Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
E por acreditar na mentira que contou a si mesmo, prefere não enxergar aquilo que lhe impede de ser feliz!
Amor meu... incerto provável,
O que posso definir como improvável, aquilo que posso modificar a partir de um pensamento em execução, um exercício não concluído, algo que eu mesmo nem sei que está por acontecer e de repente modifica todo o contexto de um projeto construído com muitos atributos, tempo e determinação.
Penso em ser maleável e flexivo, aberto a possibilidades e com tudo ele mesmo vem e nos presenteia com sua presença, nos tornando refém de nossas próprias escolhas.
Sim, escolha que segue no primeiro ponto de partida a que ele se determina como início da chegada.
Somos reféns?
Claro que não, e nunca somos, somos a escolha que determinamos acontecer, o principio e verbo.
Somos o que desejamos e que na sua maioria não está entrelaçada aos nossos ensejos; Porque somos simplesmente o exercício de escolhas por nós deferidas.
Queremos sempre o melhor, o que é o melhor e para quem?
Aí é que o improvável aproveita e se estabelece modificando tudo, fazendo a nossa escolha por nós mesma.
Ele não obriga nem determina, ele é simplesmente o elo de uma fusão de escolhas provida da nossa vivência momentânea circunstanciada de envolto.
Determina por um sim que fazemos a realizar, para satisfazer um ego circunstancial que venha nós transmitir ou desejamos sentir momentaneamente sem o aparato de todo um trabalho idealizado que se feriu antes mesmo da sua conclusão.
" não se cobre tanto, para mostrar resultados as pessoas que não gostam de você, por aquilo que você é"
EDUCAÇÃO
Vacinas nada mais são do que um ataque leve e "falso" ao corpo usando aquilo que se quer combater como forma de preparação ao organismo, atacando o corpo você o torna forte para um possível ataque verídico e eminente.
Hoje, o que se observa é a grande maioria das crianças despreparadas para as surras certeiras e inevitáveis que a vida dá. Certos pais da atualidade não as ensinam a lutar, eles estão o tempo todo lutando por elas, dando, se não tudo, quase tudo pronto em suas mãos, não as ensinam a enfrentar, enfrentam tudo por elas, minam, "passam a mão na cabeça" em desrespeitos escolares, elogiam os filhos "descriteriosamente" gerando um sentimento narcísico desmedido.
É a toa que discute-se tanto sobre a geração "eu"?!
Pais, "ataquem" ( FIGURATIVAMENTE) o ego de seus filhos para que eles entendam o respeito a hierarquias, entendam que por não serem superiores aos outros devem ter humildade, mas por estarem mais fortes e preparados poderão lidar melhor com frustrações da vida e ser mais verdadeiramente confiantes, entendendo, quando adultos, que o mundo não gira ao redor das vontades e caprichos deles.
Pais que corrigem verbalmente seus filhos sentem mais dor do que estes últimos, pois devem passar por cima da irresistível vontade de sempre agradar quem mais amam- os filhos. Superar esse desejo traiçoeiro e raciocinar no que é melhor para o seu filho, em vez de aceitar o que é menos doloroso é ato de amor.
Há uma relação que se observa :
Egos inflados demais pelo narcisismo - relacionamentos Instáveis e conflitantes - pessoas infelizes.
Acredito que tudo aquilo que sonhamos pode-se tornar real, só precisamos ter determinação e coragem para torná-lo realidade
«“Arte” não é mais do que a taumaturgia de fazer aparecer diante dos sentidos aquilo que o Artista percebe com outros «sentidos» em dimensões harmónicas, belas e terríveis. O Génio pule as arestas, arredonda as coisas para torná-las adaptáveis aos olhos dos humanos de mãos frágeis, olhos pequenos e ouvidos limitados. Ele é «Ponte de Ouro» entre os Arquétipos da Beleza e as nossas misérias humanas, douradas subitamente pela luz das Musas.»
O sabor
Quem tem pressa come cru.
Essa pressa lhe fez crudivoro.
Perdeu se o gosto por aquilo que era quente,fresco , prazeroso...
E nessa alteração perdeu se o sabor original.
A pressa para chegar ao destino lhe fez esquecer de apreciar a paisagem, não viu os rios, nem as cachoeiras, despercebido foi o ninho dos pássaros.
Correu cada vez mais rápido para com Deus encontrar, não percebeu que ele era o caminho por onde se percorria, não provou da verdade e vida.
Pois a pressa não lhe permitia experimentar.
Na corrida para Cristo, não percebeu que Cristo era o caminho, a vereda por onde se escutava o amor assobiar.
Mas quem percebeu viveu, nem frio nem morno, no presente foi quente.
Calmaria a desfrutar, somente a intimidade poderia revelar, viu os frutos brotar, até às árvores sem frutos serviram para abençoar nos deram sombras para descansar.
Cada passo fez sentido ao descobrir que Deus sempre esteve ali.
Hoje a eternidade experimentada, sem sofrer pelo amanhã.
Onde o gosto da presença veio como avelã.
Felipe Almaz
