Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
“Eu me doía toda hora, sei lá, achava que o problema era comigo, que era eu que não fazia as coisas da forma certa, que era eu que errava, era eu que não pensava antes de falar, até que chegou uma hora que eu parei pra pensar, repeti pra mim mesma, que não era possível, eu não poderia ser tão incapaz assim, mesmo com tanto esforço, até eu pensar mais uma vez, eu estava certa, às vezes o problema era eu, mas na maioria das vezes que doía mais, o problema era os outros.”
Dizem que desistir é pra os fracos, eu não sou fraca, eu só desistir daquilo que me fazia mal, mas agora vou atrás daquilo que me faz bem.
"A tua presença não me fazia falta pois, eu sabia que você estava ali do meu lado, fazendo com que eu não ti esquecesse porém, quando tu foste embora me fez sentir uma imensa saudade, por que você já não estava mais perto de mim, e assim somente dessa forma, entendi o quanto você significava pra mim."
Não importava a hora...
Se era noite ou dia.
Não importava se eu ficava ou ia embora...
Se fazia calor ou chovia.
Quando tudo era mais simples...
Eu era feliz e não sabia.
Mãe, não fui eu!
Pedrinho era um menino muito levado. Sempre que fazia algo de errado dizia: não fui eu!
Sua mãe por ter um enorme coração e não desconfiar de seu filho acreditava tudo que Pedrinho falava.
E assim o danado do Pedrinho sempre se safava!
Por inúmeras vezes ele aprontava. Seus amigos chegaram ao ponto de se perderem nas contas de tantas travessuras.
Foram uma. Não!
Foram duas. Não!
Foram três. Não!
Foram quatro. Não!
Foram tantas vezes que Pedrinho aprontou que chegou um dia que ninguém mais contou.
Seu irmão mais velho um dia o alertou: Pedrinho pare com essa sua travessura, ou então, ninguém mais vai acreditar em você.
E adivinha o que Pedrinho lhe respondeu: Novamente. Não fui eu!
Pedrinho sem notar, todos do seu lado queriam - se afastar.
Cochichavam uns com outros...lá vem ele, está chegando, e seus amigos de ti se afastando.
Chegou ao ponto de ninguém mais conversar com Pedrinho. Que desta vez ficou sozinho.
Em sua casa aos prantos chorando, despertou atenção de sua mãe que deixou tudo que estava fazendo e foi ver de imediato o que estava acontecendo. Quando se aproximou de Pedrinho e lhe perguntou:
- O que aconteceu?
Por incrível que pareça, Pedrinho ergueu sua cabeça e disse: pela primeira vez; Mãe fui eu.
Respondeu sua mãe. Foi você o que meu filho?
Respondeu Pedrinho. Fui eu que toda às vezes aprontava e quando a senhora me perguntava à verdade nunca lhe contava. E assim de todas me safava.
Por querer dar de esperto, perdi todos os meus amigos que tinha por perto.
E agora mãe o que eu faço?
Com lagrimas nos olhos e com o coração repleto de carinho e ternura, sua mãe lhe respondeu:
Uma boa lição meu filho você aprendeu. Agora, toda vez que aprontar e quando lhe perguntar me responda com sinceridade, sempre diga a verdade, pois a mentira por mais bem contada que seja uma hora a verdade sempre vem à tona.
Está certo mãe. Se for algo que fiz, lhe direi: Fui eu!
Agora, se for algo que não fiz, lhe direi: não fui eu!
E assim Pedrinho aprendeu uma grande lição!
Eu não quero saber porque, eu não quero entender. Pra mim estar ao lado de alguém que me fazia sorrir já era o bastante. Eu nunca liguei das diferenças, era até engraçado você gostar de uma coisa e eu gostar de outra. Só lamento mais uma vez o meu azar, deve ser que será sempre assim mesmo, as pessoas que eu realmente começo a gostar vão embora da minha vida. Sabe e tem um tanto de gente por ai que disse que gostava de mim e porque não consigo corresponder nenhuma delas? Porque novamente me apaixonei pela pessoa errada. Não quero mais tentar, pois nunca consigo acertar, desisto!
Porque tudo que fazia me desapontava
Eu acho que não devo me sentir culpada
Você foi além de mim
Você viu o nosso fim
Eu estou aqui por você, mas nunca se importou.
E todas nossas chances, você as descartou.
