Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
VICIOSO
No vício eu me perdi, desatinado,
Inebriando os sonhos em goles fundos,
Água transparente em trago profundo,
Engolindo pesadelos sem cuidado.
Esqueci dos sorrisos, do amor velado,
Afundei na lama dos lixões do mundo,
Devoção licorosa, é meu terreno imundo,
Obra humana, pecado capitalizado.
Na provisória dor da mente entregue,
A alma manchada por essa sina vil,
Desvairado, sem luz, me tornei intruso.
Porém, busco redenção, esperança surge,
Os versos do soneto, um grito sutil,
Transformam-se em luz, em resgate e em uso.
Eu amei e perdi.
Amei de novo
e perdi
Amei outra vez
e perdi
Amei novamente
e perdi
Ainda amo
e perdi
Tif tif...
Uma linda história vivi
O tempo passou
E eu há perdi.
Passaram-se anos
Muitos dias vividos
O amor do passado
Nunca tinha esquecido
Este amor que pensei ,já ter perdido
Porém de meus pensamentos ele nunca saiu
No meu coraçao este amor sempre seguiu
Até que um dia na mensagem recebida
Não acreditei no que o destino me reservaria
Era a mensagem do meu Amado
Aquele que eu sempre sonhei ao meu lado
O meu amor tão sonhado
Em um reencontro inesperado
Com meu amado eu quero estar
Para todo sempre dele eu vou cuidar
Dos seus braços nunca mais sair
Como eu agradeço você estar aqui...
O amor que o tempo fortaleceu
Que em minha memória sempre viveu
Eu prometo te amar
Com você em cada segundo da minha vida eu quero estar
Com beijos te acordar
No meu coraçao você viver enfim
Nossos destinos juntos para sempre seguir
Eu me perdi de mim, todas as vezes que procurei fora, o que estava guardado aqui dentro, Todas as vezes que deixei de ouvir meu coração para dar ouvidos àqueles que jamais conheceram minha alma, Foi tão difícil me encontrar, porque procurei em lugares que eu nunca estive,
Agora que me tenho aqui tão minha, Só quero garantir, jamais me deixar ir.
Foram tantas as vezes que te magoei que me perdi quando tentei contá-las. Eu estou arrependido, por Isso, peço sempre que me perdôes. No entanto sempre rejeitas-me e continuas muito irada comigo.
Eu queria me recompor
Encontrar pedaços meus
Que perdi nos laços da vida
Que deixei nos braços teus.
Na verdade eu não te perdi
Foi nós que se perdemos
Pelo caminho
Por achar que nem todas rosas
teriam espinhos
Eu sem destino
Hoje no auge dos meus 46 anos,
Encontro-me sem emprego há alguns anos
Já perdi a esperança das coisas
Não sei mais o que é ganhar salário,
Sinto-me perdido e desnorteado pelo mundo,
Disfarço com o sorriso a minha tristeza e amargura,
Ainda que as coisas estão difíceis
Perdi minha identidade
A autoestima se esvairiu
A vida perdeu o sabor e a cor
Todos os dias enxergo os dias que se passam cinza
Tudo que eu tenho são os meus pais o meu porto seguro ainda
Pois não tenho mais ninguém com quem mais contar,
Não deslumbro um futuro melhor
Não sei o que há de acontecer agora
Só estou a vagar pelo mundo
Com as lágrimas da solidão
Sem destino e sem retorno
”Já perdi pra que jogar? Já pedi pra não lembrar, e eu vivo tudo outra vez… Já vivi e não vou contar, entendi que vai levar, a minha vida outra vez…”
Olha para minha cara e dá risada e debocha da minha cara de falar o que eu perdi o que tinha para fazer tá perdendo seu tempo a vida é minha quem escolhe o meu caminho sou eu não sou obrigada a fazer o que você quer veja os teus passos antes de tu ver o meu lave suas roupas antes de lavar da minha porque eu sei que lá na frente um dia você vai precisar de mim mas desistir do que eu quero jamais vo desistir....
