Eu Vejo
COMO O TEMPO E O VENTO
Onde eu vejo uma borboleta,
Branca, amarela ou violeta,
Deleite eu sinto em admirar,
Sua beleza me faz lembrar,
Não me deixa te esquecer,
Me faz sentir perto de você.
Quer você esteja aqui
Ou lá do outro lado do país,
Livre como uma borboleta,
Como você sempre quis.
Assim como o tempo e o vento,
Aparentemente tão banais,
Podem até mesmo esculpir
Rochas colossais
Cada borboleta que passa,
E não importa o que eu faça,
Faz meu sentimento aumentar
E em você me faz pensar,
Me instiga e provoca,
Meu coração toca.
Fim.
Ivan F. Calori
O que eu vejo é que a cultura hoje como um todo é uma amostra da mediocridade do homem. É os mesmo sentimentos primitivos do homem sendo contemplados. Tudo aquilo que reflete da tua existência medíocre e dever animal. Nascer, comer, bebe, meter e morrer. O homem presente sempre foi a inspiração do mundo presente. Por isso o mundo hoje em dia é uma merda. No Brasil pessoas com total desprezo e falta de conhecimento sobre a cultura do seu país. Porque o próprio país já não da valor a sua verdadeira cultura e nem estimula as pessoas a busca-la.
Eu sou/Estou
"Estou em todos os lugares.
Eu vejo você
Sinto você,
Nada me escapa.
Vejo através do tempo e do espaço.
Um pensamento seu é como uma pedra atirada em um lago, as ondas ao de me tocar e Eu saberei o seu intento."
Queria ter um amigo, aquele amigo que você considera como irmão, eu vejo muitos que tem um amigo assim e não sabe dar valor a uma amizade tão verdadeira, se você que está lendo isso tem um amigo ou amiga assim, agradeça a Deus por ter um irmão ou irmã de outra mãe, nem todos tem esse privilégio.
(Nome: Tentar)
Eu posso tentar
Tentar e tentar
No fundo eu vejo você mudar
E mesmo que você diga "Desculpe mas eu sou assim!!"
Eu irei dizer "Todo mundo muda conforme a vida dança!!"
Em uma vida de jogos e amores perdidos
Eu virei um jogo justo
E se você olha para mim como se eu fosse a culpa do seu inferno
Apenas olhe para você mesmo.
Sentindo a força dessa santa Estrela
Eu vejo a vida de uma forma diferente
Do que eu julgava como ser normal,
Tudo mudou num estalo, sobrenatural.
E tudo que eu acreditava que era certo
Está perdido e agora vejo que tudo isso Contribuiu o meu novo ser,
Tudo o que estava bem guardado em mim Me fez crescer.
A vida que levava me mostrava que meu Ego limitava todo meu poder,
mas, o verdadeiro Deus em mim vi renascer
Miragens e lições que não se explica com o meu cantar, mas o verdadeiro eu Eu vi brilhar.
. Inverno
No inverno, as coisas que eu vejo são mais belas,
Ventos e tempestades, acordam os mares,
E em cada canto desse mundo, as lagrimas caem,
No inverno, a vida paira no ar,
Povos se alimentam, e se destrói,
No inverno, o que as vezes se tornam sonhos,
Viram realidades.
No inverno, as crianças brincam,
Seus pais vivem e morrem,
E elas crescem.
Nada se sabe sobre o inverno,
Apenas se sente em nosso corpo,
Como o amor e o ódio,
Nem se sabe se a morte é fria,
Se o que realmente somos é verdadeiro.
Imaginação...
... em todo lugar o vento sopra,
vagando por vales e oceanos,
nas florestas e nas almas da humanidade.
Inverno, tempo e sonhos,
Vagando para todo o lado e espíritos,
Sempre vivendo um sonho de criança,
Sempre gelado como os sentimentos,
Seja ele de amor e ódio.
No inverno as verdades existem,
Cantando em uma singela canção,
Para a verdadeira inspiração,
Para todos os amantes de um só mundo,
De uma só vida.
Inverno é a inspiração
De que mais aprecio,
Inverno, apenas inverno de tempos,
De antigos sentimentos,
De amor e ódio.
Oração a uma Cigana.
Cigana quando eu vejo o rodar de sua saia,percebo a luz do arco íris iluminando todo o espaço físico que antes parecia escuridão.
Tu és sol,és lua e estrela que canta e encanta por onde passa.
Cigana,que tua sabedoria milenar venha nos trazer discernimento e força para as tribulações terrenas que teimam em querer nos derrubar.
Sou pequenina diante de tua luz,mas,me sinto bem mais forte com você ao meu lado.
Arriba cigana!
Optchá!!
