Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Pelas manhãs
"Pelas manhãs, o calor
do teu beijo.
Teu corpo, meu desejo.
E o sol, destes teus olhos,
a me amar."
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Bom Dia!
O calor do sol tocando a minha pele, a brisa da manhã enrodilhando meu cabelo, o cheiro de café vindo da cozinha me causam uma explosão única de alegria. Às vezes nem entendo por que essa vibração cósmica de luz e olor me arrebatam com tamanha força. Talvez seja simplesmente o encanto de me sentir viva. E sentir-me, de fato, viva é um sentimento tão forte que não permitirei que nada, nem ninguém o destrua, porque é nele que está toda a energia que eu preciso para um novo dia.
Olá, meu nome é… bom, isso realmente não interessa. Antes de tudo, senta aí e escuta a verdade: Todas as pessoas são más, sim, incluindo eu e você. Mas isso não vem ao caso agora, todos tem um lado obscuro e esse lado não liga se o outro irá se ferir, se ele vai sofrer. Por que no fundo todos os seres humanos gostam de ver pessoas sofrendo, e estão sempre colaborando cada vez mais sobre isso. Você nunca vai saber quando alguém estiver deprimido, já que essas mesmas pessoas continuarão bem vestidas e com um sorriso no rosto. Você gosta de sangue? Tome uma gilete e prove do seu próprio veneno.
Tinha 11 anos quando comecei a colher sementes de capim brachiaria. Foi meu primeiro negócio. Pra não pegar dinheiro “picadinho” escolhi juntar, quando estava com 21 sacos, meu cliente passou a noite e roubou tudo. Roubou todo o trabalho de dois meses de muito sol, enxada varredura e muita poeira...
Foi aí que quebrei pela primeira vez. O cara que eu confiava roubou tudo que eu tinha. Que frustração, tive vontade de morrer.
Ele matou um projeto, mas, não matou minha capacidade de sonhar. Pelo contrário fomentou minha vontade de crescer.
A grandeza que liberta ... A felicidade que não tem pressa ... É o vôo pleno do meu coração por esta terra.
Esse é definitivamente meu melhor lugar no mundo! O problema é que esta deve ser a quinta vez, só essa semana, que eu descubro o melhor lugar
Meu olhar de sessentão espraiado em lembranças, esbarra num agora como se resgatado de ontens por mim já vividos, atopetados de poejos e hortelãs perdidos entre margaridas e ervas outras que ao toque da brisa nômade que penteia a gramínea, aromatiza o ambiente com perfumes vários, presença sutil da Natureza materializada nessas plantas companheiras, que enfeitam e purificam a aridez desse meu desemprego.
Os topetudos tico-ticos sonorisam o ar com suas vozes afinadas. Do alto do pé de mangas, joões-de-barro observam a algazarra dos canários-do-mato furtando água do bebedouro dos beija-flores, enquanto sanhaços me apontam a arvore que tem frutos maduros.
Meu quintal, meu colo de mãe, neutro território de paz aonde me refugio dessa guerra do ganha-pão sem meios, pois o sistema torpedeia meus cabelos prateados e as rugas da experiência e em sua estupidez não percebe a bandeira branca levantada pelas minhas idéias, meus sentimentos e meus ideais.
Meu quintal, sagrado pedacinho de chão que me acolhe, como acolhe as arvores que aqui plantei, em uma época de recursos largos e ilusões maiores. Aqui nessa trincheira, nesse diminuto pedaço de planeta, fiz de cada centímetro um mundo onde co-habito com os pássaros já ditos, com as borboletas, minhocas, joaninhas e outros mais, sábios seres que fingem acreditar que sou o senhor entre eles. Este é o meu lugar! Meu quintal, não quinta, meu sítio, não pelas dimensões, mas porque por aqui me sitio olhar quando não no passado, perdido nas distancias que do varandão me permito espiar, alongando vistas por sobre os morros, lá para aquelas bandas, de onde nuvens parecem vir brincar de mímica, fazendo formas para que eu tente adivinhar com meus netos, o que são.
