho mais bonito
Pra mim o bicho mais bonito é o tigre e o leão,
Mas eles lá na selva e eu os vendo aqui da minha televisão
O que eu diria da tartaruga
Depois de duzentos anos de rugas,
Camila seria a fêmea do camelo?
Então eu diria que camelo é o deserto mais bonito da solidão...
Há quem diga até que o otimismo é uma atitude de filosofia barata. Mas há algo mais barato que o pessimismo? Olhem para o mundo. Quantos os que se queixam, quantos os que se angustiam, açulados pela imaginação doentia; quantos proclamam angústias (as famosas angústias físicas e metafísicas de tantos intelectuais!). Quantos procuram mágoas para explorá-las? Há coisa mais barata por este mundo?
"Só há Filosofia onde há demonstrações rigorosas; o resto é exposição filosofista ao sabor dos gostos estéticos e afetivos de cada um."
Palhaço é alegia,
É a alma da plateia,
Palhaço é filosofia,
Ele também é ideia.
O circo sem o palhaço,
É lobo sem alcateia.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
RELIGIÃO E FILOSOFIA
A religião é como o interruptor, tenta ligar para através da conexão produzir luz. O interruptor é como que comutador entre Realidade e realidade aplicada. A filosofia e a ciência procuram entender e explicar o que acontece no emaranhado da fiada da realidade aplicada.
"Há mais mistérios entre o céu e a terra, do que toda a nossa vã filosofia"... é não, my dear Shakes?
Somos todos formas misteriosas guiadas pelo tempo pelo suave, forte, incontrolável vento!? Estamos mesmo à mercê do que o vento faz?
Hoje o vento está de bom humor... um leve rumor entre as árvores a denunciar sua presença. Quase imperceptível... invisível... brincando com tudo o que é bem visível. Não fosse o pra lá... pra cá levemente das folhas... mostrando o vento a brincar... eu nem saberia que ele está lá... a me observar... constantemente indiscretamente.
Mas... e amanhã!? Quem garante que ele não se comporte como um gigante? E ele vai assim se comportar - já há milhares de exemplos pra confirmar. Destruindo tudo, tudo mudando de lugar.... Cansou de brincar, quer, agora, tudo esculhambar... jogar... uma luta com você, comigo lutar.
O vento no tempo soberano a reinar!
Acho que não... acho que o vento se engana quando pensa que está no controle da situação.
Agora... uma coisa sei que há: limitação... total. Há uma limitação em todos nós... só vamos até um ponto... que a nós é permitido... um pouquinho mais!? Acesso Proibido!!
Preocupo-me com isso? Não, claro que não.... Estou mais preocupada em procurar em mim o que está fora de lugar.... na calada da noite... tento-me em mim mesma da melhor maneira minha alma arrumar...
Delicadamente junto meus pedacinhos e com cola bem resistente me ponho a colar...
Outro dia amanhã vai chegar... E eu!?
Bem, eu... eu estarei bem pronta pra por mais um dia caminhar!!!
E de novo, e de novo, e de novo....
... e fim
