Fauna
O paraíso deve ser, às margens Dos rios... Na Fauna e na flora, Sob uma linda estrela dourada o Sol... Aonde se deve levar um Livro, uma história encantada, Que possa fazer o vento bailar Em caracol...
Quilombo
Lagoa Dos Pretos um povoado quilombola, rico em fauna, contos, mitos, culturas, lendas, cantigas, religiosidades e Histórias.
O seu povo carrega um passado bem distante, desde do ano de 1532 até agora.
Suas matas escondem riquezas vegetais, animais, minerais e Históricas, que ficaram pra sempre em nossas memórias.
Quando eu estou nesse lugar os meus pensamentos viajam e cavalgam perdidos, intrínsecos e permeados pelas memórias.
Vivo vivendo lutando por um povo e sua História.
De tarde vem chuva
A fauna se agita,
Coreografando na savana.
A flora precipita,
Ao bailar sobre a grama.
O sertão parece ser tão calmo,
Até o anúncio da irrigação,
O solo se torna alvo,
Na seca se encontra o pão.
De tarde vem chuva
E o vento vem.
De tarde vem chuva,
Os rastros se vão.
Líquida hidrata,
Liquida fraquezas,
Vida refrata,
Estimulando belezas.
Todos os espaços vagos,
Ocupados pelo abraço dado.
De tarde vem chuva,
Excelência incontida,
A natureza triunfa,
Embriagando com vida.
De tarde vem chuva
E o vento vem.
De tarde vem chuva,
Os rastros se vão.
Quando digo atualmente com os mais de 7,5 bilhões de Humanos, toda fauna e flora galáxias e buracos negros e o desconhecido afirmo é Deus em evolução!
PORTO DE GALINHAS
Os recifes de corais
têm fauna exuberante,
com peixe de todo tipo,
de cores muito vibrantes.
Grande riqueza marinha,
lá em Porto de Galinhas,
das jangadas navegantes.
Eu queria comecar me desculpando desde já, minha vida e uma fauna grande a cura da felicidade é viver
Nordeste de terra quente
belezas de fauna e flora
onde o povo fala oxente
encanta quem vem de fora
desse chão brota a semente
que alimenta tanta gente
por esse mundão afora.
A lágrimas na arte da fauna e flora.
Um palco transparente,
E verdades escondidas.
Muitos conhecem esse cenário.
E sabem para onde ele vai,
E até onde ele chegará...
Um palco,
E muitas platéias.
Onde a natureza sufocada se engasga.
E a fauna grita e chora pelo ar.
Oh! Vida de Poeta,
Poesia que murmura com a arte da flora.
Meditando,
Eu pergunto;
Que início é esse?
Que fim isso terá?
Que oceano infinito é esse nesse meu remar?
Será se perdi o remo?
Será que ainda navegarei?
Ou decido de vez me afogar ?
Será se o meu veleiro suportará essa ilusão.
Ou no fundo do mar ela já está?
Não imaginava que ia sentir,
Mas sinto.
Não imaginava que ia mudar o meu destino,
Mais ele por si próprio mudou.
Na Poesia de um Poeta qualquer,
Seje ele lá famoso ou desconhecido.
O sangue escorre sem parar mais não mancha a alma dos que não sentem o que sinto.
Quantos animais a deriva.
Quantas aves contaminadas.
Quantas plantações querendo emitir ao menos um pouquinho de oxigênio.
E pedindo socorro, estão.
Até a água peleja com sua tamanha misericórdia.
Parece que vivo a dor de cada flor e folha que caem no solo.
Poucas coisas faz a Poesia morrer e o Poeta se calar.
O emaranhado é extenso.
Existem,
Embalados narrados que faz até os animais acreditar.
Seus destinos?
A prisão e a morte.
Será?
Será se sou o único a pisar nesse teatro espinhoso onde o poder e ganância próspera ?
Abrem-se então as cortinas,
que eu quero ver para crer.
Façam algo para esse cortinado vir ao chão que até eu quero mentir.
Façam!
Queimadas absurdas em busca do ouro chamado terra e madeira para fazer o dinheiro.
Crateras enormes em busca de minérios, e desmatamentos sem freios.
Só queria um pouco mais de compaixão com a fauna e flora. Pois no caminho que ela anda, machuca até o ar dessa minha inspiração....
Como ator,
Só não quero participar desse evento destrutivo como figurante.
E muito menos como, coadjuvante principal....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
Como filho das matas, conhecia os perigos da região. Os aspectos imensuráveis da fauna e da flora Amazônica já não o espantavam. Seu maior temor era o bicho homem! Numa noite fria, em meio às águas do Rio Negro, enquanto transportavam em sua canoa algumas mercadorias para Manaus, ouve-se um estampido seguido do chacoalhar das águas em meio à escuridão da noite. Mundico havia sido alvejado por um aviador que requeria o seu devido pagamento. Leonor é levado cativo para uma casa aviadora e posteriormente negociado como mercadoria com um seringalista. Havia se passado mais de trinta anos quando conheci Leonor, que me relatou sua história. Trabalhou por muitos anos sem salário, desde criança, para que pudesse sanar a dívida do pai morto.
O ANALFABETO POÉTICO
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Em meio à fauna amorfa dos que não sentem,
ali está ele – com seu ódio tão peculiar.
A Fome dos outros não o comove;
a Injustiça não lhe diz respeito...
A Guerra? Não lhe tira sono.
Mas a Poesia, isto sim...
Como o incomoda!
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O Analfabeto Poético
diz que só quer viver a vida,
mas não percebe que a vida viva
depende crucialmente da poesia.
