Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

Cerca de 619858 frases e pensamentos: Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

Não tenho um amor,
eu tenho uma companhia.
Talvez se fosse amor,
não seria assim.
Estou amando a tua companhia,
e o amor?
Ah, o amor me acompanha
ao teu lado.


(Saul Beleza)

Um dia Deus soube de mim.

E agora o que eu faço?
Antes eu andava escondido,
achando que ninguém via minhas quedas.
Agora Ele sabe meu nome,
sabe minha dor,
sabe meu endereço.
Quem é Ele?
É aquele que soube de mim
e mesmo assim ficou.
Não foi embora quando viu meu caos,
não se assustou com meu pranto.
Soube de mim
e me chamou de filho.
E agora o que eu faço?
Agora eu descanso,
porque quem não me esquecia
finalmente me encontrou.

(Saul Beleza)

A realidade é um espelho,
e nele eu me vi inteiro:
você desconta em mim
a saudade que sente dele.
Eu detesto esse instante
em que seu olhar atravessa o meu
procurando outro rosto.
Acho que sou remédio
para tua memória.
Você me toma quando a falta aperta,
mas não é a mim que você quer curar.
(Saul Beleza)

*Dilurido de dor*

A vida é um ispêio truviscado, visse?
E eu tô aqui, dilurido, com o peito rasgado,
que ocê pega essa saudade que é dele
e desconta todinha em cima de mim.
Dói, dói que só uma peste.
Ocê me abraça chamando outro nome
com os zóio.
Eu num sou gente pra ocê não,
sou remédio amargo,
sou chá do mato pra curar
uma dor que num é minha.
Tô loco, tô tonto, tô dilurido de dor,
bebendo tua saudade que num me pertence.
(Saul Beleza)

⁠⁠Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes em mim, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.

⁠E eu que, vez em quando, deito um travessão na mensagem — só para ser confundido com um “Chatbot”.


Mas um travessão é muito mais do que sinal gráfico — é um gesto.


Um pequeno ato de ousadia que só pratica quem não teme ser percebido.


Quem escreve com consciência do que carrega, e com a leveza de quem não precisa provar nada além da própria honestidade com as palavras.


Porque, no fundo, escrever é isso:
um jogo silencioso entre coragem e sensibilidade.


Coragem para tocar onde dói —
Sensibilidade para não machucar lugar nenhum.


E um travessão, bem deitado, talvez seja o símbolo mais humilde dessa bela dança.


Ele separa, sim, mas também aproxima...


Às vezes, pausa… mas empurra adiante.


Ele corta… mas também convoca.


Às vezes parece apenas um traço, mas é um traço que fala:
"Ei, aqui entra algo que só os atentos percebem."


E quem ousa usá-lo não o faz por frescura gramatical —
mas por afeto estético, intuição narrativa,
e essa espécie de maturidade que só têm os bem resolvidos:
bem resolvidos consigo, com o que dizem,
e até com o que deixam de dizer.


No fim, o travessão é como o pincel que se deixa cair de propósito:
não é descuido, é assinatura.


Não é desatenção, é presença.


E se alguém confunde isso com um “Chatbot”…
ah! — que continue confundindo.


Porque a arte, quando bem feita, normalmente já confundiu até quem a criou.


E aqui para nós — risos — às vezes um travessão bem deitado é mesmo isso: um pincel que se joga, de caso pensado, sobre a tela.


Um atrevimento sereno, cheio dessa sinergia rara entre arte, responsabilidade e sensibilidade — um trio que costuma morar apenas nos que já fizeram as pazes consigo e com a própria forma de criar.


A intenção, claro, era fornecer lenha para queimar.


E o fogo aceitou.


Porque, é preciso muita coragem para se aventurar na arte de escrever.


É preciso alguma loucura mansa para deixar palavras escaparem sabendo que podem ferir, curar, provocar ou até acalmar.


E é preciso ainda mais sensibilidade para permitir que elas se entendam com as imagens — porque, quando elas resolvem brincar juntas, quem escreve vira mero coadjuvante.


A palavra abre caminho.


A imagem acende.


O travessão risca.


E o gesto final surge sozinho —
como se a chama tivesse vontade própria.


Talvez não haja atrevimento mais bonito e charmoso do que o dos que se aventuraram e se aventuram no ofício de escrever.


Porque escrever é primeiro se arriscar —
e só depois se revelar.


E haja atrevimento pra tocar quem se atreve a ler!


Pois, quem escreve, abre portas, mas quem lê, precisa ter coragem
de entrar.


No fim, talvez seja assim que a arte realmente nasce:
do encontro entre um risco, uma intenção e a ousadia de se deixar queimar.


E nós apenas sopramos o fogo —
porque a Lenha, a Faísca e o Incêndio Poético
já estavam ali — todos —
pedindo pra brincar.

Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.


Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.


Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.


Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.


Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.


É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.


E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.


É Jacó mancando depois de muito insistir…


É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.


A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.


Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.


O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.


Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.


É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.

⁠Eu, um estudioso nato do comportamento humano, não posso nem quero ajudar ninguém a relativizar a reação de alguém.


Toda ação ou reação tem uma história…


Antes de ser julgada como exagerada, desproporcional ou irracional, ela foi construída por experiências, memórias, dores, expectativas e limites que, muitas vezes, são invisíveis para quem observa das arquibancadas.


Vivemos em uma cultura que insiste em ensinar as pessoas a suportarem mais, sentirem menos e questionarem até a própria percepção.


Quantas vezes alguém procura ajuda e, em vez de acolhimento, recebe argumentos para convencer-se de que “não foi bem assim”, “você está levando para o lado pessoal” ou “a outra pessoa não teve essa intenção”?


Embora a intenção tenha seu lugar, ela nunca apaga o impacto.


E de bem-intencionados, convenhamos, o inferno está abarrotado.


Estudar o comportamento humano, mais de perto, me ensinou que compreender não é o mesmo que justificar.


Explicar por que alguém agiu de determinada forma pode ampliar a consciência, mas jamais deve servir para invalidar a experiência emocional de quem foi afetado.


Quando transformamos toda uma dor em um exercício de relativização, corremos o risco de silenciar quem mais precisava ser ouvido.


Não quero nem posso ensinar pessoas a duvidarem daquilo que sentiram.


Quero ajudá-las a reconhecerem suas emoções, entenderem seus gatilhos, ampliarem seus recursos internos e responderem à vida com mais consciência — não com menos verdade.


A maturidade emocional não consiste em deixar de sentir ou em minimizar o que aconteceu.


Ela nasce quando somos capazes de validar a própria experiência, compreender o contexto e, a partir daí, escolher como agir.


Isso é muito diferente de fingir que nada aconteceu só para preservar o conforto de quem nos causou desconforto.


Se existe uma responsabilidade em quem estuda o comportamento humano, ela não é a de anestesiar emoções, mas a de promover discernimento.


Acolher antes de interpretar.


Escutar antes de explicar.


E lembrar que, por trás de cada reação, existe uma necessidade, um valor ou um limite tentando ser comunicado.


Porque ninguém cresce sendo convencido de que sente de menos ou demais.


As pessoas crescem quando descobrem que podem sentir com honestidade e, ainda assim, agir com maturidade.

⁠Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.


Há dias em que o céu parece ter desaprendido a se colorir.


12 de julho de 2026 que o diga!?!


O tempo pesa sobre os ombros, o silêncio faz muito mais barulho do que as palavras, e a alma caminha devagar para não tropeçar nas próprias saudades.


Nesses dias, a memória pode ser uma prisão… ou até um refúgio.


É curioso como a vida nos ensina que não são os dias difíceis que nos sustentam, mas as marcas coloridas e luminosas que o amor espalhado deixou em nós antes que a tempestade chegasse.


Um abraço sincero, um olhar que acolheu sem julgamentos, uma conversa que devolveu esperança, um sorriso que fez o coração acreditar mais uma vez.


São essas lembranças que continuam acesas quando tudo ao redor parece escurecer ou acinzentar.


As pessoas que passam por nossa história não levam apenas sua presença quando partem.


Algumas deixam sementes de eternidade.


Permanecem vivas em pequenos gestos que repetimos, em palavras que ecoam em nós e na força inexplicável que encontramos justamente quando imaginávamos não ter mais nenhuma.


Talvez seja esse o verdadeiro milagre das relações: transformar momentos passageiros em luz permanente.


Porque o amor, quando é verdadeiro, não depende da proximidade para existir.


Ele se instala na memória, colore os dias mais opacos e faz da saudade uma prova de que fomos profundamente tocados.


Que nunca subestimemos o bem que fazemos na vida de alguém.


Um gesto de carinho pode tornar-se a lembrança que sustentará um coração em seus dias mais cinzentos.


E talvez jamais saibamos que fomos a cor que impediu alguém de desistir da beleza da vida.


No fim, descobrimos que viver não é colecionar dias perfeitos, mas guardar lembranças tão intensamente iluminadas que possam suplantar qualquer sombra.


Afinal, quando a esperança parece distante, são as divinas lembranças coloridas que nos lembram que a luz nunca deixou de existir — ela apenas encontrou um lugar seguro em nós.

Um dia eu achava que nenhuma mulher seria capaz de me abalar , entao te conheci e tudo mudou ...

