Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Sou flor.
Sou folha seca.
Sou mato.
Sou flor do campo.
Sou flor bela.
Sou a flor de luz.
Sou flor de esperança.
Sou flor do amor
Sou flor dos seus olhos
e de seus pensamentos.
Sou flor da paxao
e do seu coraçao.
Sou flor de outono
e nao te abandono.
Sou flor de enfeite,
contigo para sempre.
Sou flor do senhor
para você meu amor!
Sergio Fornasari
O Silêncio não é pleno,posso vaguear junto com o fluxo,mais não sou o fluxo,posso sentir, mais não sou.
Sou aquela árvore do fundo do quintal, fico um pouco distante das outras e longe das vistas dos donos do solo onde estou plantada e despercebida pelas visitas que vêm até aqui. O jardineiro nos dá água e nutrientes, mas ando sentindo falta de algo mais para saciar a sede e a fome, ando querendo palavras, músicas e o calor das amizades além do calor do sol. Ei, quem sabe recebo esse presente de primavera?
Sou amiga para todos os momentos,
Quem é minha amiga sabe,que é assim,
na alegria ou no sofrimento.
Não sou daquelas amigas só para quando sopra os bons ventos.
Não me culpes jamais:
Não me culpes, se em minha pequenez me revelo um ser incompleto, se não sou o conjunto de suas expectativas, se não me faço o suficiente.
Não me culpes, por não ser capaz de oferecer a beleza que desejaste, por não ter a perfeição do príncipe sonhado, muito menos as riquezas do imperador encantado.
Não me culpes, por sentir, amar e esperar. Não me culpes por estar perdido neste deserto de ilusão jogado a ironia de um destino sem sentido.
Não me culpes jamais, por sofrer num universo de decisões que não são minhas, por esperar ser visto e notado, por acreditar nos sentimentos, mesmo quando eles não existem.
Não me culpes, jamais, não me culpes, pois o que há dentro de mim, não é fruto de minhas escolhas e sim razão de sua incompreensão.
Não me culpes jamais, pois no fundo tudo o que há mim só pertence a você...
Sou muito emocional, sou muito coração gosto de sentir sangue correndo na veia , isto faz me sentir que estou viva!
Sou o doce entardecer de fim de tarde, mas também o inquieto sopro do vento a noite. Sou aroma suave de limão e alecrim ao folhear velhos livros, mas também fina estampa e pura essência. Sou como bala perdida ao meio de guerras por paz, e também como a lágrima que escorre após uma guerra interna. Mas de qualquer forma leve, muito leve .. de um jeito doce e amargo de ser.
Intensa...
Sou o tipo de pessoa que pequenos gestos de ternura me emocionam, falo de amor sem constrangimento, digo o que sinto sem medo, beijo até perder o fôlego, abraço de olhos fechados pra sentir todas as vibrações da alma, rio alto por que minha risada é espontânea. Estar viva que causa uma sensação indescritível. Acho-me linda, apesar de todos os meus defeitos. Tiro o vento pra dançar, faço dueto com a lua e beijo o sol pela manhã. Quando magoada choro horrores, até sentir o peito esvaziar. Mas quando estou alegre, minha felicidade alcança níveis estratosféricos. Nasci assim: exagerada e dramática. Pertenço ao clã dos intensos.
nas ondas do asfalto sou mais um na multidão
os pensamentos são presságios de solidão,
as variações dos meus pensamentos são trevor
as pessoas são sombras ambíguas
nas vertigens o horizonte vazio por mais sonho.
ninguém parece notar minha existência,
mesmo no meio da multidão sou vento,
que paira sobre as sombras do medo da minha alma,
o frio ao longe abandonado no solitude
de tantos pesares apenas o julgo esparso
e abandonado por ser distinto...
abadia que floresceu num mar do apogeu.
"SOU OU TALVEZ NÃO SOU"
Sou como sou mais nada
Sou ou talvez não sou
Sou endiabradamente sossegada
Não sei ser conformada
Sou exigente comigo
Não sei calar-me
Sou calmamente apressada
Não sei ficar quieta
Sou efusivamente tímida
Não sou possessiva
Sou terrivelmente doce
Não sou amargurada
Sou duramente sensível
Não consigo deixar os outros sofrer
Sou o que sou, feliz mais nada
Sou ou não sou, como sou mais nada.
SAUDADE DAQUELE TEMPO
Saudade daquele tempo.Tempo de menino. Está rindo do quê?
Sou garota sim mas, brincava com eles, deliciosa. Jogava bola de gude e armava com varetas as pipas de papel. Carregava meu carrinho de rolimã e subia a ladeira esperando a hora.Amava catar jabuticaba e fingia caçar, com estilingue, para comer as carambolas.
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