Eu Vou mais eu Volto meu Amor
“ A noite é tão silenciosa que ouço até às batidas do meu coração, observo até onde os "com-passos" ritmados me levam, tomo assim as rédeas, escolhendo a direção. O coração é minha bússola, mas eu sou seu "caminhante". ”
Sou herdeiro da esperança, de um mundo que não é meu, a minha única herança é a vida que Deus me deu.
joanarodrigues.com.br
(subi a Monte Córdova, para ver o mar...)
neste reino ao pé do mar,
vejo e sou o meu singelo olhar...
a terra o sol o vento o mar,
depois de alguns lamentos,
que tentei afugentar.
estava um vento mui frio,
cai um silêncio sombrio...
sente-se o cheiro de mar
que sustém eternos murmúreos
quanto mais te bebemos,
mais sede temos.
aqui neste Santuário,
alguém sentou pra te olhar...
eis tudo o que eu preciso,
de manhã, à tarde, ao luar!...
-- josecerejeirafontes
'Maria'
'Maria' Magnólia,
Jardim de meu andar...
Apesar da falta do sol,
Gostei do teu olhar!
-- josecerejeirafontes
Falta do seu afeto
Saudades do seu beijo
Que acelerava meu coração
Fazendo o tempo parar
No calor da emoção
Saudades do seu abraço
Que me acolhia do frio
Aquecendo com seu amor
Nesse dia tão sombrio
Saudades do seu toque
Que acariciava o meu peito
Com a suavidade de suas mãos
Tornando cada momento perfeito
Quando foi o seu último?
Beijo, abraço, toque...Lembra?
Saudades desses pequenos gestos
Simples carência humana
Hoje, só restaram as palavras
Que descrevem quanta falta faz
O afeto entre as pessoas
Isoladas e distantes é capaz
Diáfano Impreciso
Entre o meu ente e o teu ente,
Há uma colisão, um encontro de um só ser.
Acordo de duas almas qualitativamente
Que se encontram por prazer.
Do lado de um fado, há um lado!
Do fado ao lado, outro fado!
Do lado da fronteira, há uma asneira!
Ao lado da asneira, outra fronteira!
Uma reza,
Rotina
E rotineira!
Entre os entes há as mentes.
Há o sentido figurado,
Onde o meu coração,
Foi começado,
E o teu... foi destroçado!
A ambígua maneira de dizer,
Em suma o que acontece:
É que o teu ente quis viver;
O meu ente, ao que lhes parece,
Fez da curva, reta, não quis ser!
Um ente foi para o que veio!
Outro ente veio para o que foi... ser meio!
Ao lado do que padece, há um que se estabelece!
Do lado do um que se estabelece, o outro, de si... se esquece!
É uma escuridão.
Diáfano turvo,
Que enlouquece!
Entre o teu ente e o meu ente,
O que não colide passa ao lado.
Passa sem comum e repete concomitantemente
Que o prazer não foi encontrado!
Dois lados esburacados,
No meio da fronteira.
Dois soldados,
No meio, uma trincheira,
Onde as munições são fados!
O prazer... é a asneira,
E o ente,
Dois corações despedaçados!
O círculo é laranja.
O traço é eufemismo.
O polígono é o que se arranja,
E o dormir,
É o que da vida...
Se esbanja!
Sertão!
Esse é o meu sertão
lugar de rara beleza
do roceiro e do peão
do verde da natureza
quem nasceu na região
ora a Deus em gratidão
pela fartura na mesa.
O meu universo incerto
Em meu universo,
sou o melhor
e o pior de mim...
Em meu castelo,
subo
desço
peco
e rezo...
Em meu mundo,
eu que giro,
dou voltas,
fecho e abro as portas...
CAPOTO!
MAS LEVANTO...
E vou seguindo
o meu universo incerto...!
Meus versos pra ti.
Na realeza de um escrevinhar meu...
Pra ti...
Dedilhei um acorde...
No verso declamado...
Chorei e senti...
Dediquei as flores...
Dediquei todos os meus amores...
O ponteiro marcava horas..
Meus gritos eram de profundo silêncio...
Rabisquei os quadros...
As folhas se emergiram...
Deixei tudo em alto relevo...
Do azul ao marfim...
Cor de rosa e odores de jasmim...
Na parte em branco...
Fiz seu rosto reluzir....
Torturei meus sentimentos...
Tive afago...
Não fui em busca do gole e do trago...
Vasculhei nas lacunas...
Fui buscando as melhores palavras...
Para ti dedicar e compor essa poesia...
Invadi o meus tímpanos....
Ouvi sua voz me aclamar...
Catei o pôr do sol...
Fui no oeste do seu calor...
Contei ao mundo...
Oeanos e rios...
E da altura que eu estava...
Me joguei do penhasco litorâneo...
Me oferecendo pra ti...
Tu...
Oh mulher...
Mãe e companheira...
Adestrei meu verso mal criado...
Acalmei os ventos...
Silênciei a garoa...
Calei a voz do vulcão ativo...
Desativei minha escrita mal elaborada...
Oh vida..
Uma vida de gratidão...
Sem sogregador...
Com temor...
O semáforo abriu...
Passei por vales e campinas...
No alto da serra...
Senti a neblina...
O orvalho que caiu...
Regou nossa paz...
E de ti...
E de mim...
Expulsei...
Nossa terna e dolorosa solidão...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
O que falam de mim, não diz respeito a mim!
O ser humano que fala pelas costas não é meu inimigo, é meu fã.
Em silêncio vou seguindo, vivendo minha vida sendo imprevisível, dando pouca munição para curiosos, feliz e sorrindo, enfim, enquanto procuram saber o que estou fazendo, eu vou vivendo..
Devo agradecer a todos os que vieram até mim para préstimos do meu trabalho.
Somente assim FOI POSSÍVEL sobreviver e dar um caminho com mais flores e menos pedras para os meus filhos seguirem as suas jornadas em busca de suas vitórias
OBRIGADA.
Melancolia
Aquele dia.
Aquela noite.
Arrepia.
Chibatada.
Açoite.
Meu pranto.
Minha dor.
Meu mundo.
Sem ar.
Sem cor.
Depressão.
Olhar contrito.
Sorriso oprimido.
Aliás !!!
Que brio.
Que sorriso.
Que nada.
Alegria atropelada.
Felicidade jamais.
Tristeza infinita.
Assim é.
Foi aquela vida.
Esquizofrênica.
Delirante.
Louca.
Bipolar.
Sei lá.
Talvez seja a sanidade do mundo.
Onde o poder confunde.
O orgulho e ambição.
Ganância e corrupção.
O sentimento.
O lamento do cidadão.
Não importa.
Deixa que o destino fecha a porta.
Choro.
Grito.
Morte.
São vidas.
Regadas a própria sorte.
E tal como dizia.
O que seria.
A opressão da vida.
Melancolia.
Giovane Silva Santos
Preferirei ser retrógrado, falto de entendimento e esquecido dos grandes eventos evangélicos do meu país. Se esto for o preço para sustentar o evangelho que prego, ainda sai muito barato. Prefiro o ostracismo do que me curvar a estas heresias com movimentos carnais que só visam lucros e as pessoas insistem chamar de "restauração" e "avivamento".
Meu Santo Anjo Miguel,
Das altas esferas de onde nos rege e guarda,
Lança teu protetor olhar sobre as nossas fraquezas.
Que à sombra de teu escudo possamos estar protegidos,
Que tua espada sempre vigilante abra o caminho da verdade.
Me perdi no seu olhar, meu mundo virou, não tiro você do pensamento, você me roubou...me devolve?
Flávia Abib
