Eu sou tudo e nada
Sou chata.
Cheia de manias e nada fácil de lidar.Mas sou sincera ao extremo, não sei fingir sentimentos e sinceramente prefiro pessoas exatamente como eu, absolutamente imperfeita, mas que presam a verdade, que não suporta meios olhares e sorrisos falsos.
Não suporto pessoas que misturam gentileza e falsidade e contam mentiras como se fosse verdade.
(Palavras da alma)
Digo quem sou e não direi mais nada além do que já tenho falado. Falei de você, e de mim. Falei ao seu coração, e ao meu, feliz somos hoje,no ontem e no amanhã te provarei que sou.
De nada sou se não houver compreensão nas minhas ações. Minhas palavras são escritas e ditas por pessoas que compreenderão amplitude do pensar. Ainda não pensaram,nem compreendido foi minhas palavras ditas. O filoso escreveu por compreender a história e o mundo. O poeta escreveu poesia pois compreende o amor, os sentimentos, sempre direcionando ao caminho onde foi esquecido. O tempo está passando, o mundo se transforma, os homens mentem para si mesmo na certeza de uma verdade absoluta criada na sua mente, onde apenas a mentira prevalece. Guando me for, sei que não serei lembrado por meus passos e os caminhos que percorri. Mas minha existência ficará marcada na mente e nos corações dos homens, escrevendo na história a mudança do pensar, permitindo que cada ser humano tenha a liberdade de pensar e buscar respostas a continuar sua jornada. O homem vive por um momento e uma felicidade que imaginou desde a sua infância. O filoso e o poeta vivem para dar liberdade do pensar, liberdade para sonhar, liberdade para amar. O tempo passou para todos. Todos passaram sem deixar sua existência. Ted Willian Jacinto
Janela dos Sonhos "Poema
Não sou nada.
Mas tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Da Janela dos meus sonhos...
Tenho milhões de sonhos...
Que ninguém sabe qual é.
Apenas um mistério guardados em meus sonhos.
Nos meus sonhos apenas uma rua...
Uma Campa gelada.
Um anjo adormecido que dorme na campa fria.
Uma rua deserta com pouquíssima gente por perto...
É uma rua inacessível a todos os pensamentos reais.
Com o mistério das coisas por baixo das pedras frias e dos seres adormecidos...
Como a morte que,deixa umidade nas paredes.
Paredes geladas, uma campa fria onde dorme os seres sem vida. ..
Mesmo os que,sem cabelos brancos são conduzidos a seus destinos.
Vageiam -se pela estrada do nada.
Estou hoje lúcida, como se estivesse passado pela escuridão...
E acordando ao romper do dia...
E chegando ao final de uma rua sem saída.
E como se não tivesse mais irmandade...
Senão uma despedida, tornando-se esta casa deste lado da rua...
A fileira de carros e uma partida gelada...
Que conduz ao destino final.
E uma sacudida nos meus nervos que, me conduz ao meus sonho.
Estou hoje perplexa, como quem pensou e achou e esqueceu...
Estou hoje dividida entre a realidade que devo seguir...
À campa fria do outro lado da rua, como coisa real por fora...
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada...
Apenas um sonho...
A aprendizagem talvez.
Desci dela pela janela dos sonhos...
Voltei à realidade e percebi que os mortos vivem através de um sonho...
De um mundo paralelo ao meu mundo.
Um mundo onde não podemos ter sonhos...
Mas podemos sentir através da campa fria.
Onde um dia terei meu sonho...
Um sonho só meu...
Que dividirei comigo mesma.
Como um anjo adormecido eu acordarei.
"Sou resultante da superação. De vários eventos que sobrepujei.
Nada é fácil, e em cada cicatriz houve somatório de várias palavras que me ensinaram a lidar com dor, decepção e com o maldito silêncio de quem eu nunca esperei. Meus desejos, minha necessidades. Mas continuo a seguir os rastros do invisível."
as vezes penso que sou triste,
as vezes não penso em nada,
as vezes tenho saudade do que nunca tive,
mas era tudo o que eu tinha
quando eu não tinha nada...
agora nem tenho essa ilusão...
