Evento

Cerca de 334 frases e pensamentos: Evento

⁠No momento certo, um evento mágico aconteceu nos céus, o encontro raro e emocionante entre o sol e a lua, amor caloroso, eclipse fascinante, representado lindamente por um anel de fogo, símbolo de um laço verdadeiro, apaixonante, bastante fervoroso.

O entusiasmo do dia com a elegância da noite numa sincronia muito notável de detalhes e cores, deslumbramento inevitável, sentimento forte, ocasião consequentemente memorável, revigorante, a veemência de um lindo espetáculo, uma emoção a cada instante.

Antes de se despedirem, o desejo diurno e a vontade noturna se uniram intensamente, selando a promessa do almejado reencontro com um grande beijo ardente, um pôr-do-sol primoroso, reluzente que fará um lembrar do outro até estarem juntos novamente.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠⁠⁠⁠Evento inexplicável durante uma viagem inesperada para um outro mundo, onde a racionalidade é questionada e o que parece absurdo é tratado com uma certa normalidade, lugares curiosos, muitas cores, esplêndidos, misteriosos, cenários incomparáveis de tirar o fôlego, gerando diversos questionamentos, emoções, renascimentos, inspirações, amadurecimentos, uma aventura a cada instante, sob um lapso do tempo, acontecimentos memoráveis e emocionantes, dessarte, inevitável deslumbramento por uma experiência demasiadamente significante.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Bendita ⁠tarde que se finda com um evento esplendoroso, o pôr do sol reluzindo com muita vivacidade sobre as águas de um mar tranquilo, considerando os movimentos suaves de suas ondas, soma que resulta em um brilho incomparável, visão venusta, inspiração de entusiasmo, imersão profunda, satisfação que vem de imediato, acolhendo o coração, razão para os olhos ficarem fascinados, prestando uma justa e sábia atenção.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Um evento tão aguardo na eminência do desabrochar de uma linda rosa vermelha, um tom de um amor raro ou da veemência de uma paixão que desabrocham em corações férteis, que fazem a emoção florescer com um forte deleite difícil de esquecer.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Delegação de felicidade quando, de longe, muito longe, vimos pessoas que tanto gostamos em evento iluminado de alegria e descontração. Pode ser até um eremita isolado no Himalaia mas, moderno, com celular, será contagiado e, como estivesse presente, feliz!

Inserida por giuliocesare

CULTURA NÃO ATRAPALHA EDUCAÇÃO


Demétrio Sena, Magé – RJ.