Acho que já perdi as contas de quantas vezes eu fechei os olhos, querendo que tudo fosse apenas um pesadelo. E ao abrir os olhos eu tive que seguir.
Eu estava tão concentrado em querer fazer a coisa certa, que perdi a noção do que o certo é. É você. Sempre foi você. Eu te amo.
Eu perdi o amor da minha vida.
Sim, eu perdi.
E hoje está diferente. Hoje está doendo mais. A dor é constante. Cada dia é um abismo. Cada dia sem ela é um castigo, uma penitência.
Me disseram que passaria. Eu acreditei que passaria. Mas a dor continua aqui, presente e bem longe de passar.
Eu falo com ela por canção, sei que ela não me ouve, mas eu falo mesmo assim.
Deveríamos ter conversado todos os dias enquanto fazíamos comida.
Deveríamos ter falado sobre o que constantemente nos magoava. As palavras teriam ajudado a evitar o nosso desmoronamento. Nós simplesmente esquecemos disso.
Dói fundo. Uma dor intangível, que atravessa e rasga o peito. E nada posso fazer.
Infelizmente, estamos condenados a machucar uns aos outros. É inevitável. Uma hora ou outra acontece. Tentei não machucá-la, mas machuquei. Tentei não ferir nosso amor, mas feri.
Ela sabe o quanto eu a quis cuidar.
Acredite em mim, caro leitor. Eu nunca quis deixá-la triste.
Ontem chorei por três horas durante a madrugada. Acabei dormindo e, quando acordei, nada mudou. O vazio continuava ali.
Dói feito surra.
Fiz besteira, eu sei. E agora só posso vê-la em fotografias e recordações.
O meu sorriso não estica mais de orelha a orelha. As piadas que ouço não têm graça nenhuma, as paisagens perderam a beleza.
Acredite... a saudade do amor tira a graça de todas as coisas que faziam nossos olhos brilharem. É o poder que um coração tem sobre o outro quando estão entrelaçados e conectados pelo mesmo sentimento. Ele tem liberdade, mas não quer ser livre. Ele pode tudo, mas preferia não poder nada. Ele tem asas, mas não consegue alçar vôo.
Ele só quer descansar debruçado naquele abraço-casa que nos desliga de todo esse caos quando nos envolve.
Ele só quer ouvir aquela voz doce que hipnotiza, que acalma, que cura. O abraço dela, a voz dela, a vida com ela.
Eu perdi o amor da minha vida em consequência de um erro que me consome, que não me deixa dormir, que me massacra dia e noite.
Eu perdi a mulher que amo porque não soube amá-la.
Espero que ela lembre de mim quando o timbre de alguma voz parecer o meu.
Quando alguma cantada parecer com as minhas (sim, eu tenho uma cartilha de cantadas baratas e ela sabe disso). Quando a nossa música tocar (ela sabe qual é). Quando um cheiro parecer com o meu. Quando a saudade da nossa conexão gritar. Quando um carinho parecer com o meu. Quando um abraço parecer com o meu. Quando der saudade do beijo, do cuidado, dos cafés nada fitness que eu insistia em fazer.
Sim, eu perdi o amor da minha vida. Estou tentando consertar. E vou consertar. Mas até lá, continuarei sem o amor da minha vida. Sorrisos forçados, piadas sem graça, aventuras sem emoções e relações rasas.
Porquê a intensidade de viver tudo com ela é diferente. Até um dia entediante é mágico quando se tem a companhia certa - a companhia dela.
Onde vivo a eternidade, se os amores reais não foram feitos pra durar?
E se foram, que eu viva pra sempre dentro do abraço-casa dela.
Eu te amo, Q. S.
Com amor e saudade,
Tai.
Muitas guerras eu perdi,
mas quem disse que eu
merecia vencer?
E porque não morrer?
porque me rendi ao teu amor.
§
Eu ainda lutava pelos outros quando precisava lutar por mim. Perdi de vista quem eu era. O que eu queria.