PERDOE-ME...
Por ter te amado tanto
Invadido a tua vida...
Nada sou mais que uma lembrança
Nos teus sonhos mais remotos
E as lágrimas de meus olhos se transformam no oceano
Que afogam a minha alma...
Tu eras meu. E fui feliz!
Aquela ilusão me induz a te amar... Novamente...
Amor...
A vida é tão breve
Perdoe-me por insistir tanto...pelos meus versos
E pela paixão que não passa...!
Nada sou...sem ti!
Sou lágrima que escorre dos teus olhos....
Sou aquela que te espera... Sempre esperou
Sou quem continua crendo
No voo misterioso dos sonhos que não mais existem...
Sou poesias esvoaçantes e meditativas...
Sou o teu esquecimento... Nas noites de solidão...
O teu mar íntimo do seguir... Invasora do teu coração fechado...
Sou tua saudade!
Sou passarinho insano que grita sussurrante no silencio
Dilacerando o vácuo...
Cintilei meu caminho com o teu olhar...
Será sempre escuridão sem o teu chegar
És vida ...e nada sou sem ti...sem mim...sem nós!
Nada sou...sem ti!
Sou lágrima que escorre dos teus olhos....
Sou aquela que te espera... Sempre esperou
Sou quem continua crendo
No voo misterioso dos sonhos que não mais existem...
Sou poesias esvoaçantes e meditativas...
Sou o teu esquecimento... Nas noites de solidão...
O teu mar íntimo do seguir... Invasora do teu coração fechado...
Sou tua saudade!
Sou passarinho insano que grita sussurrante no silencio
Dilacerando o vácuo...
Cintilei meu caminho com o teu olhar...
Será sempre escuridão sem o teu chegar
És vida ...e nada sou sem ti...sem mim...sem nós!
Prato frio...
Você não faz idéia de quem sou não sabe nada a meu respeito.
Não conhece o meu coração, você não imagina o quanto eu posso ser cruel. Seria muita sorte sua, se por algum momento você pudesse sentir o que eu sinto. Poderia se considerar um cara sortudo de verdade se soubesse o que estou pensado agora.
Mas lamentavelmente você não me conhece, não passa por um segundo sequer pela sua cabeça de quem sou eu, não conhece minha vida, não sabe nada sobre o que eu gosto o que desejo ter.
Tenho tanta vergonha de mim, que tenho ânsia de vômito quando me lembro da sua cara se fazendo de rogado pra tentar me convencer desse seu amor fajuto.
Como pude ter me deixado enganar tanto, talvez eu não conheça você, quem sabe se de fato você existe.
Mas minha memória não falha meu amor, e eu se bem, exatamente em qual momento você me fez passar por imbecil, lembro do seu sorriso de deboche rindo da minha dor, e você não faz idéia da minha vingança, você não sabe com quem está lidando, não me conhece nem de nome.
Foi no instante em que me enganei achando que aí dentro desse corpo batia um coração, mal sabia eu que era uma pedra de gelo embrulhada em papel de presente, dos que tem a embalagem mais bela, e enganam direitinho a gente.
Você não faz idéia de quem sou eu. Você não faz a mínima do quanto eu posso ser cruel, meu amor o jogo virou e você é grande perdedor.
Quem sabe assim você poderia se livrar da minha ira, do meu ódio, mas lamento informar, sua sina está marcada, porque você não faz idéia do quanto eu posso ser cruel, portanto comece a rezar peça socorro do céu porque você vai desejar nunca ter me conhecido, vai implorar pra não ter nascido, vai desejar nunca ter vivido. Tudo porque você arrancou de mim, o que mais valia à pena, tirou meu bem mais valioso, você arrancou de dentro de mim o meu coração, e vai me pagar sem perdão, tudo porque você não faz idéia do quanto eu posso ser cruel.