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Vaidoso, ele estufa o seu peito esnobe,
orgulhoso de sua pretensiosa racionalidade;
sem impedir que se inflame a barriga infame,
deixa à vista o seu vasto vazio de sentimentos.
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Lá vai ele, vestindo o rosto com seu riso bobo,
suspenso por um fio fino, e tão previsível.
Sempre pela mesma estrada!
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Zomba dos que sentem,
despreza os que fazem versos,
e nunca amou as mulheres
(no máximo,
intrometeu-se entre elas).
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O Analfabeto Poético
admite a Política, mas não a Poética;
Não sabe que a verdadeira Política
nutre-se intimamente da Poesia.
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Ele pretende mudar o mundo
com pequenas operações cirúrgicas,
a golpe das mais descuidadas marteladas,
ou com a triste frieza das canetas tecnocráticas;
mas não tem a sensibilidade poética para perceber
o que precisa ser mudado.
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O Analfabeto Poético, bem armado e mal amado,
reconhece a Ciência, mas não a Poesia.
Não compreende que não há ciência
sem que esta tenha em si poesia.
(Em sua matemática rústica,
ele confunde ciência
com tecnologia).
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Sabe talvez ganhar dinheiro, o Analfabeto Poético.
E o reverte para ganhar ainda + mais dinheiro +.
O que tem tudo isso a ver com a Poesia?
Ele pergunta, sem desejar resposta...
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Pede o prato mais caro, sem capacidade de saborear.
Compra um sistema de som de alta fidelidade
sem ter nenhum gosto para a Música.
.
Ouviu falar das mulheres belas
e por isso deseja comprá-las
para exibi-las a outros como ele.
Quando sucede aparentemente tê-las,
não consegue extrair delas um simples sorriso
realmente verdadeiro.
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Ele não percebe que, para que a luz do sol adentre
a inexistente janela da sala de pregões da Bolsa de Valores,
é preciso ter capacidade poética para perceber a luz, para além da luz.
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O Analfabeto Poético declara-se um homem prático...
Por sua vontade, seriam abolidos os livros
que não fossem tratados ou manuais.
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Por ele não haveria música,
não fluiria o pranto,
não transbordaria o riso...
que não fosse mero deboche.
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Munido de algumas frases,
para dizer nas horas mais erradas,
lá se vai ele para a sua ruidosa festa.
Nela, o Analfabeto Poético dissolve-se
em meio a todas as banalidades.
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(1990. Dedicado à genial obra poética, dramatúrgica ensaística e política de Bertolt Brecht).
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[BARROS, José D'Assunção. Publicado na revista Cronos, vol22, nº1, 2021]
Por que o preconceito?
Na fauna, na flora, e em tudo o que há no mundo, há várias espécies de todos os tipos, tamanhos e cores: animais, insetos, peixes, plantas, flores, árvores e frutos, que a própria natureza escolheu colorir e dar sabores diversos para agradar todos os gostos.
Não poderia ser diferente com os humanos. Há os altos, os baixos, os gordos, os magros, os dóceis, os "ferozes", os brancos, os pretos, os amarelos, os albinos, etc. Cada qual com sua essência.
O mão divina fez o universo multicolorido.
O ceu, ora é azul, cinza, amarelo, avermelhado, branco, preto, etc
Os mares e rios, são verdes, azuis, cristalinos ou turvos e suas águas podem ser quentes ou geladas.
Assim como as estações, cada uma tem suas cores e suas temperaturas.
Enaltecer um e desprezar os demais estará indo contra as diversidades da criação de Deus.
Bendito seja a natureza! Que Deus criou! Bendito seja a luz! Bendito seja a flora a fauna! Bendito seja o universo! Bendito seja o momento que o meu coração aceitou amar e honrar o nome de Deus! Obrigada (pai), pelas graças! Obrigada por colocar diante de mim recursos, caminhos que criado por vós, facilitam a luta pela vida. Peço, Deus abençoe a minha família, amigos e toda a humanidade como sempre tem feito. Amém!
"Se quer ser salvo, não me ouça
Que eu sou amigo da onça
Sou amigo da fauna e a flora
Que esses vagabundo explora"
Brasil
Petróleo sobre tela
Pretos e pobres dentro
Da cela.
Fauna e flora virando
Sacola
Coca -cola não é horta
Escola não é quartel.
Matopiba
mata a flora
mata a fauna
mata a água
mata o seu Adão,
sua família e sua plantação,
o escraviza por divida e
segue a vida, como se o
grande Matopiba não fosse
por si só uma grande divida
com a natureza.
Eu sou a fáuna ela é a flora
duas metades de um todo
o destino calculou você no meu caminho
quando ela se chegou até o céu abriu
preta cor de jambo vem ser a primeira dama
a gente constrói um castelo e enche ele de criança.
Observando a Natureza em si, fico a indagar sobre a origem disso tudo... fauna, flora, organismos macroscópicos e microscópicos, ou seja, a existência como um todo. O ser supremo, se existir, que rege tudo isso é realmente aquele que é apresentado aos humanos desde os primórdios de suas respectivas vidas? Uma pergunta que não quer calar, mas instiga a pensar. O mistério paira tanto sobre o que veem quanto pelo o que se quer ver. Longe, mas perto deste foco e dentro deste mundo, a Natureza em que vivemos é, dia após dia, substituída pela Natureza do homem, que tende a levá-lo ao fundo de um poço que ele mesmo fez. E então, esquece a essência do que é visto de forma superficial em sua maioria hominídea, mantendo a curiosidade pelo desconhecido obscura e destroçando aquilo que ainda o mantém em uma faceta da realidade.
Das lições da fauna e da flora podemos exprimi-las em telas de pintura, trazendo as cores vivas de sua natureza para a nossa contemplação de paz, harmonia e equilíbrio.
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