Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Era uma vez uma menina que se sentia solitária. Apesar de ter bons amigos e uma família sempre presente, ela achava que faltava algo mais. Eis então que ela passou anos e anos procurando por esse “algo mais” e só se deparou com meras decepções, tudo isso por que sentia um vazio imenso no peito, que nem as noites mais longas e as bebidas mais fortes conseguiam disfarçar. Certo dia, alguém bateu em sua porta e a garota rapidamente correu para olhar: era um tal de “amor-próprio” que, após uma longa conversa com este sujeito inusitado, ela aprendeu uma lição que a salvaria de toda angústia que a acompanhou durante anos. O que mais chamou sua atenção foi quando ele disse: “Ame-se em primeiro lugar ou ninguém te amará. Antes de amar outra pessoa, você tem que amar a si mesma.” Com isso, a menina percebeu que precisava de muito pouco para ser feliz e que não seria um amor que a tiraria do buraco. Ela aprendeu também a dar valor às coisas mais simples e aturar a própria companhia nas horas de solidão. Ela finalmente seguiu em frente, aproveitando assim os bons momentos que a vida proporciona.
Ela sentia ciumes, ele a ignorava.
Ela dizia que ama, ele respondia nada.
Ela queria estar perto. Ele sempre distante.
Ela o chamava de amor. Mas pra ele era só ficante.
Ela queria algo sério. Ele não estava nem aí. Até que ela foi aprendendo a se amar e sorrir. O tempo passou. O mundo deu voltas. Hoje ela está feliz e ele vem bater na porta. Ela toda produzida. Ele usado, sem ninguém. Ela com um homem de verdade. Ele à procura de alguém. Ela está linda, satisfeita, sorridente, deslumbrante. Ele triste, cabisbaixo, arrependido, ofegante. Depois de curtir várias ele percebe o quanto errou. Ele até gostava dela, mas não soube dar valor. Agora ela está em outra. Resolvida. Bem amada. Hoje ele sente tudo. Ela já não sente nada.
Arrebatou-se.
Um brilho intenso iluminou-lhe o rosto.
Sentia o amor brotar-lhe por todos os poros e a ternura escorrer-lhe pela ponta dos dedos.
Cada vez que passava em frente aquele café, sentia o cheiro das suas lembranças, dos seus poemas, dos seus rabiscos nas minhas páginas. No frio daquela tarde, tomei das suas xícaras e vi que não você não existia mais. Veio uma outra brisa, trazendo o cheiro de Deus e o aroma de um amor mais leve e fresco, me convidando para experimentar a sorte de um novo amanhecer. (Café - Victor Bhering Drummond)
Ele era o seu primeiro amor, ela sentia tudo intensamente e pacientemente esperou.
Passaram-se dias e ele não a correspodia, perdido em paixões fulgases esqueceu que o amor batia insistentemente a porta. Quando decidiu abrir e deixa-lo entrar o amor da menina estava quebrado, não havia conserto.
Aquilo que nos faz ter esperança pode nos levar a total ruína.
Perdidamente só sentia-me
Entre tantas, só mais uma alma apenas
Banhada pela casta lua em lume
A exalar suave olor de açucenas.
No futuro distante você lembrara de mim e vai pensar e ver que tudo de amor que sentia por você era realmente verdadeiro e não passageiro, mais ainda te amo !!
Senti teu beijo de morte
Morte pra mim, Do que sentia Ou sinto
No fundo tudo é súplica
Para que me ame
Amor é carência
Não quero acreditar nisso
Amor, tão simples e complexo
Tentar não acreditar
Mesma ação de se esvaziar
Nada evolutivo
Só segurança para vida
Estar com grades até o fim
Isso é sonho de vida?
Hoje perguntei como você se sentia
você disse "cansado".
Queria mesmo saber sobre sua alma,
mais do que sobre seu corpo.
Você não me perguntou, mas ando cansada também.
Me cansei de esperar algo que você promete,
mas sabe que nunca o fará.
Hoje vou jogar todas as suas desculpas pela janela
Não as suporto mais.
Passei a entender que você não ama o que
une,
mas sim o que separa.
Ergui minha cabeça em meio a multidão
Soltei fogos que embaralham minha percepção
Sentia solidão
Sentia amor, mas amava em vão
Mas pulei da minha sacada
Achando que iria voar
Voar por esse mundo
Que me da tristeza por saber
Que minhas asas eles iram cortar
E fazer minha liberdade apagar
Como as lembranças de uma vida
Castigada por não amar.
Me sentia assim
Tão solitária e desamparada
De repente tu surge do nada
Me abraça e me acalma
E faz tudo ficar Bem
Como se nada tivesse acontecido.
