Eu sou uma Mulher Super Perigosa
" Não sou o mais certo , e nem estou errado, não vivo pra agradar a sociedade , mais para agradar a Deus "
Um dia acordei tão tímida
Faltava um pedaço de mim
Em vão me estremeci
Mudei de posição
Sou a mesma ainda
Mas algo me espeta de novo
E insiste em espetar
Busco resposta, não há perguntas
Busco onde me acalentar.
Nem sempre é possível estar bem.
Às vezes, sequer razoável...
Entre o vazio e a obstinação
entre o medo e o descuido
entre a loucura e a coragem
onde estou?
entre fanatismo e o ceticismo
a culpa e a falta de consciência...
Sem saber onde estou me coloco em terceira pessoa.
Onde se deve estar então?
Medo de viver, medo de morrer…
Culpa por ter, por não ter…
Crer em tudo ou em nada crer…
E no meio de tudo a loucura, o vazio…
Como não sucumbir?
Acordei tão tímida,
tateie o ar em busca de um signo qualquer que pudesse me expressar…
nada.
Para os sentimentos mais profundos somos meros analfabetos.
Tem dias que quero ser grande,
e os sonhos parecem inevitáveis,
projetam um futuro, um passado,
sem cálculos, pura futilidade.
Tem dias que quero ser mais uma,
passar despercebida pela vida…
seguir a rotina e…
enfim, morrer.
Tem dias que o medo me trava,
sinto meu corpo suar,
às vezes uma mudança abrupta,
ou a vida me forçando a VIVER
sem eu estar preparada.
E a culpa – meu Deus – como o medo
me deixa paralisada
e peço perdão a qualquer um
por tudo, por nada…
Há mais, mas não quero dizer
cansei,
deixe esse poema assim, incompleta
a vida ainda está incompleta.
Não sou aquela menininha perdida no bosque que um dia fui, caprichos emocionais não me compõem mais, coisas banais há tempos não me satisfaz.
Aprendi a rugir como leoa, afaste se! Sem reticências dessa vez. Ponto final.
SONETO DO FAZ DE CONTA
Agora vou fazer de conta que sou poeta
Hoje a melancolia, não terá a rima certa
O céu alvoreceu poético e com harmonia
E em meu dia tudo será somente poesia
A minha existência não é mais só o eu
Cada verso trará o laço, o meu e o seu
O que outrora era somente ociosidade
Agora, o som da vida, é pura realidade
O silêncio deixei na solidão, no canto
Não sabia onde estava, para onde ia
Eu só queria um sentido, algum valor
E na busca de um pouco de acalanto
Parecia que o fado, gargalhava e ria
Até tu chegar, com o generoso amor...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
11 de novembro de 2019 – Cerrado goiano
"Finjo que me acho linda.
Finjo que sou sorridente.
Finjo que está tudo bem.
Finjo todo dia
Toda hora
Todo minuto e segundo
Que acabei aceitando ser o que não sou
De tanto finji"
Asas ao Sol
Quando te olho sou menina
São as asas que me faltam
É o ar que não respiro
Avalanche de loucura em que me acho
E um pânico pueril do primeiro dia
Do primeiro beijo
Alegria esquisita de querer e não querer
Um temer sem se provar
Semear sem ter certeza do que brota
Quando você chega nada termina
Tudo é começo
Tudo é mar e brisa de primavera
Alto-relevo da sensação que não descrevo
Não me atrevo
Os pés que não se movem
A boca que não cala e se cala sem cessar
Quando você está eu permaneço
Quando você sorri
Esqueço que me faltam asas
E saio a voar
Sou totalmente contra ao Ministério da Educação.
Educação quem dá é pai, mãe, tios, tutores...
Um dia haverá alguém com a coragem de rebatizar o nome para Ministério do Ensino ou Ministério do Conhecimento.
Não é justo para governo algum neste mundo, tomar para si, a obrigação e direito da família!
Só sei que
Sou jovem, branco e pobre e assim como a maior parte dos negros estou ferrado . 😁
Mas os negros tem cotas e alguns são meus colegas de classe com condições socioeconômicas bem melhores que as minhas. Em contrapartida, sei que por ser branco tive certos privilégios que vão além das cotas ou de qualquer outra medida governamental de inclusão.
A sociedade é preconceituosa. Esse preconceito é histórico e fruto da colonização branca.
Se a África tivesse colonizado a Europa, e não o contrário, o padrão de beleza seria o negro de cabelo sarará.
Se o Sol atingisse a Europa como atinge a África seria os negros que viriam colonizar as Américas e importar escravos brancos da Africa fria.
A vida é o que é
Vamos entender que somos diferentes mais iguais. Melhores e piores. Somos tudo isso junto e misturado. Somos a raça humana formada por negros, brancos, amarelos e ainda até de índios.