No caminho pro trabalho, eu vejo tanta coisa…
Pessoas diferentes, com histórias diferentes, esperanças diferentes, perspectivas diferentes, expectativas, talvez…
Aqueles dois senhores que sempre ficam conversando na esquina e sempre me olham quando eu paro o carro no pare. Aquela senhora que sempre tá ali parada no mesmo lugar, sempre esperando. A moça que faz caminha com seus fones de ouvido, o casal com o bebê no carrinho. Ah, aquele casal…Eu fico admirada quando ela olha pra ele e abre aquele sorriso largo confirmando com os olhos que a vida talvez faça sentido só por aquele momento.
E assim o meu dia começa bem, é como se cada um deles já fizessem parte da minha vida, e eu nem preciso conhece-los, eles me transmitem vida, cada um deles com suas particularidades…
Os dois senhores na esquina me mostram que é possível preservar uma amizade, aquela senhora sempre no mesmo lugar representa a esperança, talvez a fé. A moça da caminhada representa a perseverança, e o casal, o casal representa o amor em sua forma mais singela, não só o amor que um sente pelo outro, mas o amor pela família.
E nesses quinze minutos eu consigo tudo o que eu preciso pra começar um novo dia:
Amizade, esperança, fé, perseverança e amor.
— Ana Cris
Olha para mim.
Vês-me?
Eu vejo-te. E sinto-te.
Quem dera que estivéssemos, algures, connosco e em nós, por aqui ou por aí.
Eu vejo em especial pra nós mulheres e diante de certas situações a agonia que dá quando constatamos que não sabemos, não conseguimos dizer: Não. E com isso acabamos nos magoando, ficando mal, sendo a última pra agradar, pra satisfazer o outro, pondo como sempre foi ele a nossa frente. Negar algo, dizer Não é muito difícil, porque ao fazer isso, pensamos: Ora estou sendo egoísta, não vão mais gostar de mim, o que vão pensar, o que vão falar. Mas é muito necessário saber dizer não, ao marido, aos filhos, (sim até pros filhos), ao namorado, aos amigos, enfim; ao mundo, e assim ganhar respeito por nós mesmos e daqueles do nosso convívio. Não estou bem digo: Não, não estou afim digo: Não. E com isso estamos nos amando e nos respeitando primeiro. Vejo com importância que o ato de dizer: Não, tem relação justa com a autoestima, e amor por si mesmo. Por isso, as pessoas que têm uma baixa autoestima e pouca confiança em si mesmos, costumam sentir-se nervosos, angustiados e tendem a aceitar todos os pedidos, imposições que lhes são feitos. Pode ser também pela criação, pela educação, ou simplesmente por achar que tem que ser cortes e agradar sempre. E em assim agindo sua autoestima pode chegar a depender das coisas que faz para as outras pessoas; é um círculo vicioso, no qual as pessoas que te rodeiam esperam que seus desejos sejam sempre cumpridos, e se você disser não já não vão mais te amar.
Ser incapaz de dizer não pode fazer com que nos tornemos pessoas mal humoradas, insatisfeitas, estressadas, irritáveis e sem energia, por isso é preciso que avaliemos cada situação e pensemos duas vezes antes de aceita-la pelo bem, pela satisfação do outro. Experimente...... dizer não é como mandar a merda, ou seja; é libertador e satisfaz a alma.
A questão, é só o tempo. A questão, é o que eu sinto. A questão, é o que eu vejo...Enfim, a questão é: Eu ti espero!
TELA DA JANELA
Da tela da minha janela...
eu vejo o tempo com suas ondas
como se fosse, cortejo de banda
tocando horas minutos e momentos,
ou... como se fosse um jogo de dama
com tabuleiro todo demarcado
onde nos somos as pedras prontas para
sermos manipuladas.
Todavia sendo roladas, p'ra lá e p'ra cá,
sem tomar tento da partida
nem o ponto onde chegar.
Da tela da minha janela...
Eu vejo o sol todo em pedacinhos
demarcado pelo arame do mundo
envolvido nas telhas dos sentimentos...
Eu vejo a tabuleiro sendo manipulado
pelas feras do poder, onde elas
é que fazem as cartas e as regras...
Elas é que coloca-as cartas sobre a mesa.
Vejo os pequenos tentando sobressair
das garras de um esquema posto
sobre eles mesmo no qual eles são
apenas a peça do tabuleiro e como tais...
são jogados para lá e para cá...
Feitos de bobos, por todo tempo,
pelo tempo todo.
Da tela da minha janela...
Eu vejo as ruas e as calçadas
os passos, passadas e passarinhos
eu vejo o tempo demarcado pela tela
e a minha saudade toda em pedacinho.
Antonio Montes
Eu vejo essa tal saudade qual pedra de atiradeira, acerta o peito da gente e abre ferida em flor, rosa vermelha de espinho e a gente é que nem passarinho, que desencanta a euforia de seus cantos matinais, alvejado em pleno peito, cai do ninho da alegria do amor que ficou pra trás.
