Existência - frases e Textos
Nunca é tarde para realizarmos mudanças
transformadoras em nossa existência.
E isso acontece quando mudamos
nossa maneira de ver a vida...
A nossa metamorfose ocorre quando reconhecemos
em nossos comportamentos atitudes que não
favorecem a nossa evolução espiritual e, se estivermos
realmente dispostos a modificá-las.
Cika Parolin
Desafie os humanos estará cortejando a morte... A cada segundo da misera existência que ainda presume que ainda tenha...
tudo que tocam se transforma em poeira e talvez nem poeira se transforme... pois o caos primordial nesta que asas da morte embalada em balas armas um lindo sorriso do qual será perdição da civilização que aventura se...
Não passe sua vida tentando compreender a sua existência, e sim compreenda que a vida e para se viver.
Ao lado dos registros vívidos da infância da sua irmã, a própria existência de Phoebe parecia indefinida, e isso a confundia e a enfurecia.
A Páscoa
A Páscoa é uma celebração do Cristo vivo em nossa existência, temos vários paradigmas e dogmas referente a esta data, onde cristo é representado pela sua dor e sofrimento a favor de todos nós, mas devemos ver esta data não com os olhos do sofrimento, mas sim por aquele que lutou pela modificação interior de cada um de nós, através de seus ensinamentos tão atuais e que poucos de nós temos a real consciência do que representou a luta do Cristo.
Nesta celebração, devemos lembrar do Cristo de forma limpa e pura, porque nos proporcionou o real significado do Amor e da Caridade entre todos os povos sem distinção.
É durante a Páscoa, que nos curvamos diante do Cristo e elevamos nossos pensamentos e sentimentos, oramos por horas em seu favor e em agradecimento por tudo que fez por nós e pedimos que continue nos amparando.
Mas e nós, fazemos o que nos dias que seguem após a Páscoa?
Mantemos nossa conexão com o Cristo?
Mantemos em nosso coração o Amor e a Caridade que a Páscoa nos proporciona?
Mantemos em nosso dia a dia os ensinamentos do Cristo tão abordados durante a Páscoa?
Mantemos a felicidade do encontro em família, como fazemos durante a Páscoa?
Pois bem, são muitas perguntas, para que cada um possa fazer a sua reflexão individual, para que cada um possa avaliar dentro de si o real significado da Páscoa para nossa existência.
Ela deve representar em nós a reparação ou a renovação dos nossos sentimentos e que possamos com isso colocar em prática em nosso dia a dia, tudo o que a Páscoa representa e não somente nos elevarmos espiritualmente nesta data específica, mas sim todos os dias plantarmos em nosso coração a nossa Páscoa diária, ou seja, a restauração de sentimentos que não nos levam ao Cristo e aos seus ensinamentos.
Portanto façamos da Páscoa um momento de reflexão e renovação dos nossos sentimentos e assim todos os dias teremos a Páscoa representada pela nossa modificação e renovação interior, e assim poderemos juntos e unidos caminhar em um só propósito, do verdadeiro Amor e da Caridade entre todos nós.
Acredito no poder do amor como resposta às questões da existência; e quando naturalmente torna-se o elo de permanências.
Como pode ser, uma existência inteira corresponder a somente um dia de sua existência eterna, somente um lição, somente a um ensinamento e se bobear não aprendida.
A arte desafia a derrota pela sua própria existência, representando a celebração da vida, apesar de todas as tentativas para degradá-la e destruí-la.
Se lhe faltarem respostas viva sua total existência a se perguntar: Pois bem, para tudo isso qual seria minha melhor resposta? *Dúvida...
Todo dinheiro não acrescenta um minuto à existência do ser humano, mas um livro acrescenta horas de vida em sua existência.
Leva a Maria
O homem refém da sua existência
Tempera a saliva com a bagaceira e mel
Mastiga o ego rompendo o fel
A cada palavra dita
Enreda-se em laço de fita
Desaba na graça do povo
Risível o triângulo amoroso
Leva a Maria Zé
Que vale a formosura
Sujeita boa de morder fumo
Leva a Maria Zé
Negócio de amigo
Na segunda vê se devolve
Porque a Maria já tem dono.
CONTO DE NATAL: O Caçador e o Anjo
Era uma vez um jovem Anjo que duvidava da existência dos homens. Ele via uma forma de carne, ossos, sangue, pele, cabelos, uma forma material. Essa forma se movia, alimentava-se e descansava, mas ainda assim o Anjo duvidava de que fosse um homem.
O anjo sabia que os homens são espírito e matéria, e que ele tinha uma missão: cuidar de um deles. Porém, questionava se a forma rude que enxergava era mesmo de um ser humano.
O homem, chamado Estevão, só acreditava no mundo material e ria quando alguém lhe dizia que existiam anjos. Um dia ele foi caçar numa floresta e, correndo sobre o mato úmido atrás de um veado, bateu contra o tronco de uma árvore morta que estava caída no chão. A arma escorregou de suas mãos e um forte estrondo, como o rugido de um leão, agitou a floresta. Rapidamente os pássaros revoaram e animais pequenos voltaram a suas tocas. Ao cair no chão a espingarda disparara e o caçador, com tão pouca sorte, foi ferido.
Estevão, lá deitado, vendo o sangue escorrendo de seu peito, olhou para o céu a fim de pedir socorro e, num raio de sol que penetrava pela copa das árvores, divisou a imagem de um anjo com suas asas brancas.
O Anjo, por sua vez, ao ver o homem clamando por Deus, percebeu seu espírito. Ambos se olharam com curiosidade e, em seguida, passaram a se examinar mutuamente.
– Você é um Anjo? – Então os anjos existem! – disse o homem, admirado.
– Você é um homem? – Então os homens existem! – exclamou o Anjo.
Ambos deram-se as mãos. Estevão, no entanto, havia perdido muito sangue e desmaiou. Foi acordar num quarto simples, da casa de um lenhador que por acaso passara por onde ele se encontrava na floresta e, ao vê-lo ferido, decidiu a ajudá-lo.
Desde esse dia o caçador se fez amigo do Anjo, e o Anjo se fez amigo do homem. O humano sentiu-se tão feliz com seu companheiro celeste que deixou de matar outras criaturas. Agora, sua maior diversão era observar os seres da natureza: ondinas e gnomos, silfos e salamandras. Mostrou também seu mundo a seu amigo: casas e fábricas, lojas e clubes, cinemas, teatros e shoppings. Mas o ser celeste preferia as florestas, as montanhas e os mares, o ruído dos ventos, das ondas e dos pássaros.
O homem e o Anjo sempre permaneciam juntos, e os sensitivos que por acaso os viam, detinham-se perplexos a observá-los: ambos caminhavam juntos, tão serenamente que ninguém sabia se o homem era guiado pelo Anjo ou se o Anjo era guiado pelo homem.
Isabel Furini é escritora e poeta.
Os atalhos são frequentados por estultos que passaram a existência inteira na indolência e nas fétidas mordaças erigidas pela ignorância.
O homem busca se refugiar na fantasia. Ele maquia a exposição radical a sua miserável existência e se projeta em um ambiente mais agradável do que o real.
