Ficção
“— Você lê muito, não lê?
— Muito…
— Por quê?
— Porque a ficção é sempre mais interessante que a realidade.”
A arte de viver
Vida, obra de ficção, que se torna verdade
Qualquer semelhança, mera realidade
A arte imita a vida
Uma mentira desconstruída
Na arte de viver, existe muito de ficção
Fugindo do real, mentira em construção
Ilusão, realidade, ficção, veracidade...
Queira ou não, quase tudo, banalidade
Ficção ou vida real, difícil de separar
Boa ou ruim, a obra, poderá se materializar
Engraçado como as coisas acontecem, porém não sabemos se tudo que vivemos hoje é realidade ou ficção.
Não diga que nada deu certo sem ao menos tentar uma vez se quer, a vida é muito importante pra ficarmos parados sem fazer nada.
A vida é um complexo de escolhas, cada escolha um dia a ser vivido, cada dia vivido é um dia de experiência.
Assim já diziam; O ser humano não envelhece com o passar do tempo, ele adquirir experiência de vida .
Conheço fatos!
Geografia, história e ficção!
Mas em meio a tantas coisas!
Em meio a ilusão!
Saber se o que vivo é real ou não!
Seria louco se dissesse pra onde vou!
Ou talvez que tempo me restou!
Se a mesma pergunta ainda perdurou!
Esta é e sempre será: Quem eu sou?
Alienígena
Ficção tornando-se realidade.
Os alienígenas invadem a terra.
E passam a se apossarem do corpos
Dos seres humanos.
Os homens pneumáticos se unem.
Os violinos se afinam.
Um só inimigo comum.
O alienígena pode estar em qualquer lugar.
Inexistem diferenças.
Não adianta paredes altas ou grades nas janelas.
O jogo agora. É outro.
Antes ficção. Hoje estatística.
“Alea jacta est”...
Mudança no mundo.
Morde e assopra.
Todos desejam manter
Suas conquistas.
Nem que, para isso;
Tenha que haver invasão alienígena.
Para manter a sombra do medo,
Circulando entre os caprichos e
Desejos acidiosos dos habitantes
Da terra.
Antes parecia ficção. Hoje fixação.
Cantando a canção de Pan.
Desvalorização dos serem afortunados
E, valorização dos seres menos afortunados.
Mudam-se os paradigmas nesses tabuleiros.
E o momento é de mudança. Vigia.
Esperança e luto.
Porque nas dores. Todo mundo,
São iguais.
Marcos fereS
(em tempo de corona)
A realidade que vivenciamos hoje, está além da imaginação/ficção. Como pode um líder exibir dessa forma seu poder econômico, cobrindo qualquer oferta?
Tirando dos outros países suas compras,
já em separação de materiais para proteção dos trabalhadores de saúde? Sendo canceladas e revendidas para este, três vezes o valor do mercado.
Em que mundo estamos vivendo!
Não existe amizade;
Nem compaixão;
Ou respeito com os outros.
Egocêntrimo sem pudor!
Diz o ditado:
" Farinha pouca, meu pirão primeiro".
É a mais pura verdade.
A GANÂNCIA, não pode SUPERAR
a ajuda humanitária.
É nessas horas que se conhece o VERDADEIRO caráter e consciência de
um líder, seja ele protetor, ciumento, ganancioso ou louco.
Aprendi a escrever ficção da mesma forma que aprendi a ler ficção - pulando as partes que me entediavam.
Escrever ficção sempre foi, para mim, uma alquimia de transformar a dor em poesia, a feiura em beleza. Tem sido uma espécie de redenção.
A mentira que nos cerca e a verdade que nos mata, a realidade é uma máscara, a ficção é uma fantasia, então como o encanto do mundo pode ser uma mentira ? Se oque nos faz sonhar também é o que nos faz sofrer.
Só quem escreve sabe o peso de cada palavra. Da ficção, à realidade sempre há um pouco de si, de suas verdades. Fora o imensurável prazer, quando se percebe, que apesar das diferenças, somos tão iguais, pois, o que se escreve também se encaixa no necessitar de outro alguém. Não importa se amadores, consagrados ou só por passatempo. Escrever sempre será o ato de derramar-se, porque não se pode conter a tempestade de palavras que se tem na alma. Há varias maneiras de expressar-se, e através delas busca-se a liberdade. Na escrita, nada difere, cada palavra desacorrenta, é como um aplanar suave sobre os nossos sonhos, e uma brisa que se sente quando conseguimos fugir do que nos aprisiona. Escrever sem dúvida também é um ato de coragem, pois, nem todos aceitam se expor. É quando se transforma o “eu” em palavras, desnuda-se alma, e você está ali em cada ideologia, crença, poesia, escrito, ficção, em cada linha, em cada pensamento.
Ainda que pareça vão cada palavra, sua missão é rara, é dádiva. O segredo é sempre utilizar das armas que tem, para o bem. Utilizar-se da escrita para mover o próximo para o novo, para seguir sempre em frente e ver a vida de forma realista e consistente.
Escrever é um ato de libertar-se, a mesmo tempo em que se alforria outras mentes.
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