O amor é sempre cego
Eu descobrir quando meu coração ficou cego por ti
Eu que achava simples assim.
Eu não sabia que havia em mim tanta água.
Mal fazia ideia eu,
que nesse profundo fundo negro
guardado estava tanta mágoa.
A dor chegou aos poucos
e ao chão foi me levando.
Aqui estou eu finalmente,
mergulhada em meus prantos...
Ah!Que ridícula mania,a minha mania
de sentir tudo diferente,
sabendo que será igual :
Um começo,aos meus olhos inesquecível;
O meio,uma terrível comédia dramática,
e tudo termina ali,em um trágico final.
Sim,uma peca de teatro!
Onde faço-me protagonista,
atriz e platéia também.
O escritor que não tem pena,
Deu o papel de morte
à minha alma outra vez.
Cheguei à conclusão que eu não consigo terminar minhas letras, incrível como que algo que fazia tanto sentido e hoje lendo não faz sentido algum.
Incrível como oque até eu escrevi de manhã tenho que mudar à noite, vivo trocando as palavras, trocando algumas frases, mudando até minhas ideias.
Acho que a poesia já deixa de fazer sentido no intervalo de tempo entre pensar e escrever, então é inútil eu ficar corrigindo a cada dia. Talvez é hora de esquecer o sentido .
Ainda bem que não mando cartas ,pois imagine o meu desespero de querer mudar tudo ,ou pensando bem ...acho que isto é viver ,errar e acertar e em vez de corrigir simplesmente aprender.
"Eu falhei. Disse que fazia com que me amasses para sempre mas não o fiz. Disse que estaria lá para ti vinte e quatro sobre vinte quatro horas, mas falhei. Falhei dizendo que te amava nas horas erradas enquanto nas horas certas não proferi nenhuma palavra. Falhei tentando ser a pessoa que não sou. Mas eu só queria chegar à perfeição, talvez assim gostasses mais de mim. Só queria que por um momento tu pensasses em mim, mas até nisso eu falhei."
Tinham certas coisas que minha mãe fazia, que eu não entendia muito bem. Achava que ela não gostava de mim, não ligava para o que eu sentia, de como eu estava, mas acho que ela sabia que Deus ia levá-la cedo e que não estaria aqui, quando eu precisasse dela. Por isso, ela fez com que eu ficasse forte e frio, antes de falecer... É, ela sabia que eu iria encontrar certos obstáculos, pessoas que iriam vir para a minha vida com o intuito de não somar, que apenas queriam me fazer de palhaço. É, eu não entendia muito o bem o que ela fazia, mas hoje esta tudo muito claro.
Deus levou a senhora cedo, mas ate hoje a senhora vêm me ensinando e me mostrando como a vida é... Te amo!
Chorei porque eu não fazia ideia que eu me machucaria tanto, porque ao chegar em casa e abrir a droga da porta do meu quarto eu fiquei parado ali, remoendo. E chorei, porque voltei a lembrar daquelas coisas todas que eu prometi esquecer.
“Eu só queria que a gente não fosse mais uma daquelas historinhas que me fazia dormir antes mesmo de chegar ao final.”
Eu já fui dessas de me entregar a dores que não eram minhas. Chorava ao ver um amigo mal e fazia de tudo para colocar um sorriso em seu rosto, mesmo que, para isso, eu tivesse que me machucar. Entregava-me a tanto sofrimento que chegava a ser deplorável, mas chega um momento em que você deve aprender a ser egoísta, deve pensar na sua felicidade primeiro. É ruim ver pessoas que você tanto ama tristes, mas coloque-se em primeiro dentro de você. É preciso, antes de tudo, ver um sorriso enorme no espelho no que nas pessoas. Não se esqueça de que sorriso contagia, principalmente um sorriso verdadeiro, um sorriso forte. Se preencha de alegria e pense em resolver os seus problemas antes de tentar ajudar os outros. Seja egoísta, porque tem gente que só se aproveita da tua boa vontade. Se ame, antes de pensar em amar alguém.
Como um ponto de int?rrogação no meio de uma frase, ele não fazia sentido. Porém eu o amava mesmo assim.
Antes de Cristo, eu fazia coro com Lutero: “não tenho outro nome senão pecador; pecador meu nome, pecador meu sobrenome”. Hoje, com Cristo, digo: “pecador meu nome, regenerado meu sobrenome”.
