Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Nesta solitude do meu ser
Contemplo a magnitude do viver
Entre a juventude já perdida
E a finitude tão temida
Meu presente de Natal?
Faça-me um bilhete escrito à mão
Deixe borrar a tinta com uma gota de seu perfume
Dobre e sele com um beijo marcado de batom...
Mimo e carinho ao meu ver não é a mesma coisa, carinho é um sentimento natural e humano, mimo é podar as forças do outro, é fazer tudo que o outro quer, é impedi-lo de caminhar na vida, uma pessoa mimada suga as energias, faz do outro seu escravo, isto é muito comum de pais para filhos e nos relacionamentos amorosos, temos que tomar cuidado com aquilo que afirmamos, a vida não mima ninguém!
Sente-se no meu colo,
Deixe-me contar-te histórias;
Acarinhar teus cabelos,
Acalmar tuas memórias...
Obviamente que tenho meu preço,
Mas não é tão baixo,
Tua mansão, teus cavalos, e tua jactância,
Basta de tantos dislates bestas,
Se o meu pecado fosse algo insignificante, ele não teria levado meu Jesus à cruz. Com o pecado não se brinca.
Lunar
Meu verso de hoje
É como a lua
Cheia de tudo
Transborda na rua
Nem pro vento
Nem pro barco
Nem pra flor
Nem pro telhado
Nem pro choro
Nem pro sorriso
Nem pra dança
Ficou de castigo
Do caminho, a escolha
Do orvalho, a gota
Do tempo, o fruto
De tudo, só saudade
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 16/02/2022 às 19:15 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
#labirinto
Quando chega a nossa vez de sofrer
Fala, Deus, a palavra que o Senhor tem para o meu coração, e não a palavra que eu quero ouvir.
E é assim mesmo, não é, Pai? Ninguém quer ficar doente. Estamos preparados para levar palavras de fé e esperança aos outros, mas quando chega a nossa vez de enfrentarmos um problema, vemo-nos preocupados e temerosos. Mas continuamos a te pedir: cuida de mim, Senhor. Amém.
“Você ensinou muita gente e deu forças a muitas pessoas desanimadas. Quando alguém tropeçava, cansado e fraco, as suas palavras o animavam a ficar de pé. Mas agora que chegou a sua vez de sofrer, como é que você perde a paciência e a coragem? O seu temor a Deus não lhe dá confiança? A sua vida correta não o enche de esperança?” (Jó 4:3-6).
E Jó permaneceu na sua fé até o fim que se tornou um novo início. Assim como ele, também nós devemos permanecer fiéis a Deus independente das circunstâncias.
“Eu reconheço que para ti nada é impossível e que nenhum dos teus planos pode ser impedido. O Senhor abençoou a última parte da vida de Jó mais do que a primeira. Ele chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, dois mil bois e mil jumentas. Depois disso, Jó ainda viveu cento e quarenta anos, o bastante para ver netos e bisnetos. E morreu bem velho” (Jó 42:2, 12, 16-17).
Deus do impossível: 🎶Quando tudo diz que não, tua voz me encoraja a prosseguir🎶
Obrigada, Senhor, pelo entendimento da tua palavra, pela esperança na tua palavra:
“Existe alguma coisa impossível para o Senhor?” (Gn 18:14).
“Para Deus, tudo é possível” (Mt 19:26).
"tudo é possível para quem tem fé" (Mc 9:23).
“O que é impossível para os seres humanos é possível para Deus” (Lc 18:27).
“Porque para Deus nada é impossível” (Lc 1:37).
Contudo, para recebermos a bênção do Senhor é preciso liberar perdão a quem nos ofendeu, entristeceu, magoou, e, como isso é agradável a Deus, certamente ele nos ajudará a fazê-lo. O primeiro passo é “querer, desejar perdoar” pelo desejo maior de agradar a Deus.
Há muitos princípios divinos embutidos em um único processo para o alcance de uma bênção é o perdão é um deles — tanto pedi-lo quanto dá-lo — lembrando da oração que Jesus nos ensinou a fazer, no versículo em que lemos e declamamos: “Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam” (Mt 6:12), i.e., pedimos perdão e damos perdão; uma ação interligada à outra, as duas faces de uma mesma moeda.
