Faminto
Mudança de hábito
Não alimente o ódio com o ódio, ou ele ficará a cada dia mais faminto e insaciável. Insista em transformá-lo, oferecendo-lhe amor toda vez em que se deparar com ele.
Ele beija como um homem faminto, pensou ela. Como se estivesse esperando todo esse tempo. Se segurando.
Prefiro a verdade,ainda que ela me dilacere,me esmague,como um leão faminto faria com sua presa.Ainda que as lagrimas saem da alma,deixando marcas irreparáveis. Ainda assim ela eh mais decente,e os danos nao mata a minha fé nas pessoas
Somente Jesus sacia a fome e dessedenta a sede espirituais, mas o faminto e sedento precisa ir a Ele e crer nEle.
O QUE EU QUERO...
Eu quis ser faminto
E fiquei sem comer por alguns dias.
Eu quis ter dinheiro
E fiquei trabalhando por alguns meses.
Eu quis ser músico
E fiquei tocado violão por algum tempo.
Agora
Eu quero ser o que sou.
Eu sou o que sou
E agora eu quero comer
Eu sou o que sou
E agora eu quero ficar sem trabalhar.
Eu sou o que sou
E agora eu quero ser músico, pintor,poeta, escritor
Enfim um artista em seu total esplendor.
Porém...
Eu quis ser glutão
E fiquei com alguns quilos a mais.
Eu quis ser vagabundo
E fiquei sem o dinheiro para o pão.
Eu quis ser artista
Me aventurando coo músico, pintor, poeta, escritor
E fiquei sendo uma grande piada.
E agora ...
EU NÃO QUERO MAIS NADA.
Caçou-me, como um leão faminto caça uma gazela fraca.
Tomou-me em seus braços, como uma mãe amorosa toma o seu bebê sonolento.
Roubou-me assustado, como um ladrão medroso, numa casa repleta de ouro.
E no fim, deixou-me, como uma casca de banana suja, numa lixeira quebrada, numa rua sem vida.
As vezes te sinto
Encurralado, num labirinto,
Teu olhar chamando, faminto
Por mim
Depois pago o finto
Me mandar para o quinto
Do inferno, eu pressinto,
É o que queres, enfim
Um lamento distinto
Ressoa constante, tilinto
Tem amor no recinto
E amor... não tem fim!
Em época de Eleição, vale uma reflexão:
Não adianta querer alimentar a alma de um povo faminto de pão... melhorem as bases estruturais da vida que a poesia virá por si só! Barriga vazia não faz poesia!
Deus deu um segredo faminto ao fanático. A mim? Não. Por isso eles devoram meu cérebro e as crianças.
Migalhas de afeto não são suficientes para alimentar um coração faminto por um amor sincero verdadeiramente correspondido, romance e amizades intensas e acolhedoras a partir dos pequenos gestos, da simplicidade mais expressivida até os atos mais complexos, então, que estes meus versos sejam do tipo de alimento que o teu coração precisa, tendo em vista que não mereces menos, graças a Deus, és uma poesia viva, digna de profundos sentimentos, espero que não esqueça disso e olhes para si assim como eu te vejo.
Intensa como fogo perene e furioso, faminto por consumir tudo o que há pela frente. Teus olhos dilaceram os céus, sob a cólera das luzes das tempestades violentas, tal como um ensaio da fúria divina. Queimas, consomes a ti mesma, por teus amores, risos e dores, mas a violência da tua existência, como uma força da natureza, me lembra que existes e me questiono, livre de medos: Seria sadismo, desejar em doce agonia, infligir a minha própria carne e espírito esta doce pena, abraçando tuas chamas?
ESTADOS BÍBLICOS DE ALMA
Demétrio Sena - Magé
Queria ver um povo simples, faminto e assustado passar quarenta anos no deserto e não ver A Cara de Deus num fogaréu... o céu enviar comida... água brotar da rocha, obedecendo a um cajado... ou alguém sozinho passar quarenta dias e noites no deserto, sem o delírio de ser tentado pelo demônio... e sem a sensação de tê-lo vencido, ao vencer as condições inóspitas do imensurável nada.
Da mesma forma, queria ver quem seria tão sóbrio, equilibrado ou sem imaginação, para ser deixado enfermo, velho e febril numa ilha deserta e não escrever o apocalipse. Sei como isso acontece; afinal, sou poeta. Conheço bem os estados inexplicáveis de alma que me levam a fazer poesia. E como poeta que sou, tenho as chaves de todos os desertos... minhas ilhas empíricas vão muito além da Ilha de Patmos.
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#respeiteautorias É lei
Há o pão que o diabo amassou e há o pão vivo que Deus alimenta o mundo: a livre escolha é do faminto.
Quando fores à padaria volta com os pães para retribuires com alegria ao faminto e dares ao necessitado espiritual o pão da sabedoria.
De sua árvore bondosa deixe cair o seu fruto nas mãos do faminto que, logo por instinto, agradecerá ao seu coração.