Todo preconceito é ignorância.
E a pior ignorância vem do medo de reconhecer que somos iguais.
Meta do dia: aproveitar cada minuto, agradecer pelo que tenho e sou, valorizar a simplicidade e fazer só o que me faz bem e feliz!
Insta: @elidajeronimo
Aprendiz da Solidão
Sou aprendiz da solidão
Nestes montes altivos
Pudera ser ti, minha paixão
A tira-me desta prisão
Cavalgue a eternidade
Lá irá me encontrar
No balanço contínuo
Ao fim irei me lançar
Quando crio felicidade só para mim, não sou feliz. Aliás, não existe felicidade única, exclusiva. Existe felicidade coletiva, sou feliz quando proporciono a minha felicidade e a das pessoas
Sou apaixonada pelo universo e por todo o mistério que o envolve, e acredito que tenha grande influência nas nossas vidas aqui na terra.
sou contradição de momentos que amei deixar enterrados no coração...
estive em instantes que o desejo era parte da conspiração,
desatino vivido puro e tenro amor perdido,
decepções nas varias fases da luar, diria um folego dessa vida,
a proposito apreendi a sentir mais nada,
muito no além, disso o que foi a paixão atenua vivida
se encontra o amor pela escuridão...
durmo ao dia pois a noite existe mais vida.
as sombras tem sentimentos e fogo brando da o calor
imaginado de histórias e contos, mas com porém,
a vida não só estar numa cavernas, a vida tem camadas,
bem então as pessoas tem singularidades...
minha mente viaja na extensão do universo...
a beleza das estrela difunde ideias e teorias que a humanidade não compreende mais se senti feliz em contemplar...
a origem de tudo está dentro de cada um, mas, ressurgi luz,
que nos faz sonhar e ver outros horizontes...
do além da imensidão do que conhecemos.
a esperança contida nos corações reatam o esplendor...
dando remanescência o âmbito imaginável da grandeza da humanidade.
em pequenos passo a vastidão do espaço,
incontáveis momentos que amor e a verdade são parte desse caminho,
de tanto a suportar nos devaneios pois a verdade sempre iluminará,
entre balelas deste mundo transcendemos insanidade,
abraçamos a grandeza do que somos.
Como me vejo
Falo sem pestanejo, o que faço, o que nego e que desejo, sou um crítico da minha personalidade, aqui encontro falhas, erros, incapacidade, medo e muito pecado, um dia até pensei ser desprezado, pois bem, faça de parte ignorado, mas eu habito numa gaiola aberta, a liberdade me assusta, o medo que ofusca a capacidade de dominar, sim , minha ansiedade, meu sentimento, meu sofrimento, meu jeito peculiar, certamente é necessário deixar coisas para trás, aquelas obras que agrada satanás, o anseio de construir e fazer parte da memória, dos justos, de caráter reto e da humildade singular, dos conhecedores dos campos sagrados, pois bem, sou ente, meio eloquente, coração morno, mente fervente, uma pintada de orgulho, referida vaidade, também morador no mundo fantasia da grandeza, sou sabedor do mundo e ignorante imundo, pois bastaria amar o próximo, um mandamento nosso, mas sou o opróbrio que me conduz, é não viver mais a cruz, ai até quem condena a filosofia, o desabafo, a poesia, mas é nessa razão, que vejo uma direção onde encontro harmonia, o pratico a arte e defendo com alegria, que através de cada palavra posso construir uma melodia, da qual minha atitude possa ser justiça, misericórdia e amor, e a quem se opor desejo um bom dia.
Giovane Silva Santos
Cardiopático, sei que sou!
Sou um mero clichê ambulante
Um enfeite na estante alheia
O filho perdido da linda sereia que a charme pouco sabia usar
Sou o diferente que não se sentia gente
Sou o vivente inanimado
O filho da empregada que desacreditava que poderia ir mais longe
O filho pródigo que nunca abandonou aos seus
O paladino que nunca viu o amor e a gentileza como fraqueza
O que sentia dor ao ter o coração partido daquilo que se quer viveu
O ouvinte daquela eterna canção que o idioma não entendeu
O mensageiro daquele querer que não era seu
O ouvinte de historia enfadonhas de um sonho que se perdeu
O contador de contos que um dia nem se quer foi seu
O que pensava e agia diferente dos demais
O desbravador fulgás de um amor certeiro que nunca fora correspondido
O lendário sonhador que nunca quis de fato crescer
A eterna criança que sua determinação e audácia jamais quis perder
Não sou o ontem, nem o amanhã, e sim o agora
E se tudo fosse diferente, eu não seria mais eu
E agora velho, jovem menino em que labirinto se meteu?
J. D Silva
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