Inserida por LucazAntunez

.. Eu só não sinto mais saudade por um motivo,
toda noite eu sonho com você..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

.. Mas é que a vida me mostrou de um jeito duro como eu tenho que enfrentar e enxergar certas coisas e situações. Hoje me sinto mais forte, com a cabeça no lugar e atitudes simples que pra muitos parece pouco, mas pra quem eu dedico torna-se tudo..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

Tudo que eu quero é uma constelação com a nossa cara e um amor que desperte o melhor de mim.

Inserida por ViniOpoeta

É cada vez mais difícil viver em um mundo onde só eu penso...

Inserida por LLSantos

Vc tem um vasto vocabulário de palavras bonitas e benditas; e um abraço pra sempre. Eu tenho um vasto arsenal de pontuações e sinônimos; e um abraço pra hoje.
Estou escrevendo um romance agora e vc faz parte dele... Um romance em que os personagens principais não se conhecem e em algum lugar se encontrarão.

Inserida por sueligarcia

Perdido no nada...

Eu olho em minha volta e o que mais vejo são pessoas, e pessoas.
Cada um diferente de outro, cada um com uma semelhança com outro.
E o que me desespera nessas pessoas, é que elas não têm um propósito.
Elas não têm para onde ir, elas caminham um caminho desconhecido...
Enquanto elas prosseguem, elas nem mesmo sabem para onde vão!
Olhos você têm, mas não consegue enxergar;
Voz você têm, mas não consegue usá-la;
Audição você têm, mas não consegue escutar;
Isso tudo, porque você não consegue acreditar!

Inserida por Natalhieferreira

Um abraço apertado, um beijo na boca, uma palavra de amor, eu quero mais, muito mais que beijar ou abraçar,mais que amar, realizar sonhos mais sonhados,os desejos mais desejados, os limites mais alcançados,o futuro mais esperado. Eu quero mais, quero muito mais

Inserida por dyllalmeida35

Eu trocaria algumas velhas AMIZADES por um bom hidratante de cabelo, seria mais útil hoje em dia.

Inserida por lannaokuma

Eu não quero ser um pedaço do mundo.
Eu não quero ser um pedaço do mundo.
Eu não quero ser um pedaço do mundo.
Num mundo que é dominado pela globalização.
Num mundo onde existem pessoas que defrontam Deus.
Crianças que dirigem ofensas a outrem.
Não existe amizade entre vizinhos.
Onde o álcool e prostituição é o fundamento da destruição de várias famílias.
Pessoas andando na rua com mini-saia fazendo propaganda com o seu corpo para que alguém compre.
Não quero ser vítima desta destruição.
Num mundo onde não existe união.
Cheio de inveja.
Num mundo onde só existe o mal.
Num mundo onde só fala quem tem dinheiro.
Num mundo onde os jovens procuram a educação da rua.
Transformando-se em bandidos e prostitutos.
Num mundo onde os pais consomem normalmente álcool com os seus filhos.
Num mundo onde as mães é que influenciam as crianças a tirarem gravidez.
Onde as moças fazem do seu corpo uma máquina de fabricar dinheiro.
Onde existe pastores eturquidores.
Que fundam igreja para serem milionário.
Sou um morto vivo em vez de um morto em carne.
Olhem só para a minha família sem êxito neste mundo.
Choro por uma liberdade em troca da minha santidade.
Dominado pelo som dos passarinhos.
Rodeado por um rio que nada da para flutuar.
Caminhos abrem-se dificuldades aparecem.
Eis que sou um pobre maldiçoado neste mundo.
Fugido e temido por todos.
Mal morri mais já vejo a minha vida no inferno.
A ser castigado porque sou um pedaço.
Sou uma tristeza que o mundo oferece para esta sociedade.
Eu não quero ser um pedaço do mundo.
Eu não quero ser um pedaço do mundo.
Eu não quero ser um pedaço do mundo.

Inserida por Deusdedithh

Às vezes esquecemos que em um relacionamento existem 3 indivíduos: Tu, eu e nós. E para que estes dois primeiros indivíduos, com vivências diferentes, compartilhem harmonia no terceiro indivíduo (nós), é necessário que as vidas anteriores ao momento em que houve a “fusão” amorosa, continuem a existir. Antigos amigos, de um e de outro, serão apresentados, o velho amigo de um será o novo amigo de outro mas, haverá amigos onde a cumplicidade não será repartida, mas para a sobrevivência do “nós”, deverá ser respeitada. Por que para conviver não é preciso matar o passado. Pois este passado foi a base que construiu a identidade de cada indivíduo deste consórcio e que fizeram um, apaixonar-se pelo outro a tal ponto que surgiu o amor e, amor é confiança, é respeito, é coragem. Então, meus queridos e apaixonados amigos, tenham coragem de deixar suas almas gêmeas, seguirem com suas vidas para que todos os dias, quando seus corações se encontrarem, tenham novidades para contar, e experiência para amar.

Inserida por andresaut