Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

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Confesso sempre quis qem sua vida, me desse amor, me amasse. Mais confesso que perdi as esperanças de um dia ouvir um EU TE AMO verdadeiro. Não se escutam mais palavras de amor sinceras, não se dão mais sorrisos sinceros. Hoje tudo é na base da falsidade, tudo é na base da mentira. Não se vê alguém ser tudo na vida da outra pessoa, ter o amor dela, ser a base, a inspiração para suas palavras, para seus poemas, para suas poesias. Confesso que meu coração não tem mais esperanças de um dia ser correspondido, mais mesmo assim ele é burro o bastante pra nunca desistir, e mais burro ainda porque sabe que vai sair machucado, ferido.

Perdi meu tempo
Com quem não tinha tempo para mim

Hoje perco meu tempo
Com quem me ama, me cuida e valoriza
Os meus sentimentos.

E se porventura
Sentir in-diferenças, recuo...
E não volto ao mesmo erro.

Pois aprendizados
Jamais...
Serão erros novamente!

Tarde de terça

Perdi meu lírico numa tarde de terça,
Enquanto o sol ia no horizonte,
Os versos aos poucos tornavam-se elegíacos
Porém livres, num abraço duma nênia.

Numa tarde de terça,
Fui atingido pelas sombras de um passado
Tão meu quanto a solidão,
Deste ser contemporâneo que a mim foi forçado.

Numa tarde de terça,
Sou tão livre quanto artistas do barroco
Que entregam toda criatividade,
A homens de coração oco.
Sujam a arte com sangue chumbado.
De trabalho forçado,
Em uma mina de lágrimas e coração d’ouro
Que sustentará o céu angelical,
Para que não desabe sobre mim a desgraça.

Numa tarde de terça,
Sou tão livre quantos os parnasianos,
Que são cegos e veem apenas carne.
Mas são tão naturais e sinceros,
Que despertam em mim os louvores de Eros.
Me sustentam tanto quanto céu d’ouro
Da minha própria insuficiência espiritual.

Numa tarde de terça,
Sou tão livre quanto um racionalista,
Que medita sobre os padrões,
Vende a alma à verdade.
Deixa escapar a vida pelas mãos perfeitas.
Quadradas e regulares
Idênticas.

Numa tarde de terça,
Sou tão livre quanto uma lágrima
Que foge em fluxo no verso que rima
Que umedece o chão e lubrifica
Prepara o fechamento dos portões do coração.
E se desfaz na queda eterna.

Numa tarde de terça.
Sou tão livre quanto sou real.

Boa Noite...........

Durante anos venci e perdi muitas batalhas, porém só me senti por completo quando consegui vencer a mim mesmo, e os meus próprios fantasmas.

como perder o que nunca foi meu, como achar o que perdi se nunca procurei.

No vento vagabundo segui o tempo.
Na minha indecisão busquei a lógica
perdi a razão.

É no silêncio que falamos com Deus.
É no silêncio que nos reencontramos.
quando nos sentimos perdidos.
É no silêncio que nossa alma fala
ao nosso coração.

Esperei toda a vida por você, e agora que chegou já te perdi, diz que jamais esquecerei "aquele" abraço. E digo que jamais esquecerei a primeira vez que te vi, o primeiro beijo trocado, o bater descompassado do meu coração antes de cada encontro, como se cada um fosse o primeiro e sentir-me miúdo sempre que estava com você. O teu lindo sorriso, as tuas doces palavras e a tua compreensão. Jamais esquecerei que você foi a primeira que viu para além de tudo, que viu a minha verdadeira essência, a minha alma inteira, desnuda e transparente. Como esquecer as longas conversas ao celular, os assuntos inesgotáveis, o quanto temos em comum? Esquecer os abraços, a tua voz serena, as juras de amor trocadas, os planos? O que fazer com tudo o que foi dito, sonhado, sentido? Se você soubesse como me dói, como você me faz falta! Agora encontro-me perdido e mais vazio que nunca. As lágrimas caem sem parar, a dor é terrível, devastadora! Sinto que mais uma vez me é arrancado um pedaço de mim, e apesar de pensar que não merecia isto, talvez esteja errado. Não vou conseguir te esquecer. Não vou! Não sei como ultrapassar isto. Só sei das tardes passadas com você, de cada pôr-do-sol perfeito, da doçura dos reencontros e das tristes despedidas, do calor dos teus braços e o aconchego do teu peito. Dizia que quando se despedia eu virava costas, baixava a cabeça e seguia sem olhar para trás. Sabe, não conseguia sequer te ver partir, ainda que soubesse que voltava. Resta-me saber como seguir agora tendo consciência que não voltará. Guardarei comigo cada momento precioso passado a teu lado e morro por dentro só de pensar que aquele dia foi o último toque, o último beijo, a última despedida, que a tua mão largou a minha e nunca mais voltará a chegar a hora de você chegar... Amo você e eu que sempre disse que as tuas mãos com as minhas jamais estarão vazias, hoje as minhas estão vazias sem as tuas mãos...John.