Realizar um evento cultural sem a tutela dos projetos oficiais, os esquemas e planejamentos especificamente pedagógicos, numa unidade escolar, é uma verdadeira batalha, quando quem o faz não tem não tem lá seus prestígios. Arte e literatura em forma de exposição e espetáculo sempre foram muito temidas na educação, desde tempos imemoriais. Ainda hoje são vistas como reuniões de subversivos; de pessoas que podem "pôr caraminholas" na cabeça do jovem ou "coisa de gente que vive nas nuvens" e, por isso, nada tem a acrescentar de bom para moças e moços em formação. Só desvirtuá-los.
Naquelas escolas onde já se permite – apenas permite – realizar o evento cultural, sem a mínima oferta de suporte, apoio, e sem nenhuma representação por meio de pessoas da direção, do corpo docente, do quadro funcional como um todo, eventos artísticos e literários são coisas de "cantinhos". Os alunos locais devem se manter distantes, porque do contrário, "perdem conteúdo". Sempre perdem conteúdo, não importa que sejam eventos bem pontuais ou esporádicos, eivados de muito conteúdo transversal que alguns professores possam aplicar em suas aulas ou até usar esses momentos como aulas diferentes e desafiadoras para os seus educandos.
Cultura atrapalha a educação. Essa é a ideia pedagógica – e patológica – que se tem do que foge aos itens específicos e obrigatórios do ofício de ensinar, quando só é um ofício. Ensinar sem educar, ao contrário do que é propagado. Arte e literatura na escola, e ainda estendida aos alunos, só se tiverem natureza especificamente disciplinar. Se estiverem ligadas a datas comemorativas formalmente atadas ao PPP. Ou se, em último caso, forem determinadas isoladamente pelas secretarias de educação, as coordenadorias, os políticos locais ou quaisquer outras figuras poderosas. Assim não é subversão; não é empecilho nem vagabundagem, entre outras desqualificações encontradas direta ou indiretamente.
Também respeitados, e bem queridos pela escola, que até paga muito caro por eles, caso precise, são os famosos. Aí sim; os eventos nem têm que ser culturais. Basta serem divertidos, dançantes ou, inversamente, bem solenes. Neste caso, realizados por figurões repletos de títulos e com diplomas internacionais. Figurões enviados por órgãos superiores, e que tratam a todos com refinada arrogância, porque disso todos gostam, respeitam e recebem com tapetes vermelhos.
Não e não. Cultura não atrapalha a educação. Agrega. Especialmente quando se trata de cultura local. Quem faz cultura e a dissemina em sua cidade não deve ser tratado como uma figurinha que estende um chapéu e recebe um favor; um cantinho; uma aquiescência distante seguida da simpatia zombeteira de um, a grosseria disfarçada de outro e a mensagem silenciosa de "lamba os dedos; ai está o espaço e nos deixe em paz, porque temos mais o que fazer; estamos trabalhando".
Faz tempo que não condeno a distância ou a falta de interesse e atenção; a futilidade cultural e até a agressividade de grande parte dos alunos em ensinos fundamental e médio para quem oferece cultura, quando comparo esses comportamentos com os de quem os escolariza e, especialmente, os de quem dirige quem os escolariza. Os alunos realmente não têm culpa. Estão sendo escolarizados assim, exatamente como querem os políticos que mandam na educação, os cordeiros que obedecem porque "têm juízo" e não querem perder seus status, e dos que obedecem aos que obedecem, nem se fala.
A intenção clara ou obscura, consciente ou inconsciente dos educadores – e administradores – contra cultura é apenas uma: formar cidadãos que mais tarde "não perturbem" a paz dos governantes. Dos parlamentares que precisam se corromper e ludibriar o povo sem serem perturbados com ações de quem teve a mente aberta pela arte, a literatura e a cidadania desatreladas da obrigatoriedade fria, específica, impessoal e pedagógica reinante na escola.
Sou arte-educador. Um professor que trabalha com arte; literatura; cidadania. Designado pela Secretaria Estadual de Educação lá no governo Brizola, para disseminar cultura na escola em que sou lotado e tentar fazê-lo em outras unidades da rede pública. Isso não é nada fácil, porque nós, os arte-educadores, já não somos importantes na educação estadual; não utilizamos patente; não somos autorizados – nem queremos – a estender crachás nas demais unidades e dizer que lá estamos em nome dos mandatários da educação formal, que também nem se lembram de quem somos.
Por isto peço, e com muita humildade. Quando consigo, dou-me por satisfeito com as expressões simpaticamente contrariadas e sem graça, os espaços cedidos a contragosto, a ausência de representantes locais e a interrupção abrupta de algum funcionário que surge “brabo”, para dar bronca nos alunos formidavelmente ousados que foram participar ou assistir por conta própria, e por isso estão “perdendo conteúdo”.
A contracultura dos “donos” e diretores da educação, incutida gradativamente nos educadores (nem todos, pois muitos resistem), está vencendo os fazedores culturais não influentes; não poderosos; não famosos; não oficiais; não impostos. Tudo isso me faz reservar para daqui um tempo, a frase final de um célebre desabafo do saudoso educador, antropólogo, escritor e (até) político Darcy Ribeiro: “Eu detestaria estar na pele de quem me venceu”.

Inserida por demetriosena

⁠Há apenas um evento de interesse na vida, e não é outro senão a morte.

Inserida por Angelus_du_Soir

A cruz é um evento atemporal. A eternidade invadiu a história e alcança em seu efeito homens de todos os tempos.

Inserida por DomingosMassa

⁠Cantinho da Criança

Ah, a beleza de um evento mágico como esse merece ser imortalizada em poesia!