No cair da tarde calma, só perturbada pelo bando de quero-queros que gralham contrastando com a mudez compassiva das rolinhas que voltam ao ninho, em um restinho de mata que sobrou, o sabiá canta como a avisar que o palco da noite está pronto para o show dos vaga-lumes e para as luzes dos sonhos que eu ainda posso ter...
odair flores
...por força da atração que o torna impotente, meu peito perde o voo e pousa no chão de uma outonal saudade, coberto pelas folhas das lembranças..
odair flores
o ângulo reto
do meu olhar
lhe atinge
e não te cruza.
é quando
inspiração
consigo
encontrar,
hipotemusa.
Cantam tantas cantigas aqui no meu peito, cantiga de cunho triste, daquelas de desilusão que toda moça do sertão já viveu ou viverá.
ESSA COISA DE POLITICAMENTE CORRETO ESTÁ SE TORNANDO TUDO MUITO CHATO...MEU MEDO É QUE DE REPENTE USAR A OPÇÃO "UAU" NO FACEBOOK EM POSTAGEM FEMININA, VENHA SER INTERPRETADA COMO ASSÉDIO... RSRS "sirpaultavares"
Sou pura imaginação !!
E vivo . Um Conto de Fadas...
Meus dias são alegres.
Meu coração é ingênuo.
Tenho alma de criança.
Visto a simplicidade e vou de encontro a Paz!
Saiba que: Parte da minha alegria é você quem faz...
__Sophia Vargas ♥
01/01/2010
""""""""""""
Abri o meu coração, amei
Às minhas ilusões me entreguei,
Tudo que não pude realizar.
Sonhar é como estar acordado,
Sabendo que tudo realizado
Fazem parte do amor.
E como poderia fazer ver
O amor que idealizei...
Também continua acordado,
E não conseguiu me ver.
E que culpa tem quem estou amando
Que mesmo estando acordada,
Não sonhou e não viu,
Que Ela é, a pessoa amada.
Elvando santoscerqueira
150218
Com todo o meu coração
Oh! Quão amado e doce és o amargo triste do feliz...
Tenho a rosa adentrando a cor e o amor da dor.
Vermelho és único, mas não me deixaram usar.
Usaste, usando e usaram o usado em uso do amor.
Dourados são os fios à reluzir o estrelar de um aprendiz...
Me perco no azul, tropeço no verde e fujo do negro em cor.
Tenho um branco vazio e vago tremor, nas cantigas à buscar.
Buscais, buscando e buscaram as buscas do amor.
Não consigo enxergar o meu amado e infeliz...
Tão roxo distorcido e carregado és o misterioso ardor.
Em amarelo a tonalidade dos meus olhos vão te ofuscar.
Ofuscas, ofuscando e ofuscaram os ofuscantes do amor.
Os cálculos em quânticos desafios à nada se condiz...
Prateados e inúmeros reflexos, quais vão somente se pôr.
Na marron terra molhada e escura, a emoção à me devorar.
Devoras, devorando e devoraram os devorados do amor.
Ventos suplicantes dançaram, quase impedindo por um triz...
Chuvas agnósticas se esconderam no agouro do meu clamor.
Abandonaste ardilosamente o meu todo sentir em te amar...
Amas, amando e amaram o amado amoroso do amor.
Tomo a tília por refúgio superficial da torta ansiedade em diretriz...
Adentrando no descanso sepulcral ao me esvair do teu amor.
Jaz o meu corpo na negra inquietude da escuridão.
Não posso mais o meu amor lhes confessar.
Acaso não saibas, te amei e amarei em meu extravasar.
Assim, tão inexorável és a minha dor nesta imensidão.
A dor do amor, tão somente sentida para ti...
Com todo o meu coração.