"Já perdi muitas batalhas, mas ter você ao meu lado prova que ainda posso vencer a guerra"

Não te tenho em minha vida
E até em meus sonhos te perdi
Não entendo "o tal Destino"
Porquê ser tão cruel assim?

Perdi o talento!

Hoje decreto o fim do meu talento.
Perdi o talento para meias-palavras, frases enigmáticas, problemas sem solução, conclusões óbvias, indivíduos-metades. Perdi o talento.
Perdi o talento para história mal contada, esperança inventada, ilusão trabalhada.
Perdi o talento para excesso de subjetividade, para conversa fiada e para assunto que sempre começa e nunca termina.
Perdi o talento para amigo sem preocupação, gente sem atenção, trabalhador sem função.
Perdi o talento para santos que não cumprem promessa, para deuses subjetivos, para crenças subliminares. Perdi o talento.
Perdi o talento para embromação, para justificativas de enrolação, para frase sem entonação. Perdi o talento.
Não. Perdi a vocação!

No labirinto dos teus olhos me perdi,
pensei muito em como me encontraria novamente!
Resolvi transformar esse labirinto no meu lar.
Nunca gostei de tarefas fáceis!
Amarei passar os dias perdida nos teus caminhos...

Meu vício

Provei seu sabor.
Entorpeci-me com seu gosto
Conheci o delírio do amor.

Perdi-me em tentação
Misturei as loucas sensações.
Explosão...
Êxtase de emoção.

Cheirei seu corpo
Sob efeito sedução
Viajei céus e mares
Fantasias, amor e paixão.

Bebi seu mel, seu sal
alucinada me embriaguei
Nessa mistura agridoce.
Meu vício meu mal

Corpo chora abstinente
Alma grita em versos
Coração dependente
Louco inconsequente.


Fátima Lima

Me perdi em seus olhos
quanto beleza em seu falar
Uma simplicidade nos gestos
um encanto para o olhar.

Tamanha sua inteligência
que fiquei a admirar
A muito não houvia
um esmero a falar

Quanta sutileza
em um só ser.
Ha... Que formosura!
Nunca vi antes tanta beleza.

A pureza no olhar,
Quanto sabedoria nesse ser.
Prosear com esse anjo
É um enorme prazer

Da viola uma moda
na voz rouca um suspiro
dos seus contos
causos antigos.

E do jeito sereno de ser
transcreve a magia
vinda com a vida
Cheia de saber

Para ele alegria em contar
Aos meus ouvidos música em seu falar
E do jeito mais simples
quanto a me ensinar.

Perdi-me de ti ❤
Por entre os livros que fui lendo.

Arranquei a luz da minha alma
Tranquei as estrelas
Perdi-me do sol....❤
Transformei o meu corpo em dia e noite
Só para ficar contigo.❤

Ando só... Como um barco à deriva... Perdi meu horizonte.
Sem esperança... Me sinto naufragar... Vejo apenas minhas pegadas na areia... Apenas as águas do mar a me tocar.
Caminho em silêncio com meus próprios pensamentos... Solidão!
Somente eu e minhas lembranças, desejando nunca ser encontrada...
Caminhos que eu mesma tracei... trilhas que somente eu andei... Sou como a lua solitária na escuridão da noite... uma pequena estrela perdida na imensidão do universo... Ando só... Sem ninguém ao meu lado... Buscando pelo desconhecido... Perguntas sem respostas ocupam a minha mente... As lágrimas rolam pela minha face... Um nó na garganta... E no peito o grito reprimido... No coração levo as dores causadas de um passado tão presente... Aonde estou indo... Ainda não sei... Só sei que sozinha vago sem nenhum destino... Talvez chegue em algum lugar... Continuo a caminhar em silêncio sem nada encontrar... Se vou retornar... Não sei... Se vou continuar... Não sei... Só sei que por hoje ando só...

Não perdi o juízo. Matei ele e enterrei ali, no quintal.

Perdi muita gente porque já não reconhecia elas mais, nem o sorriso nem o olhar.

FILHO
A perda uns dos maiores medo da raça humana
Hoje perdi um amigo, que me ensino a crescer com suas alegrias.
Que me ensinou a ser feliz me ensinou em filho.
Não precisa ser humano pra ser amigo, mas sim não ser humano pra ser amigo.
Meu amigo de infância hoje se foi deixando saudades e tristezas
Meu papagaio, meu jandaia, meu filhão.

A dor que sentir ao ver sua morte não tem explicação
Tamanha dimensão
Sim aquela falta que jamais será preenchida, substituída, esquecida.
Va voe meu amigo, bata as asas para o céu, que um dia eu te encontro-te no céu coloco.
Novamente em meus dedos e mato minha saudade