Lembremo-nos também de que não devemos proferir as palavras dessa oração, e aqui especificamente desse versículo, como uma reza, um mantra, ou até como um jargão religioso, mas percebendo, entendendo, aprendendo que: a bênção da gente vai chegar quando perdão a gente liberar.
Porque, se queremos receber de Deus, por que não fazer primeiro o que lhe agrada? Não pagamos primeiro para só então podermos receber a mercadoria? Por que seria diferente com Deus que tem tanto a nos dar e que requer de nós apenas a liberação do perdão ao próximo?
PARA MANTER VIVA A HISTÓRIA
SAUDADES DO MEU CABOCLO DOS OLHOS AZUIS!
E daqui a pouco será 6 de janeiro! Era no início de janeiro que os moradores de Olivença mantinham a tradição de ir à mata, escolher a árvore que seria derrubada para no dia 06 de janeiro serem dois mastros, arrastados por cordas, pelos índios e moradores (adultos e crianças) do lugar que foi integrado ao município de Ilhéus em 1912 (Aldeia dos índios dos padres) e que é Distrito Rural de Ilhéus.
Já morando no Pontal desde os sete anos de idade, vindo do Acuípe, meu pai em nenhum ano deixou de cumprir o seu dever, participando da “Puxada do mastro de São Sebastião”.
Nas noites dos dias anteriores, ele sempre saía embaixo do “Boi estrela” como chamávamos o bumba meu boi, acompanhado pelos zabumbeiros, os quais tocavam tambor, flauta, pandeiro e zabumba, indo de casa em casa. Era momento de arrecadar alimentos ou outra ajuda para o alimento e bebida a ser consumido na cepa(derrubada da árvore) que era recheada de mosquitos. Ir para a cepa era uma aventura. A hora que a árvore caía era de festejo.
Hoje, me lembro e sinto uma grande honra de lembrar do meu “caboclo dos olhos azuis” e sua fidelidade à essa festa, que infelizmente foi institucionalizada. Era tão natural!
Alteraram o dia, a nossa Olivença é invadida e a festa desrespeitada. Graças aos Machadeiros, a tradição não foi totalmente descaracterizada. VIDA LONGA AOS MACHADEIROS!
E lá vinha ele tocando o sino para anunciar a chegada do mastro. Atrás vinham os valorosos e corajosos homens, enfrentando a areia mole e desatolando o mastro, ao longo da jornada de 3km aproximadamente, que ficavam mais longos, pois tomados pelo cansaço paravam. Aos gritos de incentivo, retomavam a lida e avançavam. E todos cantavam alegremente
“Ajuê Dão, Ajuê Dan Dão, puxa puxa leva leva o mastro de São Sebastião. Ajuê Dão, Ajuê Dan Dão, Ajuê Dan Dão virou e Ajuê Dan Dão virá Ajuê Dão, Ajuê Dan Dão...”
O “Ajuê” tem a pronúncia de “Arruê”
Entre um e outro refrão, Neguinha de Geísa e outras mulheres, tiravam os versos.
Os homens levavam o mastro até a porta da Igreja de N.Sra. da Escada e avançavam com as cordas até o altar. Essa prática deixou de existir quando foi iniciada a institucionalização por causa do desrespeito daqueles que vinham de fora e transformaram a festa religiosa em profana.
Lembro do meu pai, Everaldo Mendonça, indignado com essa alteração da tradição, relembrava o quanto antigamente era diferente, que a Praça era livre e só tinha os caboclos. Acrescentava dizendo que depois vinha muita gente fazer bagunça e fazer paródias desrespeitosas.
Agora, a festa acontece todo segundo domingo do mês de janeiro e este ano, será no dia 14 de janeiro de 2018.
AVANTE MACHADEIROS! Vamos manter vivas nossas tradições
Sou responsável por deixar pessoas abusivas entrar em minha vida e destruir meu objetivo pelo qual tanto batalho.
'ESSA SAUDADE'
Meu coração bate forte
Querendo te encontrar,
Filha querida filha
A saudade de ti aperta dentro de mim bem lá no cantinho fazendo um ninho
Já não cabe mais por dentro
Então me recolho, sabendo que nada posso e deixo essa saudade escorrer pelos olhos.
O coração esse está em pedaços, chorando de saudade
De ti filhas, amadas minha , como despedida te peço:
Se não for demais ou caro ,
Antes da minha morte,
EU Só quero um abraço.
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
Dedicado as minhas filhas Naglimaire e Nailiene