Em tempos idos, um dia sublime surgiu, Natal em festa, corações em uníssono. Papai Noel, cercado de duendes e elfos, Espalhava alegria, um sorriso em cada rosto.

A brisa trazia o espírito natalino, Cores vibrantes, arte em pleno brilho. Nas mãos do artista, o lixo ressurgia, Em obras-primas, recicladas, tão vivas.

Entre as letras, a poetisa cativava, Seus versos emocionantes, ecoavam. E as crianças, olhos brilhantes, sorriam, Com os robôs de carros, maravilhadas se sentiam.

A música e a dança enlaçavam a noite, Risos e alegria, pura magia envolvente. O Cantinho da Criança, missão cumprida, Arte e leitura, sonhos em plena vida.

Natal, um sucesso, um compromisso selado, Educação e cultura, num laço eternizado. Memórias guardadas, em cada coração, Um dia memorável, uma doce canção

Inserida por fluxia_ignis

Quando vejo em um evento publico uma furtiva mal-intencionada relação artificial de pseudo amizade e cortesia entre um profissional da arte e da cultura com um ou uma política pouco ética devoradora de votos, passo a crer que até na arte, na educação e na cultura já encontramos equivocados propositais de fazem do entretenimento uma plataforma injusta para concorrer ao grave erro social e a confusão cidadã.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Todo evento das agendas coletivas, humanitárias e universais devem escolherem ambientes inclusivos para o livre acesso no direito de todos.

Inserida por ricardovbarradas

Pensando Nela
Cada vez que eu te vejo, trato esse momento como um evento único na minha vida,
Um momento com você, ganha valor e se torna automaticamente uma memória inesquecível na minha vida,
Simbolicamente, posso dizer que você mora no meu coração, verdadeiramente eu sei sobre o sonho que você me realiza todos os dias,
Eu descobri que sou um louco, quando me disseram que amar e ser amado é uma loucura.

Inserida por Ricardossouza

⁠Vejo pessoas nas redes sociais tentando justificar crimes de guerra e genocídio por causa de eventos isolados que envolveram racismo e falta de comunicação. Vivemos em uma época de fanáticos políticos e de outros cidadãos que procuram qualquer motivo para odiar, e eles não estão levando em conta a gravidade da situação de passar por uma guerra e ter um país vizinho em guerra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O evento mais democrático que existe, a morte, totalmente isenta de qualquer discriminação.

Inserida por Claudiokoda

⁠Nossa condição humana faz-nos cheios de pavor face ao inevitável evento morte. E nesse sentido, muitos procuram subterfúgios, quando não, deuses para suprir-lhes tal necessidade de subsistir quando sua vida terrena enfrenta a terrível ameaça de extinção. Muitos se apegam no deus mamom, o dinheiro, e cometem por este ídolo as maiores loucuras as quais possamos imaginar. Mas existem os que buscam o extraordinário, o indizível, o soberano e supremo ser, Eterno Criador. Aquele ao qual todas as coisas criou, e ao homem, sua imagem e semelhança enfim formou.

Inserida por Claudiokoda

⁠A maior frustração humana é a morte, oh dó. Evento imprevisível que põe em seu lugar devido, o pó.

Inserida por Claudiokoda

⁠Deixar de postar uma nota de falecimento pode prejudicar os que só aguardam esse evento para enaltecer o outro.

Inserida por ateodoro72

Cada evento é um tijolo na construção do presente.

Inserida por kamorra

Quem se aproveita de fraqueza ,nas mudanças ,serão cobrados.
Quem engana, será o enganado.
Reflexo nítido na vida humana,do seu limite à encontrar um culpado....
O planeta está mergulhando, para poder emergir...
Não se assuste com o novo e velho que iráo surgir...
Segure a respiração, observe a beleza,em sua volta...
Quem entrar em desespero ,rápido se afoga.

O que é real? Matéria?
Se é porque perece?
Real tem que ser aquilo que é eterno.
O amor é real, porque Deus é amor e eterno.