Sou estudante e nada vai me conter. Nem coronavírus nem o desânimo. Vivo a absorver ao saber e portanto, nem a quarentena nem nada me fará parar, prossigo a estudar ainda que online, mas ao meu diploma vou abraçar...
Sei que errei sei que sou culpado por nada fazer por nosso amor nossa história, quando se ama de verdade o tempo passa mas as lembranças ficaram pra todo sempre: ass Cícero lyra
Auge da irrelevância
Sou muito pouco, mas mais que nada
Um quilômetro da inacabável estrada
Um torneio somente do Grand Slam
Sou um ator, porém não possuo fã
Limitado, já tentei melhorar de fase
Chegar rapidamente na última base
Adivinhar ao menos quatro dezenas
Me regojizar com frivolidades terrenas
A gota que cai tem uma parte de mim
E tendo a começar pensando no fim
Pois a ansiedade sim é abundante
Ainda conservo algo de triunfante
O meu fio de cabelo foi recusado
Quando brinquei que era adotado
Ao me sentir só por não ter irmãos
Vendo que os de domingo são vãos
Estou no auge da minha irrelevância
E aparenta ser de miséria a ganância
Só que estou habilitado para respirar
Marchando altivo pro show continuar.
Sou o milagre que um dia migrou em ti, mas agora preciso partir, pois nada de novo encontrei, apenas novas barreiras, cada vez maiores. Sombras escuras tornaram-se suas únicas companheiras. Quando digo que não és o senhor de mim, acredito que você entende o que quero dizer. Sua boca sorri, mas seus olhos me leem erroneamente, como sempre. Vives como um santo, mas sem aprender nada! Habito no esterco deste amor e, às vezes, penso que não vale a pena. Mas quando o bem chega, tudo vale, tudo impera, tudo brilha e me inspira. Olhando para trás, vejo mil estrelas brilhando intensamente—era o que eu enxergava em seus olhos. Tudo foi bom, e caminhei anos-luz sob o brilho desse sentimento, mas o apagão destruiu a ponte que nos unia. Então, beba a mídia, se isso o faz sentir-se melhor.
Fé
Nada sou, se não acreditar que posso ser,
sem acreditar no meu punho, sem ter fé.
Nada sou, se não acreditar nos sonhos meus,
sem crer que minha força é capaz de ser.
Nada sou, se não ver a alegria nas manhãs,
nas tardes, no entardecer, ao anoitecer.
Nada sou, diante da imensidão da vida,
sem ver a grandeza do grande Criador.
Nada sou, se não seguir adiante sempre,
se não levantar, sempre que cair.
Nada sou, se não sentir o amor, a emoção,
nas crianças, nos amores, nas paixões.
Nada sou, se não sei amar, acreditar,
sem perdoar, ajudar, compartilhar.
Nada sou, se não for humana sempre,
tentando a cada dia melhorar meu pensar.
Nada sou, se não sentir, se não amar,
perdoar, ajudar, receber, ou doar.
Não tenho orgulho, não sou nada,
a única satisfação que tenho
é cumprir o meu dever,
percorrendo com honestidade
a minha pequena estrada...
Muitas vezes,
nada mais sou,
apenas e tão somente
uma nota solta,
duetando junto ao vento,
tentando ser canção
A vibrar quase em surdina,
quase não mais ouvida
e nessa melodia fatal,
deslizando pela partitura da vida
sou um réquiem
com receio da nota final...
Muitas vezes,nada sou,
apenas uma pequenanota,
solta, duetando junto ao vento,
na pauta desafinada da vida,
tentando ser canção...
que nunca é ouvida
Penso que nada sou,
sigo e nem sei onde vou,
mas uma coisa percebo,
cada segundo é um a menos,
e um passo mais adiante
para aquilo que sabemos ser o fim,
mas ainda é tão cedo !
ah...porque a vida tem que ser assim?
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